Porto Total, capital do dragão... summary_noimg = 550; summary_img = 450; img_thumb_height = 200; img_thumb_width = 200;

15 de outubro de 2013

Valerá a pena ir ao Brasil - MST

1- Provavelmente, Portugal vencerá hoje o Luxemburgo (embora já nada seja certo), provavelmente vencerá o play-off, e provavelmente estará no Mundial no Verão que vem. Mas estará lá não por ter revelado qualquer mérito particular para tal em função do valor futebolístico que lhe é atribuído, mas porque a ganância financeira da FIFA e das federações nacionais transformaram o Mundial num amontoado de 32 selecções, disputando um número insano de jogos, a maioria dos quais sem qualquer interesse e apenas prejudicando a propaganda do jogo. No grupo de qualificação em que Portugal ficou colocado - em que apenas a Rússia era adversário de valor razoável - não conseguir o apuramento directo seria sempre uma derrota e não ir ao play-off seria impossível e impensável.

Porém, relembrando todos os jogos feitos nesta fase de apuramento, a sensação que fica é que ir ao Brasil é capaz de se vir a revelar uma oportunidade para a desilusão e a frustração de todos nós. A Selecção não joga nada — é esta a triste realidade. Podia não jogar nada de vez em quando, alternando com bons jogos, não jogar nada durante parte de um jogo e muito bem na restante parte. Mas, não: há uma consistência de mau futebol, totalmente desinspirado e sem uma ideia de jogo ao longo de todas as partidas e em cada uma delas. Houve momentos, como os dez minutos finais em Israel ou os quinze minutos de loucura de Cristiano Ronaldo em Belfast - que, subitamente, nos arrancaram das profundezas do susto e pareceram querer fazer-nos acreditar que, quando era mesmo imperioso, a Selecção, afinal, sabia jogar. Mas foram fogachos salvadores, nada mais do que isso. A imagem de marca desta selecção (e estou a falar de jogos fáceis) é a que mostrámos em Alvalade, contra Israel: a equipa parece entrar determinada, rápida, cheia de vontade de resolver o assunto, empurrada pelo público fiel que tem; por acaso ou por mérito, chega ao golo e, então, paulatinamente, vai-se encostando à vantagem tangencial, sem procurar resolver de vez o assunto, sem se preocupar, ou sem conseguir, recompensar o entusiasmo do público; segue-se um longo período de desinspiração global, que degenera num final a sofrer sustos ou mesmo contratempos. E a Selecção despede-se do jogo, deixando os aplausos iniciais transformados em assobios e uma sensação de falta de categoria e ambição que não auguram nada de bom para o Brasil.

Resisto à tentação ou à facilidade de mandar as culpas para cima de Paulo Bento, muito embora ache que ele chegou ao cargo de seleccionador sem ter mostrado curriculum para tal — em especial, uma habituação à vitória como mandamento principal, uma vocação de Anquetil e não de Poulidor. Mas o facto é que, olhando para as suas convocatórias (e tirando raros casos de embirração pessoal, sempre lamentáveis), julgo que nenhum de nós escolheria diferente. Pode-se argumentar, e aparentemente com razão, que ele não tem sido capaz de pegar no grupo de que dispõe e meter-lhe uma ideia de jogo na cabeça, uma ordem que se veja em campo, um plano de
jogo, um estilo próprio e uma atitude de conquista notavelmente ausente desta selecção. Mas a matéria-prima, essa, é a que há. E a que há traduz-se talvez na pior selecção de jogadores que me lembro de ter visto a representar Portugal.

Eu olho para os 20 mais de Paulo Bento e só consigo pegar em dois que gostasse de ver no meu clube: o Cristiano Ronaldo e o João Moutinho, que de lá acaba de sair. Talvez acrescentasse o Danny, agora que o FC Porto não tem extremos, mas ninguém mais. E julgo que o mesmo diriam os benfiquistas. Aliás, há ali vários jogadores dispensados pelo FC Porto no passado e que tentam como que reinventar uma segunda vida na Selecção de Paulo Bento. E, jogador por jogador, há lá casos verdadeiramente de bradar aos céus. Fosse qual fosse o treinador, não acredito que dali alguma vez pudesse sair uma grande equipa.

