16 de agosto de 2013
Castro no Kasimpasa
Que estúpida saída de Castro... não percebo!
Vp não apostava em Castro agora o PF faz o mesmo, certamente tem muitas alternativas para aquele lugar no meio campo? Fernando, Defour, Herrera... Para não apostar em Castro, tem que estar seguro que Fernando não sai, porque se não for assim, então é uma burrice gigantesca!
15 de agosto de 2013
sport.es
Otamendi, Mangala y Bisevac, alternativas
14 de agosto de 2013
1- Não quero repetir a imorredoira frase do Prof. Cavaco Silva de que nunca me engano e raramente tenho dúvidas. Mas, no que respeita a avaliar jogadores de futebol a partir das primeiríssimas impressões, embora às vezes tenha dúvidas, poucas vezes me engano - desculpem a presunção. Que, aliás, não é assim tão atrevida, pois que acredito que quem está habituado a ver muito futebol é capaz de avaliar um jogador à primeira vista.
Um dos meus grandes enganos foi o João Moutinho, quando chegou ao FC Porto. Eu via-o jogar na televisão e não via ali nada de marcante: nem golos, nem passes para golos, nem capacidade de ruptura. Mas depois comecei a vê-lo jogar ao vivo e a minha opinião mudou radicalmente, quando percebi, vendo-o ocupar os espaços em campo, que ele era o facilitador dos golos, dos passes para golos, das rupturas. Era o músculo, o coração, que distribuía o sangue por todo o jogo da equipa. Exactamente o inverso do Silvestre Varela: na televisão, via-o e vejo-o (como todos nós, embora alguns gostem de fingir que não vêm), a perder a bola mal a recebe, a travar o jogo quando é lançado em velocidade, a estragar jogada após jogada. Mas, no estádio, vejo ainda um jogador que se defende permanentemente, fugindo das zonas de combate, que se bamboleia devagarinho por onde não há bola, tentando aproximar-se de mansinho da zona de decisão, em busca de uma bola perdida que lhe permita o golo salvador capaz de enganar observadores generosos. Não há como ter uma boa imprensa!
Mas, assim que vi os primeiros minutos do McCarthy, do Hulk ou do Deco, corri a escrever que ali estavam predestinados. E, inversamente, quando insisti que o Chainho ou o Mariano Gonzalez não iriam a lado algum. Ou, mais recentemente, quando me deslumbrei mal vi jogar o Cristian Atsu, ou quando declarei, e mantenho, que o Defour é um jogador banalíssimo, como já vi centenas em equipas secundárias. Claro que estou consciente de que este é um exercício de opinião que pode ser muito antipático e até injusto. Mas são os ossos do ofício — deles e nossos. Se não estamos cá para dizer que Fulano é excelente e Sicrano é banal, estamos cá para quê? O Defour tem o sonho, inteiramente legítimo, de ser, como ontem vi escrito aqui, «o sucessor natural de João Moutinho». Fica-lhe bem o sonho e o apoio de que goza também na imprensa. Mas eu pergunto-me: porquê o sucessor natural? O que há de comum entre Moutinho e Defour, tirando a coincidência de ocuparem a mesma área de jogo? Será que não se vê a olho nu que tudo o que há em Moutinho de excelência técnica, inteligência de jogo, capacidade de mexer com todo o movimento da equipa, está absolutamente ausente do futebol de Defour? Poder-se-ia dizer que ele é o sucessor natural de Moutinho porque, simplesmente, não há outro para o lugar. Mas, não: eu vi um quarto-de-hora do Herrera, que me pareceu vários degraus acima; vi uma hora do Josué, suficiente para perceber o quão melhor é ele; e ainda há mais uns três ou quatro médios, que são novidade e que não tiveram palco suficiente. Mas, sobretudo e enfim, vi dez minutos — não mais do que isso, dez minutos — de um menino chamado Juan Quintero e, meus amigos, bem pode sonhar o Defour, como eu posso sonhar substituir o Messi no Barcelona.
Vi, então, dez minutos e quatro intervenções de Quintero. A prudência mandaria que esperasse para ver mais, mas não vale a pena. Aquele miúdo de 1,69 metros é um génio deste jogo, que apenas um crime de lesa-futebol justificaria que ficasse sentado no banco a ver jogar o Defour ou qualquer outro. Compreendo que o Paulo Fonseca até tenha medo de o soltar assim sem mais, que tenha até pudor de mostrar aos adversários, e logo de entrada, o que ali tem. Mas vai ter de o fazer e mais depressa do que talvez gostasse. Porque o público o vai exigir, porque a justiça o vai tornar inevitável e porque ele não quererá passar à história como o homem que sentou o Quintero no banco para fazer jogar um tal de Defour.
Aliás, e regressando à conversa da semana passada, se bem que tenha de aceitar (sem, todavia, compreender) a estratégia de começar a jogar com o onze da época anterior, a verdade é que o novo esquema de jogo de Paulo Fonseca — o 2x1 do meio campo - e a fantástica qualidade de talentos ao seu dispor, obrigam, em minha opinião, a rever todos os direitos adquiridos. Tal como vejo as coisas, não só o Defour não tem lugar no onze titular, como também o não tem o Fernando. Ambos foram dois corpos estranhos, inertes, fora de pauta, no carrossel de virtudes revelado pelo FC Porto no jogo da Supertaça. Só se deu pelo Fernando, aquando das suas numerosas e inúteis faltas, bem reveladoras da sua incapacidade de jogar em antecipação e em leitura de jogo. É um grande destruidor de jogo — embora perigoso para a equipa na forma como o faz — mas, quando o jogo é de sentido único e de ataque (como o vai ser em 80% das ocasiões), o Fernando é absolutamente incapaz de construir jogo, de acompanhar a manobra ofensiva, e chega a ser confrangedor quando, por acaso, se apanha em zona de decisão: é como se nunca tivesse visto uma bola de futebol à frente. E, pois, se a ideia de Paulo Fonseca é jogar com dois médios recuados e o Lucho bastante adiantado, para que precisa ele que um dos médios recuados seja um clássico trinco, apenas de vocação defensiva? Desculpem-me mais uma vez a presunção: mas não está na cara que aquele meio-campo, para semear o terror entre os adversários, deverá ser formado pelo trio Quintero-Josué-Lucho?
Mas, pronto, eu não percebo nada do assunto. Aceito todos os argumentos em contrário, menos um: não me venham dizer que, para jogar o Quintero, terá de sair o Lucho ou vice-versa. Nenhum jogador tão potencialmente genial como Quintero terá de ficar de fora em obediência a uma ideia ainda mais genial do seu treinador. Como me disse um amigo sportinguista, também ele entusiasmado com os dez minutos do Quintero, «descansa, que o Paulo Fonseca sabe muito bem o que está fazer! Um jogador daqueles nunca será desaproveitado!». E eu acredito que sim.
2- Licá foi a grande surpresa de Paulo Fonseca. A mim, apanhou-me completamente de surpresa: a escolha e a grande exibição do jogador. Mas, aí está: ao contrário do Quintero, eu não sei dizer se foi uma noite de inspiração ou uma certeza para futuro. Mas, lá que entrou com o pé direito, isso é incontestável. Tomara eu que o Varela, com lugar cativo até à eternidade, assinasse uma só exibição semelhante em toda a época!
3- A superioridade do FC Porto sobre o Vitória, num jogo cujo resultado minimamente justo teria sido um 6-0, foi de tal maneira sufocante que fiquei sem saber se é o Porto que vai arrasar ou o Vitória que está absolutamente impreparado para o campeonato que arranca no final da semana. Mas, para a história, fica o habitual: mais uma Supertaça, mais um título, mais um desassossego espalhado pela Segunda Circular. Ah, como eu gosto desta história!
4- Bruno de Carvalho entrou em campo em Portimão qual um César regressado de uma campanha vitoriosa. Perante os adeptos sportinguistas, apresentou-se como a verdadeira, a única, vedeta da equipa. A seguir, passou boa parte do jogo a protestar ao vivo com os árbitros — excepto quando estes, no quarto minuto de descontos da primeira parte, inventaram um penalty para pôr o Sporting a ganhar. E, no final, porque, estando a perder, só lhe concederam mais 3 minutos de descontos, armou um escarcéu contra a arbitragem e até fez um comunicado a declarar que «detestava perder». Num jogo a brincar, de uma coisa chamada Torneio do Guadiana. Como será quando for a doer? Teme-se o pior: mais do mesmo Sporting de sempre, mas em versão Vale e Azevedo. Só faço uma pergunta: o que diriam se todo aquele escabeche tem sido protagonizado por Pinto da Costa?
Um dos meus grandes enganos foi o João Moutinho, quando chegou ao FC Porto. Eu via-o jogar na televisão e não via ali nada de marcante: nem golos, nem passes para golos, nem capacidade de ruptura. Mas depois comecei a vê-lo jogar ao vivo e a minha opinião mudou radicalmente, quando percebi, vendo-o ocupar os espaços em campo, que ele era o facilitador dos golos, dos passes para golos, das rupturas. Era o músculo, o coração, que distribuía o sangue por todo o jogo da equipa. Exactamente o inverso do Silvestre Varela: na televisão, via-o e vejo-o (como todos nós, embora alguns gostem de fingir que não vêm), a perder a bola mal a recebe, a travar o jogo quando é lançado em velocidade, a estragar jogada após jogada. Mas, no estádio, vejo ainda um jogador que se defende permanentemente, fugindo das zonas de combate, que se bamboleia devagarinho por onde não há bola, tentando aproximar-se de mansinho da zona de decisão, em busca de uma bola perdida que lhe permita o golo salvador capaz de enganar observadores generosos. Não há como ter uma boa imprensa!
Mas, assim que vi os primeiros minutos do McCarthy, do Hulk ou do Deco, corri a escrever que ali estavam predestinados. E, inversamente, quando insisti que o Chainho ou o Mariano Gonzalez não iriam a lado algum. Ou, mais recentemente, quando me deslumbrei mal vi jogar o Cristian Atsu, ou quando declarei, e mantenho, que o Defour é um jogador banalíssimo, como já vi centenas em equipas secundárias. Claro que estou consciente de que este é um exercício de opinião que pode ser muito antipático e até injusto. Mas são os ossos do ofício — deles e nossos. Se não estamos cá para dizer que Fulano é excelente e Sicrano é banal, estamos cá para quê? O Defour tem o sonho, inteiramente legítimo, de ser, como ontem vi escrito aqui, «o sucessor natural de João Moutinho». Fica-lhe bem o sonho e o apoio de que goza também na imprensa. Mas eu pergunto-me: porquê o sucessor natural? O que há de comum entre Moutinho e Defour, tirando a coincidência de ocuparem a mesma área de jogo? Será que não se vê a olho nu que tudo o que há em Moutinho de excelência técnica, inteligência de jogo, capacidade de mexer com todo o movimento da equipa, está absolutamente ausente do futebol de Defour? Poder-se-ia dizer que ele é o sucessor natural de Moutinho porque, simplesmente, não há outro para o lugar. Mas, não: eu vi um quarto-de-hora do Herrera, que me pareceu vários degraus acima; vi uma hora do Josué, suficiente para perceber o quão melhor é ele; e ainda há mais uns três ou quatro médios, que são novidade e que não tiveram palco suficiente. Mas, sobretudo e enfim, vi dez minutos — não mais do que isso, dez minutos — de um menino chamado Juan Quintero e, meus amigos, bem pode sonhar o Defour, como eu posso sonhar substituir o Messi no Barcelona.
Vi, então, dez minutos e quatro intervenções de Quintero. A prudência mandaria que esperasse para ver mais, mas não vale a pena. Aquele miúdo de 1,69 metros é um génio deste jogo, que apenas um crime de lesa-futebol justificaria que ficasse sentado no banco a ver jogar o Defour ou qualquer outro. Compreendo que o Paulo Fonseca até tenha medo de o soltar assim sem mais, que tenha até pudor de mostrar aos adversários, e logo de entrada, o que ali tem. Mas vai ter de o fazer e mais depressa do que talvez gostasse. Porque o público o vai exigir, porque a justiça o vai tornar inevitável e porque ele não quererá passar à história como o homem que sentou o Quintero no banco para fazer jogar um tal de Defour.
Aliás, e regressando à conversa da semana passada, se bem que tenha de aceitar (sem, todavia, compreender) a estratégia de começar a jogar com o onze da época anterior, a verdade é que o novo esquema de jogo de Paulo Fonseca — o 2x1 do meio campo - e a fantástica qualidade de talentos ao seu dispor, obrigam, em minha opinião, a rever todos os direitos adquiridos. Tal como vejo as coisas, não só o Defour não tem lugar no onze titular, como também o não tem o Fernando. Ambos foram dois corpos estranhos, inertes, fora de pauta, no carrossel de virtudes revelado pelo FC Porto no jogo da Supertaça. Só se deu pelo Fernando, aquando das suas numerosas e inúteis faltas, bem reveladoras da sua incapacidade de jogar em antecipação e em leitura de jogo. É um grande destruidor de jogo — embora perigoso para a equipa na forma como o faz — mas, quando o jogo é de sentido único e de ataque (como o vai ser em 80% das ocasiões), o Fernando é absolutamente incapaz de construir jogo, de acompanhar a manobra ofensiva, e chega a ser confrangedor quando, por acaso, se apanha em zona de decisão: é como se nunca tivesse visto uma bola de futebol à frente. E, pois, se a ideia de Paulo Fonseca é jogar com dois médios recuados e o Lucho bastante adiantado, para que precisa ele que um dos médios recuados seja um clássico trinco, apenas de vocação defensiva? Desculpem-me mais uma vez a presunção: mas não está na cara que aquele meio-campo, para semear o terror entre os adversários, deverá ser formado pelo trio Quintero-Josué-Lucho?
Mas, pronto, eu não percebo nada do assunto. Aceito todos os argumentos em contrário, menos um: não me venham dizer que, para jogar o Quintero, terá de sair o Lucho ou vice-versa. Nenhum jogador tão potencialmente genial como Quintero terá de ficar de fora em obediência a uma ideia ainda mais genial do seu treinador. Como me disse um amigo sportinguista, também ele entusiasmado com os dez minutos do Quintero, «descansa, que o Paulo Fonseca sabe muito bem o que está fazer! Um jogador daqueles nunca será desaproveitado!». E eu acredito que sim.
2- Licá foi a grande surpresa de Paulo Fonseca. A mim, apanhou-me completamente de surpresa: a escolha e a grande exibição do jogador. Mas, aí está: ao contrário do Quintero, eu não sei dizer se foi uma noite de inspiração ou uma certeza para futuro. Mas, lá que entrou com o pé direito, isso é incontestável. Tomara eu que o Varela, com lugar cativo até à eternidade, assinasse uma só exibição semelhante em toda a época!
3- A superioridade do FC Porto sobre o Vitória, num jogo cujo resultado minimamente justo teria sido um 6-0, foi de tal maneira sufocante que fiquei sem saber se é o Porto que vai arrasar ou o Vitória que está absolutamente impreparado para o campeonato que arranca no final da semana. Mas, para a história, fica o habitual: mais uma Supertaça, mais um título, mais um desassossego espalhado pela Segunda Circular. Ah, como eu gosto desta história!
4- Bruno de Carvalho entrou em campo em Portimão qual um César regressado de uma campanha vitoriosa. Perante os adeptos sportinguistas, apresentou-se como a verdadeira, a única, vedeta da equipa. A seguir, passou boa parte do jogo a protestar ao vivo com os árbitros — excepto quando estes, no quarto minuto de descontos da primeira parte, inventaram um penalty para pôr o Sporting a ganhar. E, no final, porque, estando a perder, só lhe concederam mais 3 minutos de descontos, armou um escarcéu contra a arbitragem e até fez um comunicado a declarar que «detestava perder». Num jogo a brincar, de uma coisa chamada Torneio do Guadiana. Como será quando for a doer? Teme-se o pior: mais do mesmo Sporting de sempre, mas em versão Vale e Azevedo. Só faço uma pergunta: o que diriam se todo aquele escabeche tem sido protagonizado por Pinto da Costa?
13 de agosto de 2013
Outra vez, VP
Posted by Unknown | terça-feira, agosto 13, 2013 | 2013/2014, jackson, portototal, rolando, Vítor Pereira
Dois casos:
1- Rolando
Como já tinha escrito aqui:
- a passagem de Vítor Pereira pelo Porto foi um desastre...e deixou marcas dentro da estrutura do Clube...
A estadia dele pelo FCP transformou o balneário num campo de batalha... as batalhas VP davam para escrever um livro...
As guerras com jogadores, puseram em questão a vontade real de vários jogadores para ser campeões... VP pode agradecer ao Lucho e Helton, a pacificação do plantel no momento essencial para a conquista do título..
- Ele é daqueles, tem cara de santo mas só a cara, ele não é o que aparentava.. a imagem publica não corresponde a verdadeira personalidade.
Acho que muitas pessoas começam a entender isto..
Volto a escrever:
- VP no fim 1º ano já não tinha o apoio de Pinto da Costa, mas tinha o apoio incondicional de Antero Henrique, o que foi fundamental para a continuação do ex.
2- Jackson

«Ou renovo ou saio» - Jackson
O atacante sente-se valorizado pela campanha que fez na época passada e, mais do que deixar a porta da saída entreaberta, diz que chegou a altura do clube definir a sua situação. «Espero não forçar uma saída do FC Porto. Na verdade, espero mesmo não o fazer. O que está em causa é se renovo ou se saio! São as opções que existem para que as duas partes possam estar tranquilas», declarou, antes do primeiro treino da sua seleção em solo catalão.
O portototal foi dos primeiros anunciar a possível saída do ponta de lança
-só não percebia, quem é que estava a forçar a saída ... essas duvidas estão dissipadas...é o jogador....
Assim sendo depois das declarações de ontem, eu digo
Vai e não voltes, não és assim tão bom como pensas, bom bom era o Falcão, e quando ele saiu,
não foi o fim do mundo, e tua saída não significa o fim da hegemonia do meu porto.
este jogador é outro VP, não é o que aparenta,... não tem nada de santinho... basta ver as noticias que andou espalhar pela cs.
1- Rolando
Como já tinha escrito aqui:
- a passagem de Vítor Pereira pelo Porto foi um desastre...e deixou marcas dentro da estrutura do Clube...
A estadia dele pelo FCP transformou o balneário num campo de batalha... as batalhas VP davam para escrever um livro...
As guerras com jogadores, puseram em questão a vontade real de vários jogadores para ser campeões... VP pode agradecer ao Lucho e Helton, a pacificação do plantel no momento essencial para a conquista do título..
- Ele é daqueles, tem cara de santo mas só a cara, ele não é o que aparentava.. a imagem publica não corresponde a verdadeira personalidade.
Acho que muitas pessoas começam a entender isto..
Volto a escrever:
- VP no fim 1º ano já não tinha o apoio de Pinto da Costa, mas tinha o apoio incondicional de Antero Henrique, o que foi fundamental para a continuação do ex.
2- Jackson
«Ou renovo ou saio» - Jackson
O atacante sente-se valorizado pela campanha que fez na época passada e, mais do que deixar a porta da saída entreaberta, diz que chegou a altura do clube definir a sua situação. «Espero não forçar uma saída do FC Porto. Na verdade, espero mesmo não o fazer. O que está em causa é se renovo ou se saio! São as opções que existem para que as duas partes possam estar tranquilas», declarou, antes do primeiro treino da sua seleção em solo catalão.
O portototal foi dos primeiros anunciar a possível saída do ponta de lança
-só não percebia, quem é que estava a forçar a saída ... essas duvidas estão dissipadas...é o jogador....
Assim sendo depois das declarações de ontem, eu digo
Vai e não voltes, não és assim tão bom como pensas, bom bom era o Falcão, e quando ele saiu,
não foi o fim do mundo, e tua saída não significa o fim da hegemonia do meu porto.
este jogador é outro VP, não é o que aparenta,... não tem nada de santinho... basta ver as noticias que andou espalhar pela cs.
12 de agosto de 2013
Rolando acusa Vítor Pereira e Antero Henrique: "fizeram-me a vida negra"
Posted by Unknown | segunda-feira, agosto 12, 2013 |
Rolando quebra um logo silêncio e aponta o dedo ao ex-treinador Vítor Pereira e ao director-geral da SAD do Futebol Clube do Porto Antero Henrique. Em entrevista à Antena1, Rolando diz que "umas pessoas lhe fizeram a vida negra", numa clara alusão a Vítor Pereira e Antero Henrique.
O internacional português, que se confessa adepto dos dragões, diz que no último ano e meio lhe "fizeram a vida negra no clube". De titular indiscutível passou a dispensável e a treinar à parte.
Este ano, regressa a Itália, onde na temporada transata jogou por empréstimo no Nápoles, para alinhar no Inter de Milão, ex-clube do português José Mourinho. Na hora da despedida dos adeptos e do clube portista, Rolando não poupa nas críticas ao antigo treinador Vítor Pereira e a Antero Henrique, diretor-geral da SAD portista.
Voltamos ao ex. . Mais um que confirma tudo aquilo que escrevi neste blog. Apesar de Rolando não ser um exemplo de bom comportamento.
11 de agosto de 2013
10 de agosto de 2013
9 de agosto de 2013
Maçã valeu 12+ 5 milhões
Posted by Unknown | sexta-feira, agosto 09, 2013 |
Retirado de um blog vermelho, vamos ver se confirma- se ...
Bruma no Benfica por 5 anos
Ao que tudo indica esse rapaz desaparecido assinou por 5 épocas com o slbosta! Espero que faça valer o investimento que estamos a fazer nele. Parece que a novela Bruma acabou de vez e de uma forma encarnada :D
Ps- Fala-se também que Rui Patrício tem já um pré-acordo assinado com o Benfica por 5 anos.
O que acham destes negócios?
Ps- Fala-se também que Rui Patrício tem já um pré-acordo assinado com o Benfica por 5 anos.
O que acham destes negócios?
Acho que os viscondes tesos confirmam que são uns bananas.... podres...
Reyes, Ricardo, Tiago Rodrigues, Carlos Eduardo e Bolat são os outros reforços que não foram convocados.
Iturbe, Castro, e Abdoulaye são os outros jogadores que ficaram fora das opções do novo técnico portista.
Danilo cumpre castigo e falha o duelo com os vimaranenses, assim como o lesionado Izmailov.
Lista de convocados:
Guarda-redes: Helton e Fabiano:
Defesas: Maicon, Fucile, Mangala, Alex Sandro e Otamendi;
Médios: Lucho, Josué, Quintero, Fernando, Herrera e Defour;
Avançados: Jackson, Ghilas, Varela, Licá e Kelvin
8 de agosto de 2013
Ganhou o money, money...
Posted by Unknown | quinta-feira, agosto 08, 2013 |
Novelas que terminaram:
Lisandro López transferiu-se para o Al-Gharafa, do Catar, depois de quatro temporadas ao serviço dos franceses do Lyon. O clube francês anunciou a saída esta quinta-feira

Está confirmada a transferência do internacional brasileiro para a Ucrânia. O médio deixa, assim, de ser definitivamente hipótese para o FC Porto
Em relação ao Lisandro é inacreditável, um jogador com aquela categoria, jogar no fim do mundo, é uma estupidez ... mas, ...
O caso do Bernard, continuaremos ver, com olhos arregalados, o futuro deste jogador... para confirmar uma das duas hipóteses:
será o inicio de uma bela carreira ou fim dela?
DEIXOU O LYON
Lisandro López no Catar
Lisandro López transferiu-se para o Al-Gharafa, do Catar, depois de quatro temporadas ao serviço dos franceses do Lyon. O clube francês anunciou a saída esta quinta-feira
ASSINOU POR CINCO ÉPOCAS
Oficial: Bernard no Shakhtar
Está confirmada a transferência do internacional brasileiro para a Ucrânia. O médio deixa, assim, de ser definitivamente hipótese para o FC Porto
Em relação ao Lisandro é inacreditável, um jogador com aquela categoria, jogar no fim do mundo, é uma estupidez ... mas, ...
O caso do Bernard, continuaremos ver, com olhos arregalados, o futuro deste jogador... para confirmar uma das duas hipóteses:
será o inicio de uma bela carreira ou fim dela?
7 de agosto de 2013
6 de agosto de 2013
1- Os ingleses, que inventaram o futebol, continuam a acreditar que o principal objectivo do jogo é chegar ao golo. Por isso, em Inglaterra, as equipes jogam abertas e a procura do golo é constante. E, por isso, os estádios ingleses estão sempre cheios e as transmissões televisivas dos seus jogos são vistas no mundo inteiro. O FC Horto tem, sobre isso, uma lição recente, nos dois anos de Vítor Pereira à frente da equipa: ganhou, sim, dois campeonatos, mas o Dragão perdeu 20% dos seus espectadores habituais, entediados com aquele jogo de grande segurança defensiva e posse e mais posse de bola, sem o golo no horizonte. Sem dúvida que eu, e todos os portistas, esperamos que a lição tenha sido aprendida.
Porém, convidado para a prestigiada Emirates Cup, em Londres - onde as regras, atribuindo 3 pontos por vitória, mais 1 por golo marcado, foram desenhadas exactamente para promover o futebol de ataque, os golos e o espectáculo -, o FC Porto, de Paulo Fonseca, abriu a sua participação no torneio como se nada tivesse aprendido. Bem pode o novo treinador portista louvar-se da solidez defensiva (que foi um facto) e lamentar-se com os penalties falhados para justificar a derrota inaugural contra o Galatasaray. Mas o que mais fica é isto: em 90 minutos, a equipa criou apenas três oportunidades de golo, duas das quais de penalty. E, numa primeira parte em que esteve quase sempre por cima e dispôs da tal posse de bola tão louvada, não teve atitude para ir logo ali em busca do resultado, resguardando-se para o resto do jogo.
Não quero ser demasiado crítico com a equipa, numa fase que ainda é de experiências e em que os fracassos têm de ser perdoados. Mas fiquei apreensivo com aquele tipo de jogo, aparentemente voltando a desmentir, como já sucedera contra o Celta de Vigo, as excelentes indicações deixadas na digressão sul-americana. E fiquei apreensivo por desconfiar que, depois do grande e necessário reforço operado no meio-campo — em especial,com as aquisições de Herrera, Quintero e Josué —, se esteja a preparar um miolo em que tudo ficaria igual, para pior: Lucho com lugar cativo, mesmo quando totalmente desinspirado; Fernando também com lugar cativo mesmo continuando a abusar de faltas desnecessárias que resultam em livres e penalties que custam golos; e Defour na impossível tarefa de fingir que é Moutinho. Seria um desperdício e um desastre. E o mesmo se, depois de ter reintegrado e bem o Iturbe, de ter reforçado e bem a aposta no Kelvin, e de ter descartado, sem proveito algum, o Atsu, tivéssemos de levar com nova época do Varela, a arrastar os pés, num flanco sempre reservado para si. Seria um absurdo incompreensível que, seguindo a política habituai de vender dois jogadores determinantes por época, indo comprar uma dúzia em troca, se chegasse ainda à conclusão que todos os doze só servem para suplentes. O que eu temo exactamente não é que Paulo Fonseca leve uma época inteira a apostar em alguns jogadores só porque vêm de trás e eram os habituais, não dando verdadeiras hipóteses aos novos de se mostrarem. Mas temo que alguma juventude e falta de curriculum a este nível o levem a uma reverência desse tipo inicialmente e até que os resultados o obriguem a mudar de
apostas. Espero que os meus temores não tenham razão de ser e que Paulo Fonseca tenha a coragem de apostar de entrada naqueles que acha melhores para os seus objectivos, sem nenhuma concessão a nomes e antiguidades.
2- E isto vale, por exemplo e desde logo, para a inacreditável história dos penalties. Paulo Fonseca sabe que equipas como o FC Porto e o Benfica, que são quem mais ataca e mais golos marca, são também, e em consequência, aquelas que de mais penalties dispõem ao longo de uma época — entre 8 a 12, no campeonato. Sabe igualmente que muitas vezes, contra equipas completamente fechadas, o penalty acaba por ser a chave do jogo. E sabe ainda que, enquanto que o Benfica apenas desperdiçou um penalty no campeonato anterior, o FC Porto desperdiçou cinco em oito de que dispôs e ia perdendo o título exactamente por isso. Reincidir na escolha de jogadores que já demonstraram exuberantemente não terem características para marcadores de penalties, apenas porque eles se chamam Lucho ou Jackson Martinez, é pôr os jogadores à frente do interesse da equipa, arriscar desfechos como o de Londres e minar a própria autoridade do treinador junto da equipa. Para já, foi (quase) a feijões, mas como seria se tem acontecido num Benfica-Porto ou num jogo, da Champions?
Quando se sabe, marcar penalties é o gesto técnico mais fácil do futebol. Simplesmente, há jogadores que , ou não sabem ou não tem a concentração e calma suficientes na hora de rematar. Isso nada retira à sua qualidade como jogadores: grandes nomes do futebol não cobram penalties, porque há quem o faça melhor do que eles na equipa - e a equipa deve estar sempre em primeiro lugar. Insistir para que Lucho ou Jackson cobrem penalties, só porque são quem são na equipa, ou insistir para que o Defour cobre livres ou cantos (que, manifestamente, não sabe), só para fingir que ele consegue substituir o Moutinho, não é apenas um erro de casting: é um suicídio a prazo.
3- 0 futebol dura dez ou onze meses e as férias duram duas ou três semanas. Perder um dia de praia para ver um jogo de futebol foi uma decisão difícil, que fiz por dever de ofício. Mas, depois de ter visto o jogo contra o Galatasaray e de ter acordado na manhã seguinte com vento sul, deixando antever um grande dia de praia, já não fiquei em casa para ver o Porto contra o Nápoles. Afinal, ganhámos 3-1 e, não fosse a forma displicente como Lucho cobrou aquele penalty contra os turcos, teríamos acabado por ganhar o torneio! Remetido assim às crónicas do jogo, fiquei a saber que o Fernando ofereceu mais um penalty que deu em golo, que o Varela fez mais uma exibição à Varela e que o Quintero e o Herrera, tendo confirmado as suspeitas de que são dois grandes jogadores em potência, terão, segundo os cronistas, o seu futuro próximo assegurado: um, como suplente do Defour; o outro, talvez saindo da sua posição natural para ir jogar a extremo, destronando o Kelvin e o Iturbe. Assim se respeitará o quarteto intocável: Lucho, Fernando, Varela e Defour. Será mesmo assim? Não, não acredito. Acredito sim que Paulo Fonseca veio para triunfar.
4- O Real Madrid quer à viva força roubar o Bale ao Tottenham e o Nápoles quer roubar o Jackson ao FC Porto, para preencher o vazio da venda do Cavani ao PSG. Mas, como não querem pagar o valor das cláusulas de rescisão, seguem a estratégia mafiosa de primeiro seduzirem o jogador e o seu agente, a quem oferecem contratos milionários, e depois esperar que eles façam o resto do trabalho: começarem a dizer que se querem ir embora e tornarem-se elementos de destabilização dentro da equipa, com o objectivo final de levar os seus clubes à decisão do mal menor, vendendo pelo preço que os tubarões querem. O Real Madrid já é useiro e vezeiro nestas práticas, convencido como está de que é um clube imperial, a quem tudo é permitido. E pode fazê-lo porque a UEFA, que este ano introduziu uma coisa chamada fair-play desportivo, assiste a estas manobras assobiando para o ar.
5- Fiquei deveras impressionado com a quantidade de sportinguistas e benfiquistas que se indignaram porque o golo do FC Porto ao Celta de Vigo, no jogo de apresentação da equipa, foi obtido em fora-de-jogo e porque o Kelvin, segundo eles, devia ter sido expulso e não foi. Nem em férias eles se esquecem dos velhos hábitos, não percebendo que assim demonstram a importância que nos dão e o temor que nos têm! A mim, jamais me passaria pela cabeça gastar duas linhas com os erros de arbitragem dos jogos de preparação deles. Aliás, devo até confessar que não me dei sequer ao incómodo de ver algum, do Benfica ou do Sporting. Li que ambos têm uma grande equipa e folgo em sabê-lo. Quando começar a sério, logo me incomodarei a verificá-lo.
a bola
5 de agosto de 2013
Numa Equipa muito jovem, é essencial jogadores experientes.
Depois de Jackson ter falhado o penalti, toda gente pensou,tem a cabeça noutro lado, E está psicologicamente afectado mas. não é só, é evidente que não tem condições para continuar a marcar, não tem jeito, não vale a pena continuar a insistir. ponto.
Mas, o caso de Jackson toca ao de leve no caso de Lucho, ou seja o estado psicológico...
Lucho, encontra-se em dúvida se sai ou não, o que o destabiliza ao ponto de falhar um penalti, num torneio que não vale nada
Dentro da estrutura portista, existe o boato que, em princípio, Lucho vai sair...
Como, fã Lucho, não quero que saia, além de achar que equipa precisa de jogadores maduros, para fazer face ao que vem por ai.
Lucho , além de ser um grande jogador,dá equilíbrio á equipa, ao nível técnico/táctico, como no balneário... não se esqueçam que o nosso treinador é muito jovem...
4 de agosto de 2013
3 de agosto de 2013
2 de agosto de 2013
Hélder Conduto, Luís Costa Branco e João Martins integram redacção da Benfica TV
"Os jornalistas Hélder Conduto e João Martins, ambos ex-RTP, e Luís Costa Branco, responsável pela delegação do jornal “Sol” em Angola, integram a redacção da Benfica TV a partir desta quinta-feira.
Conduto assume a função de chefe de redacção do canal do Clube, que se reforça, assim, para os novos desafios que se avizinham.
Recorde-se que a Benfica TV transmite, já a partir desta época desportiva os jogos da Liga Zon Sagres no Estádio da Luz e tem o exclusivo para Portugal da Barclays Premier League.

1 de agosto de 2013
Benfica empresta Nélson Oliveira aos franceses do Rennes
Depois de ter sido elevado ao estatuto de estrela, antes do campeonato do mundo, ao ponto de ser o motivo de todas atenções, sendo a 1ª pagina por várias vezes.... durante aquele periodo só se questionava se Nelson Oliveira deveria ser titular na seleção, arrumando Postiga e Hugo Almeida... este ultimo, foi a 3 ª escolha do selecionador, Paulo Bento...
É aqui o ponto, que quero chegar!
o papel do selecionador... Paulo bento é considerado um homem muito honesto, é ele e o orelhas...
o papel do selecionador... Paulo bento é considerado um homem muito honesto, é ele e o orelhas...
a verdade , é que a seleção, desde a chegada do bronco, tem sido um campo de conflitos ( ex: carvalho)
e também foi durante toda esta epopeia, uma montra para o benfica e Sporting,
é evidente a preferência por jogadores jovens, ligados aos dois emblemas da capital ...
e bom futebol nada...
e bom futebol nada...
Pergunta: o que que o Paulo Bento ganha com esta escolha selectiva de jogadores?
porque jogadores, para jogar futuramente na seleção e darem um contributo positivo, nada... não se vê nada!, ... consequentemente, vão ficando de fora outros jogadores que estão a "explodir" em clubes fora da capital...
Coincidências:
Coincidências:
Por acaso quase todos os jogadores estão ligados a Jorge Mendes...
Que por acaso também é o empresário de Paulo.b ?
Que por acaso também é o empresário de Paulo.b ?
O que, esta por trás desta, momentânea publicidade...
e Quem ganha com ela?
Quanto?
É para isto que serve a seleção?
e Quem ganha com ela?
Quanto?
É para isto que serve a seleção?
Subscrever:
Mensagens (Atom)