Mesmo Cristiano Ronaldo, em quem estão depositadas as esperanças de uma nação inteira e a quem, sejamos justos, nunca faltou vontade para as cumprir, rende ali, e como todos vemos, um décimo do que rende no Real Madrid. Comentava-se esta semana, aqui na Bola e na análise ao jogo com Israel, que Ronaldo passou o jogo a fugir para o meio, rendendo muito menos do que rende no Real, claramente aberto sobre a lateral. Ora, esta é
uma situação repetida em quase todos os jogos da Selecção e devemos então perguntarmo-nos por quê? A explicação parece-me óbvia: porque Ronaldo não confia que os colegas do centro do ataque ou os médios de apoio que aí devem aparecer sejam capazes de, por si sós, resolver o jogo, por mais que ele lhes meta lá a bola em condições para tal. E, então, não resiste a tentar resolver tudo sozinho, apenas acrescentando a confusão lá no meio. A verdade é que, na Selecção, Ronaldo faz o que quer, como quer e quando quer e não há seleccionador que se atreva a corrigi-lo, não só porque ele é quase a única hipótese de ganha pão da companhia, mas também porque ele tem razão no seu raciocínio, embora a sua solução esteja errada.

Se Ronaldo é o 7 e Moutinho o 8, nesta Selecção faltam, pelo menos e gritantemente, um 2, um 6, um 7, um 9, um 10 e um 11. São buracos a mais para um finalista do Mundial. Só espero, francamente, que não nos venhamos a arrepender de nos termos qualificado para o Brasil. Que, uma vez lá chegados, pelo menos a ambição seja outra.

2- Tanto na Bola como no Diário de Notícias, li textos coincidentes sobre a situação contratual de Fredy Montero no Sporting. Resumindo e como explicou a Bola, «na prática, o jogador é do Sporting nas próximas cinco épocas, mas o anúncio do empréstimo foi uma forma de contornar o facto de o Cali (da Colômbia) ainda ter de receber determinada verba caso o Seattle Saunders vendesse o jogador dentro de determinado período». Quer dizer: o Seattle e o Sporting mancomunaram-se para forjar um empréstimo que, afinal foi uma venda, como forma de roubar ao pobre Cali a compensação a que tinha direito como clube formador de Monteio. Quem? o Sporting? o tal clube de cavalheiros? O clube formador, por excelência? O clube que montou uma tempestade de Verão porque, gritava, lhe queriam roubar de borla o Bruma, formado em Alcochete?

3- Com um aplauso, parece que generalizado, entrou em vigor o que chamam a «profissionalização dos árbitros». Para já, de forma branda: vão ganhar 2.500 euros por mês, suponho que a acrescer aos prémios de jogo já em vigor. É suposto ser esta a fórmula mágica para acabar de vez com as eternas suspeitas que alimentam sobre todos os árbitros portugueses. Pois bem, permito-me discordar e duvidar: a independência de um árbitro, como de qualquer profissional, será tanto maior quanto menos ele depender de uma só fonte de rendimento a que deve obediência. Um árbitro que tenha outra profissão (a regra lá fora), está muito menos dependente da comissão de arbitragem que lhe paga e o classifica e dos clubes que a nomeiam e que, através dela, pressionam constantemente. Um árbitro profissionalizado, cuja única ou principal fonte de rendimentos é a arbitragem, está completamente nas mãos de quem lhe paga. A ver vamos o que se ganha.

4- As notícias que chegam de Itália e de Espanha sobre os apetites à volta de Iturbe — acrescentados pela verba facilitadora pela qual o FC Porto se terá comprometido a vendê-lo ao Verona - são alarmantes e, todavia, previsíveis (eu avisei várias vezes...). A confirmar-se que ele é o grande jogador de que se falava quando veio para o FC Porto, e de que se voltou a falar assim que foi emprestado, alguém terá de ser chamado a assumir responsabilidades: os treinadores que o encostaram, os dirigentes que o colocaram em saldos no mercado.

abola


Recém-promovido, o MaiaBasket foi a grande surpresa da edição deste ano do Troféu António Pratas e disputou uma das meias-finais da prova frente à Oliveirense, no Pavilhão da Luz, que recebeu a fase final. «Após o jogo, fomos para o restaurante do estádio que nos foi indicado pela organização e um grupo de pessoas começou a insultar o Nuno Marçal e a dizer-lhe para ir embora. Ainda tentámos desvalorizar a questão, até porque havia outras pessoas no restaurante, incluindo famílias com crianças, mas um deles aproximou-se do Nuno, pegou num prato de sopa e despejou-o sobre a cabeça dele», explicou ao Maisfutebol Rui Lopes, presidente do MaiaBasket. «Ele ficou com queimaduras, que felizmente não foram graves», adiantou.

Ontem,
depois de lamentar ,.... que sinceridade! é por estas qualidades que este bandalho foi politico,é a isto é que se chama hipocrisia, falsidade, depois apareceu o verdadeiro RGS
o jagunço da sic, justificou o ato, como:
"ninguém se esquece o  que Nuno Marçal fez no passado"

O exemplo recordado foi a atitude que o Nuno teve no jogo final no dragão,  quando o clube do regime foi campeão... pensei, deve estar a referir-se ao levar do cu do Lisboa... afinal ele já foi castigado?

Se todas as atitudes e formas de estar, justificam violência gratuita, neste momento aonde estaria o Rui Gomes da Silva, certeza não estaria neste mundo mas noutro, junto aos anjinhos vermelhos..... és um jagunço, um escroque, um grande Fanático Dos Pópós...como  não vales nada, não se justifica sujar as mãos com este incendiário!

Este é homem, que proclamou a guerra contra o porto, dizia tinha que ser olho por olho, dente por dente, isto foi há menos de 2 meses! os seus filhos, começam a respeitar o pai....

14 de outubro de 2013

"Comigo, Paulo Bento não será treinador"



 O que Pinto da costa quis dizer, já consegui ser campeão com Vítor Pereira, não peçam para voltar a ser campeão sem treinador!

copiado do Rui Sinel, muito bom!

Ontem foi atribuído o nobel da Nutrição!


O jogador do Maia Basket jantava num restaurante do Estádio da Luz, com a restante comitiva da equipa nortenha que participou no Troféu António Pratas.




Jogadores do Maia Basket, que se encontravam na Luz a disputar o Troféu António Pratas, foram insultados quando se preparavam para jantar. Nuno Marçal terá mesmo sido agredido.

Depois de ter perdido a meia-final do Troféu António Pratas para a Ovarense (72-64), a saída do Maia Basket do complexo da Luz, palco desta fase final, não foi pacífica.

Tudo se passou na noite de sábado, quando os maiatos estavam a iniciar o jantar no restaurante indicado pela Federação Portuguesa de Basquetebol, situado no Estádio da Luz, e um grupo de adeptos do Benfica se aproximou, insultando a equipa, em particular o jogador Nuno Marçal.

O jogador de 37 anos, que passou grande parte da carreira ao serviço do FC Porto, terá mesmo sido agredido, obrigando a equipa a abandonar o restaurante e a precisar de escolta policial até à A1.

As Boas maneiras dos lampiões... uns cromos que precisam de ser amestrados
.
Um  exemplo para todas as criancinhas:

Faz mal a saúde comer demais... solução dá-se umas patadas , comemos de outra maneira, mas não engorda...

Grandes mouros... nutricionistas que vão ser premiados com um nobel, descobriram a melhor forma de comer para emagrecer!

13 de outubro de 2013

A PALHAÇADA NORMAL DE SEMPRE, É EXPULSO, AOS 89 

MINUTOS, PARA CUMPRIR CASTIGO CONTRA O CINFÃES, 

AHAHAHH enfim as papoilas sempre a safarem-se xD

Maxi Pereira: primeira expulsão em 162 jogos do campeonato

Diz-se que há uma primeira vez para tudo. No caso de Maxi Pereira, essa primeira vez chegou ao minuto 89 do jogo com o Estoril. O segundo cartão amarelo e consequente vermelho ditou a primeira expulsão do defesa dos encarnados em jogos para o campeonato.

Na liga portuguesa, Maxi Pereira soma 162 jogos em sete temporadas com a camisola do Benfica e, apesar dos 52 cartões amarelos que já tinha visto, o defesa conseguiu resistir à expulsão.

Para comemorar o milagre, Fátima encheu-se de crentes do milagre do último domingo, no jogo  no Estoril....

12 de outubro de 2013

O clube do Vale Azevedo verde... é conhecido por ser um ninho de cobras e lagartos!

Ontem, nos vários programas, tivemos que levar com os adeptos dos viscondes, a gabarem-se da sua academia de formação...

Melhor, maior, universo, blá...

A seleção é composta pelos grandes jogadores da melhor academia do mundo, o sporting  clube é melhor  formador do universo, e muitas outras ... até agora só reconheço a qualidade da academia sportinguista em formar peseteiros e frangueiros, jogadores sem carácter....











há mais, muito mais!
quando os jogadores estão mortinhos por se porem a milhas de Alvalade, é porque, por ali está tudo podre....

Também da capoeira falida: