Porto Total, capital do dragão... summary_noimg = 550; summary_img = 450; img_thumb_height = 200; img_thumb_width = 200;

8 de agosto de 2014

Lille -Porto

Não vai ser fácil ! Já jogamos, nesta pré-epoca com franceses e foi muito difícil.

6 de agosto de 2014

GRUPO DOS NÃO CAMPEÕES

Cabeças de série:
Arsenal
FC PORTO
Zenit
B. Leverkusen
Nápoles

Não cabeças de série:
At. Bilbao
Lille
FC Copenhaga
Standard Liège
Besiktas

5 de agosto de 2014

O circo

1- Como todos os Verões, também este ano o Circo Victor Hugo Cardinali chegou à cidade de Lagos e instalou-se num descampado em frente ao campo do Esperança FC. Aí, soltou, entre grades exteriores, os seus animais de referência; leões, camelos, elefantes, cavalos. Ao ver o Circo Victor Hugo Cardinali, brilhante representante de uma dinastia de artistas de uma actividade já quase em desuso mas que fez felizes gerações de crianças, lembrei-me de outro circo ainda em actividade, mas este sem qualquer brilho, nem préstimo, representando apenas a absoluta falta de vergonha e podridão moral: o circo em que está transformada a Liga de Clubes. Também este circo tem leões, que o controlam e dominam, e outros animais que se imaginam selvagens, mas que não passam de pré-históricos. E palhaços, tristes e variados.

Um dos personagens inenarráveis deste circo é o dr. Carlos Pereira, o insigne presidente da assembleia-geral da agremiação. O tal que inventou um método infalível para evitar que o seu companheiro de assalto, o presidente Mário Figueiredo, fosse destituído pela vontade da grande maioria dos membros da Liga, recusando-se a convocar a assembleia para tal, sob o despudorado argumento de que não concordava com as razões da destituição. E que depois inventou ainda um fabuloso esquema para conseguir reconduzir o dr. Figueiredo no seu tacho (15 000 euros por mês, segundo Martins de Sá, mais alcavalas várias, carro de luxo e motorista): chumbou as candidaturas concorrentes e declarou a dele, todavia declarada irregular pelo CJ da Liga, como a única válida. Foi a tal manobra que deu pretexto ao mais inesquecível discurso alguma vez feito por alguém do futebol - o tal sobre os gazes e outros eflúvios em proveniência da parte terminal do aparelho digestivo — verdadeiro marco da cultura e da história do Sporting Clube de Portugal. Um discurso, note-se, de apoio total ao assalto à Liga por parte desta triste gente.

Não sei por que razão este jornal tem o hábito de, volta e meia, dar a palavra longamente ao infeliz Carlos Pereira, como se ele tivesse alguma coisa de relevante para dizer que não estivesse já plasmado na sua cara e nas suas descaradas manobras. Agora e com a anulação das eleições por ele organizadas, a oportunidade para o ouvir foi a sua inacreditável recondução em funções, fruto dos meandros jurídicos em que o futebol português é fértil e deixando adivinhar, evidentemente, nova chapelada promovida pelos mesmos. Da entrevista, publicada há dias, retive duas coisas: uma, a profundidade dos conhecimentos jurídicos do dr. Carlos Pereira, bem patente na teoria que engendrou excluir a lista de Fernando Seara das eleições anteriores. A lista, diz ele, estava incompleta, não contendo nomes para todos os órgãos sociais - e embora forçado a reconhecer que tal exigência não está contida nos estatutos, ele descobriu que, não sendo tal proibido, também não é expressamente permitido. É assim como se um policia nos estivesse a multar por estacionamento proibido num local sem qualquer indicação de tal e, perante os nossos protestos, ele explicasse: «De facto, não está proibido, mas também não está permitido». Em que Faculdade de Direito terá o homem sacado o seu canudo?

Mas o mais importante que retive da entrevista com este preclaro jurista foi a sua justificação última para todas batotas que promoveu e levou a cabo na Liga, a razão última para manter em funções o dr. Mário Figueiredo e a sua tropa de assalto. Após jurar que há-de morrer a ser do Benfica e a «lutar contra as trevas», ele explica em que consiste a sua cruzada: evitar que Benfica e Sporting «fiquem mais dez anos sem ganhar nada». Ou seja, preto no branco: ele e os outros estão lá, agarrados aos lugares, com recurso a todas as golpaças possíveis e imaginárias para beneficiarem o Benfica e o Sporting, evitando que o FC Porto possa continuar a ganhar. Eu já o sabia, mas dito por um deles tudo fica mais claro. Assim como fica mais clara a afirmação da direcção do Sporting, depois de as eleições por si cozinhadas terem sido anuladas no CJ, de que «continuará a pugnar pela transparência e pela verdade desportiva». De facto, ultrapassaram de há muito o limiar da sem-vergonha e nem se preocupam já em disfarçar. O que não diriam se o FC Porto tivesse tomado assim de assalto a Liga de Clubes, se os seus homens de mão tivessem recorrido a todo o tipo de trapaças para se agarrarem ao poder contra a vontade esmagadora dos outros clubes e se ainda, por absoluta incompetência, tivessem conduzido a Liga à ruína e à paralisação e, no fim de tudo, ainda se louvassem de estar a travar uma cruzada para evitar que Benfica e Sporting pudessem ganhar?


2- Em Liverpool, contra o Everton, 5º classificado da Liga Inglesa, vi um FC Porto que dominou por completo o jogo e o adversário, de princípio a fim. Mas que em meia parte em estilo espanhol, digamos assim, sem ponta-de-lança e com três avançados flutuantes, controlou todo o jogo mas nem cheirou a baliza, num futebol tão seguro quanto estéril e aborrecido. E uma segunda parte em que já com Jackson Martinez, de regresso ao seu estilo clássico de jogo, prometeu bem mais. Em termos individuais, de trás para a frente, espero que o erro tremendo de Fabiano no golo dos ingleses lhe tenha servido de lição para toda a época, pois que, na hora da sucessão de Helton, se há coisa que dispensamos outra vez é guarda-redes que comprometem com erros impensáveis nos momentos mais importantes. Nas laterais, Danilo tem de aprender a centrar em condições para aproveitar a facilidade com que se integra no ataque e Alex Sandro não terá nada a temer da concorrência do último espanhol desembarcado no Dragão - José Angel — cujos 15 minutos de estreia foram assustadores. Martins Indi deu boas indicações, mais lento e menos espectacular que Mangala, mas mais posicional e calmo, e Maicon mostrou que é agora indispensável. Na posição 6, não há, neste momento, concorrência à altura dos surpreendentes desempenhos do miúdo Bruno Neves — ainda para mais, português e da formação. No meio campo criativo, grande destaque para Brahimi e Oliver Torres, numa zona onde existem ainda Quintero, Carlos Eduardo, Herrera e Casimiro (que também é 6): foi fome que deu em abundância. Nas alas,, nova desilusão do tão celebrado Adrian López, boas indicações de Quaresma e Tello, e ainda sobram Kelvin e Ricardo. Na frente, como já foi escrito, Jackson surge como uma das principais aquisições desde que daqui até 31 de Agosto não se consume uma desagradável reviravolta.

Enfim, parece faltar apenas uma alternativa a Jackson Martinéz para que Lopetegui se possa dar por imensamente satisfeito com a equipa que lhe puseram à disposição. Nem mesmo a continuação da «transparência» e da «verdade desportiva», em versão lisboeta, lhe poderá servir de salvaguarda para uma época de insucesso. Que todos os portistas acreditam que não acontecerá.

3 de agosto de 2014

F.C. Porto empata com Everton



Num jogo de pré-época ... com muitos erros e muitas alterações que originaram consequentemente a normal falta de ligação !
Mas, foi positivo porque notou-se evolução!
Com a falência provocada pelo lunático.... queriam ganhar a liga dos campeões! ah!numa época em que os grandes reforços serão os árbitros (como sempre)

É a grande Dúvida do momento....

A fuga dos ratos...

Será que o clube do elefante branco vai manter o treinador? Ou, também vai ter treinador novo!

Já tinha referido, pelo andar das coisas... e pelo seu ego, a duvida seria se o treinador das galinhas malucas começa a Liga no banco ( Do BES )

Vamos apostas:

Quem acredita que o mestre da pastilha não vai abandonar o titanic?

Depois de ontem ter levado 5, hoje levou 3 do aprendiz! É demais para o fanfarrão!

"Penso não perder mais nenhum 

jogador, senão também vou", diz 

Jorge Jesus


"Penso não perder mais nenhum jogador, senão também vou", diz Jorge Jesus

O treinador do Benfica, Jorge Jesus, assumiu que não está preparado para perder Enzo Pérez. Aliás, até foi mais longe e avisou que também pode bater com a porta se continuarem a sair jogadores...

2 de agosto de 2014

Mais um episódio da novela Martínez

Jackson Martínez renova pelo F. C. Porto até 2017

O F. C. Porto anunciou, este sábado, a renovação do contrato com Jackson Martínez, passando o avançado colombiano a estar ligado aos dragões até 2017. Antes, o contrato era válido até 2016.

A cláusula de rescisão passará a ser de 35 milhões de euros na época 2015/16. Até lá, mantém-se o valor de 40 milhões de euros.
Jackson Martínez, de 27 anos e melhor marcador da Liga nas últimas duas épocas, regressou a Portugal na segunda-feira passada, após as férias que se seguiram à participação no Mundial, e, à chegada, disse que a vontade era continuar no Dragão. A renovação vai ao encontro ao seu desejo.
Este sábado, o ponta de lança viajou com o plantel azul e branco para Inglaterra, para um estágio que durará até 9 de agosto e que terá dois jogos de preparação. No primeiro, a realizar este domingo, a equipa de Lopetegui vai medir forças com o Everton (16 horas, SportTV1).

JN

Isto, é para continuar?

Ai tanta preocupação


1 de agosto de 2014

                 Rolando equaciona Lei Webster



Central tem mais de 28 anos e já cumpriu pelo menos dois anos do contrato. Porém, isso não significa que possa simplesmente rescindir com o FC Porto

ojogo

Quando saiu a aquela noticia  ( da rescisão por justa causa) no jornalixo inimigo nº 1 do Porto,  estava-se a ver que o problema seria decidido da pior maneira. A tal noticia era uma encomenda feita pelo jogador ao lixo, para ameaçar o clube.... mas,  também era um sinal que o atleta estaria disposto a tudo!

31 de julho de 2014

Teremos direito a desconto... de revenda é claro!


                            Andrés Fernández

                    

O novo guarda- redes

29 de julho de 2014

Los nuevos tiempos de Porto

1- Julen Lopetegui parece-me um tipo simpático e dotado de senso comum, o que já não é pouco, pois nem sempre acontece com os treinadores. Espero - o que já seria muito - que ele não pertença àquela categoria de treinadores que conseguem avaliar o jogo e os jogadores ao contrário do que o senso comum e olhar da bancada vê. Estou cansado de treinadores que não sabem ou não querem distinguir um bom jogador de um jogador medíocre e que confundem um mau desempenho com um desempenho aceitável. Mas Lopetegui, ao chegar ao FC Porto (que não é propriamente um clube menor e habituado às derrotas), assumiu um imenso risco, pois que, como escreveu alguém há dias, ele contrariou o princípio contratual entre um treinador e um clube. O princípio estabelece que um treinador chega, chega para treinar a equipa que existe, e não o contrário: sem prejuízo de, obviamente, o treinador poder desejar e pedir reforços que lhe são ou não entregues, a regra é que ele veio para treinar aquela equipa e não outra, a inventar. Mas é isso mesmo que, aparentemente, Lopetegui está a fazer no FC Porto: inventar uma nova equipa para treinar.

A ideia não deixa de ser aliciante (e por isso o Dragão encheu-se para ver o jogo de apresentação da nova equipa de Lopetegui), mas contém riscos e suscita legítimas questões: questões óbvias do ponto de vista financeiro e questões pertinentes do ponto de vista desportivo. De três em três dias, chega ao FC Porto, por indicação de Lopetegui, um novo jogador que, ou é espanhol, ou vem de Espanha. E isso leva-nos forçosamente a perguntar: seriam precisos assim tantos novos jogadores? Não vamos cair, uma vez mais, num excesso de plantel que afasta jogadores promissores que não chegam a ter tempo de evoluir? Não vamos, uma vez mais e com a excepção aparente do jovem Rúben Neve, desprezar toda a formação das escolas do clube? Não vamos deitar por terra todo o trabalho de scouting do clube, como se, de repente, só houvesse jogadores apetecíveis em terras de Espanha? Não vamos transformar uma equipa de raiz (vagamente, é certo) portuguesa numa equipa de matriz exclusivamente espanhola? E será que o novo treinador, querendo introduzir na equipa as boas soluções da recente escola espanhola, só o poderá fazer com jogadores formados em Espanha?

Bom, não sei, sei que são perguntas que fatalmente me ocorrem ao espírito, e embora deva confessar que, nesta matéria das estonteantes pré-épocas de intermináveis negócios, eu sou, por natureza, um conservador: para mim, o normal numa equipa habituada a ganhar, é comprar, no início de cada época, não mais do que quatro ou cinco jogadores, dos quais dois para entrarem de caras no onze principal; tentar, correspondentemente, livrar-se de outros 4/5 jogadores que já tenham tido tempo suficiente para demonstrar que não evoluem o necessário; e promover ao plantei principal 2/3 jogadores vindos dos juniores ou da equipa B. Ou seja, garantir, de ano para ano, uma matriz fundacional da equipa, que assegure a continuidade, com renovação parcial, de uma escola de trabalho mantida e aperfeiçoada ao longo dos tempos. O que agora se está a assistir no FC Porto é o oposto disso: é e revolução integral ou quase. Como disse, e lembrando a pobreza exibicional e competitiva da equipa desde a saída de Villas Boas, a mudança de agulha promovida pelo novo treinador não deixa de ser aliciante - desde que resulte.

Enquanto muitas caras novas entram, alguns vão sair. Entre os nomes apontados ou já confirmados, devo dizer que não tenho qualquer objecção a opor e que eles me parecem, aliás, confirmar o tal critério de bom-senso que julgo adivinhar em Lopetegui. Defour e Varela, os meus leitores sabem que não morro de amores por eles e que será sem pena alguma que os verei partir para novos horizontes onde ambos estimam vir a ser melhor apreciados. Josué e Abdoulaye são dois jogadores que verei partir com pena, mas apenas com pena de não terem conseguido confirmar as esperanças neles depositadas e aproveitar as oportunidades de que gozaram. Licá foi sempre um erro de casting e Ghilas nunca conseguiu demonstrar, nem de perto nem de longe, porque razão valeu há um ano os exorbitantes 3,8 milhões que a SAD do F.C. Porto pagou por metade do seu passe - e cuja incredulidade, por mim aqui manifestada, me valeu, aliás, o processo que a SAD me interpôs e que decorre em tribunal. E onde eu aguardo com curiosidade para ver algum responsável da SAD explicar porque se oferece 3,8 milhões por metade de um passe de um jogador cuja cláusula de rescisão era de 2 milhões e que, passado um ano e 4 golos marcados como goleador, é dispensado. Mas isso são contas de outro foro e de cujo desfecho a seu tempo darei notícias.

Do pouco que vi dos desafios de pré-época, não tiro, para já, nenhumas conclusões; nem boas nem más, é para isso que servem os jogos de pré-época. Não tiro conclusões, nem dos jogos do meu clube, nem dos jogos dos seus rivais: não embandeiro era arco com as notícias das dificuldades que Jorge Jesus está a ter para reerguer uma equipa desfeita nem levo a sério a euforia dos adeptos e alguns responsáveis sportinguistas (não o seu treinador) com os bons resultados dos jogos de preparação. E até sorrio quando leio que um novo jogador sportinguista, estrangeiro e sem nada conhecer dos rivais e do campeonato português, apresenta o Sporting como o principal candidato ao título: eis o espírito sportinguista de sempre, o que eu mais gosto. No futebol como no resto, o que eu mais temo são os adversários silenciosos, que trabalham na sombra e a longo prazo, sabendo que não interessa começar bem para acabar mal; já os outros, os que acham que quinze dias de trabalho já chegam para se imaginarem campeões, esses, a gente come-os ao pequeno-almoço.

Não dou, portanto, quase nenhuma importância ao desempenho portista nesta pré-época, sobretudo nas mãos de um treinador novo e vindo de fora, com uma equipa quase toda nova e vinda de fora. E prefiro ver jogadores cansados agora, porque estão a ganhar envergadura física para uma época inteira, do que vê-los cansados em Dezembro ou Março, quando tudo se decide. Fico contente por saber que, em teoria, pelo menos, o FC Porto se reforçou onde mais devia - no meio-campo criativo, com jogadores como Óliver e Brahimi, a juntar a Quintero, Herrera e Carlos Eduardo - e que dispõe, à partida, de duas duplas de extremos que permitem sonhar alto - Quaresma e Ricardo, a acrescentar a Adrián López e Tello. Falta, e não é pouco, ver resolvida a questão do ponta-de-lança: sai ou fica Jackson? Se sair, arranja-se alguém que dê o mínimo de garantias para lugar tão importante? Ou, correndo todos os riscos inerentes, Lopetegui quererá experimentar a alternativa de um onze sem ponta-de-lança natural, ao estilo espanhol?

2- Sempre achei que um bom ambiente de trabalho, um escritório ou umas instalações bonitas, podem fazer muito pela produtividade de quem trabalha. Foi assim com grande satisfação que vi Óliver Torres, novo reforço portista, afirmar-se feliz por se estrear com a camisola azul e branca num estádio tão bonito como o Dragão. Porque é, de facto, o estádio mais bonito que eu já vi e porque é bom ver um jogador de futebol que liga importância a isso e não se limita a debitar banalidades, como se todo o mundo que o rodeia lhe fosse indiferente.
a abola

28 de julho de 2014

Precisa-se de juízo... anda perdido, outra vez!



Em Itália, avança-se que o lateral-esquerdo chegou a acordo com o FC Porto
José Ángel já terá tudo acertado para rumar ao Dragão. A notícia corre em Itália e dá conta de um possível empréstimo do lateral esquerdo por parte do Roma.

Nas últimas duas temporadas, Ángel, 24 anos, atuou por empréstimo na Real Sociedad, onde realizou 42 jogos e apontou um golo.

Alex Sandro pode, finalmente, ter concorrência na lateral esquerda, sendo que Lopetegui também já reforçou a importância de ter dois jogadores por posição.

Achava que se iria....

Apostar em Grandes jogadores internacionais e na prata da casa! 

As 1ªs transferências estive quase de acordo a 100%, agora parece que se está voltar a ir pelo mesmo caminho, ou seja, em direção ao normal, á bagunça!



Ontem, quase todos os portistas perceberam.... Que:


Se o clube do regime está destruir a sua equipa, nós também....

Não se aproveita nada? Nem Fabiano?

Lopetegui, que tal acabar com as experiências e começar a fazer um onze!

E parar com a contratação de medianos atletas espanhóis e apostar em jovens portugueses do clube!

Precisa de tempo! Claro, se acabar com as maluqueiras! Ajuda a poupar tempo!

Varela quer sair... Já vai tarde!  xau!




Será que vai sair.... 

Quintero apontado ao Arsenal



Em Inglaterra asseguram que o clube inglês prepara uma oferta pelo colombiano, que pode ultrapassar os 25 milhões de euros.
O Arsenal fechou a contratação de Ospina para a baliza e há quem assegure que os gunners "atacam" um outro colombiano: Juan Quintero. Segundo o "caughtoffside.com", Arsène Wenger está interessado no médio do FC Porto, sendo de esperar uma proposta a rondar os 20 milhões de euros.

A determinação do treinador do Arsenal, segundo a mesma notícia, deve esbarrar no preço pedido pelos dragões, mas mesmo nesse caso o clube inglês parece disposto a subir a parada e colocar mais de 25 milhões em cima da mesa.
Porque vai entrar muito dinheiro, há que gastá-lo como sempre, sem nexo?

Outra má noticia....

Oficial: Ricardo Costa ruma ao Catar



Central de 33 anos assinou contrato com o Al Sailiya
Já é conhecido o futuro de Ricardo Costa, depois do português ter terminado a ligação ao Valencia. O central, 33 anos, vai jogar no Al-Sailiya, do Catar.

25 de julho de 2014


"Não sei se merecia tanto"




Merecia muito mais, para mim, o Deco foi durante o período (2002 -2006) o melhor jogador do Mundo!

Obrigado por tudo!

Um Jogador à FC Porto




Noticia do AS

Se ainda viesse fazer a diferença!

Esta contratação,  não percebo muito bem! Quantos guarda-redes sob contrato, temos ? Então, banais são quantos?

24 de julho de 2014

No fundo, foi outro empréstimo!

Comprou por 6.5milhões de euros e agora dragões alienam 80% do passe ao fundo Doyen, por cinco milhões

A operação anunciada esta quinta-feira pela SAD portista à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários vem confirmar o papel da Doyen Sports no financiamento da aquisição do médio argelino, de 24 anos.

Eis o comunicado:

"A Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD, nos termos do artigo 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, vem informar o mercado que alienou, em regime de associação económica, 80% dos direitos económicos do jogador Yacine Brahimi pelo montante de 5.000.000euro (cinco milhões de euros), à Doyen Sports Investments Limited.

Mais se informa que no mesmo acordo está contemplada a opção de recompra dos direitos acima referidos."

O fundo de investimento Doyen Sports tem como administrador executivo o português Nélio Lucas

Também a Doyen Sports já oficializou a operação no seu site oficial.

"A Doyen tem orgulho em cooperar e financiar a transferência de Yacine Brahimi do Granada para o FC Porto. Outro talento a juntar-se à nossa lista. Depois de um grande Mundial, a Liga portuguesa e a Liga dos Campeões poderão ver um dos jogadores com mais técnica! Boa sorte Brahimi."


23 de julho de 2014

Brahimi por 6,5 milhões



Dragões comunicaram à CMVM o acordo com o Granada para a trasnferência do argelino
O FC Porto comunicou à CMVM que chegou a acordo com o Granada para a transferência de Brahimi, pagando 6,5 milhões de euros pela totalidade do passe.

O jogador argelino, de 24 anos, assinou por cinco temporadas com os azuis e bancos (até junho de 2019), tendo sido fixada uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros.

O médio ofensivo chega ao FC Porto depois de duas épocas ao serviço do Granada. Na última temporada, cumpriu 36 jogos no campeonato espanhol e marcou três golos.


22 de julho de 2014

A resposta á ralé! Ajustar as contas!

Unos 45.000 aficionados en el Bernabéu para recibir a James



De facto o Pinto fez um mau negócio, foi baratinho o Colombiano!

Há um ano, o Porto "teve" que vender a famosa "maça podre" e o James. Um negócio total de 70 milhões ( 45 m de James e 25 de Moutinho). O palhaço verde veio gritar que que tinha sido roubado( que o presidente estava velho, tinha perdido as faculdades, etc), com a maioria da Comunicação social a confirmar a especulação do ralé ( como sempre fez). Agora o rato está calado, como a maioria da CS ! é melhor! Para continuar a fazer papel de bananas...... o silencio é precioso! A inútil famosa CS  devia retratar-se! Não? é pedir muito? 

No ano passado... o porto teve que vender e outros reforçaram o plantel para conseguir ser campeão! Além de ter que assistir a baixezas (dos viscondes falidos) inacreditáveis...

Muitos portistas defendiam a tese que James era avançado e muito jovem e o Moutinho era e é centro-campista ( o valor de mercado é sempre inferior á de um avançado) e com mais idade!
Não! Não! o Moutinho valia mais do que James ( para os tontinhos do costume). Hoje essa teoria foi para lixeira! São uns idiotas!

Agora o  Mónaco conseguiu quase dobrar a quantia paga ao porto (80 milhões, 1.2 m vem para o Porto)! Neste momento até podemos dizer, que se o Porto tivesse esperado uma época, tínhamos feito o negócio do século! Nós vendemos, o clube do regime foi buscar um camião de sérvios e vender nada!Não seia estranho?E...
Naquela altura os mouros interrogavam-se com tal gestão ?Não! Além de terem recebido ZERO pela transmissão de jogos do clube!E os jornalistas, ou melhor os supostos jornalistas também se interrogavam-se com o poço de petróleo na luz?

Alguém achou estranho as compras do orelhudo! Agora andam a vender ao desbarato!Pudera!

Gentinha ! A Baixeza da capital da província!

Business as usual

1- Guerras de empresários, cenas de pancadaria, mais suspeitas sobre os fundos de jogadores, negócios de milhões, falências à vista: bem-vindos a mais uma época do futebol português, em tudo semelhante às anteriores.

Comecemos pela anunciada iminente falência da própria Liga de Clubes, que obrigou o seu presidente, o notável Mário Figueiredo, a ter de fazer uma insólita declaração de que os campeonatos não estavam em risco. Porém, ao que parece, tal declaração não terá tranquilizado ninguém, pois que, como aqui se explicava há dias, consta que, enquanto o seu presidente continua a auferir o seu generoso salário e a usufruir de motorista em carro topo de gama, os funcionários da Liga já não receberão salários e os fornecedores não são pagos — todos à espera que o Sr. Figueiredo produza a montanha de dinheiro que prometeu sacar à Olivedesportos pelas transmissões televisivas, e as sim sem mais. Este homem, passe o seu descaramento, é, de facto, um fenómeno: deve ser o único presidente de uma qualquer instituição planetária que conseguiu manter-se em funções porque o seu presidente da Assembleia Geral recusou-se sistematicamente a convocar uma assembleia para o destituir, invocando sucessivos pretextos jurídicos, até terminar num deveras inatacável: ele não concordava com as razões para a destituição e era ele, não os sócios, que tinha de concordar. Depois, ainda teve o topete de se reapresentar a eleições e, sempre contando com a mesma ajuda, inventou um esquema infalível para evitar a sua mais do que certa derrota, qual foi o de declarar irregulares todas as candidaturas menos a sua. E, assim reeleito com 25% dos votos, incluindo o do Sporting, cujo presidente viu nele o verdadeiro símbolo da transparência no futebol, o papel higiénico capaz de limpar as emanações escatológicas do orifício anal (conforme explicou num discurso que para sempre marcará a história do nosso futebol e dos seus dirigente?), o Sr. Mário Figueiredo aí está, firme como uma rocha, a fazer da Liga de Clubes um cadáver adiado, cuja única razão de ser reduz-se a manter o seu próprio tacho e fazer os favores necessários aos clubes que o apoiarem, com o Sporting à cabeça e o Benfica na expectativa. Anuncia-se um desastre inaudito: talvez a suspensão ou anulação do campeonato, aí por alturas do Natal, quando se perceber que o Sporting não vai ser campeão. Seria mais uma fórmula inédita de garantir a transparência.

2- Lá pela minha terra, no meu clube, sucedem-se as revoadas de contratações que tanto animam e agitam os dirigentes nesta época do ano. Desta vez, parece que a animação é maior do que nunca, com cenas de bofetadas, de insultos e de chega-para lá entre empresários e dirigentes. Segundo relatam os jornais, guerra intestina estará a ser ganha pelo ex-filho pródigo do presidente, regressado em força e em grande estilo para prestar ao clube os relevantes serviços que os sócios tão bem conhecem do passado. Mas não hei-de morrer sem ver o meu clube ser dirigido por gente que nada queira ganhar com ele.

Do novo treinador e dos reforços, nada posso dizer, por enquanto. A verdade é que não conheço um nem os outros. Gosto que a escolha tenha recaído num estrangeiro, mas, como todos, sinto alguma apreensão por se tratar de alguém que vai aprender agora a treinar um clube, e não já selecções jovens. Quanto aos reforços, dizem-me que são bons e eu quero crer que sim, mas também sinto alguma apreensão, pela sustentabilidade dos investimentos feitos num clube em pré-falência, como todos, e que, mais uma vez, dá indicações de ir desprezar as escolas de formação do clube, a experiência da Equipa B e o mais que defunto Projecto Dragon Force. Os clubes estão cheios de boas intenções que, na época dos negócios, são rapidamente esquecidas.

Neste momento, e sem ainda ter visto nada, o que tenho de mais sólido e esperançoso, a nível de reforço da época portista, é o desmembrar da grande equipa que o Benfica tinha e uma vaga, ténue possibilidade, (mas em que francamente não acredito) da venda de Varela e Defour (este último, com uma única aparição no Mundial, onde revelou o seu ponto mais forte, já conhecido dos portistas, que é a inteligência de se fazer expulsar ainda na primeira parte dos jogos mais importantes). De resto, duas certezas: uma, a de a língua oficial do clube, este ano, é o espanhol; e outra, a de que não vai ser fácil preencher a quota de jogadores formados no clube, para efeitos de inscrição na Champions. Aliás, a entrada no quadro final desta competição, ultrapassando a pré-eliminatória, vai ser, desde logo, o primeiro objectivo a atingir na época, sob pena de as grandes expectativas que se estão a criar levarem logo um forte e traumático rombo inicial.

3- Grande parte destes constantes negócios de compra e venda de jogadores, sobretudo nos grandes, passa por essa entidade misteriosa que são os fundos de jogadores. Anteontem, o Diário de Notícias trazia uma longa investigação sobre o assunto, mas que, infelizmente, não conseguia avançar muito no esclarecimento. Fiquei a saber o que já sabia; que estão proibidos em Inglaterra e em França, que a UEFA os quer banir mas a FIFA não. Que os fundos são essenciais para que os grandes clubes portugueses possam competir a alto nível, obtendo co-financiamento na compra de jogadores de qualidade, mas que a sua opacidade e o cruzamento entre os investidores dos fundos, os empresários de jogadores e, possivelmente até, dirigentes dos clubes, é fonte de toda a ordem de suspeitas e prejuízo na formação de jogadores portugueses. Porque o negócio dos fundos exige uma alta rotatividade de jogadores, constantes negócios de compra e venda de estrangeiros, prejudicando seriamente a formação e os atletas portugueses. Entre estes interesses opostos entre um mal necessário e outro, a única coisa que parece evidente é a necessidade de que os fundos sejam regulamentados e abertos. Nomeadamente, que se saiba quem são os seus detentores e principais investidores e que estejam disponíveis a quem quer que queira investir neste negócio. De outro modo, tudo é demasiado opaco e nebuloso, passando-se em sociedades off-shore, que não se sabe a quem pertencem, logo que interesses servem realmente. O futebol é cada vez mais um negócio multinacional, em que muitas empresas e muita gente ganha fortunas. Mas, curiosamente, há uma entidade que raramente ganha a prazo, que é quem paga a fatia de leão dos custos e à roda de quem todos gravitam: os clubes. E o que é estranho é que, enquanto cada vez mais dinheiro circula e mais gente enriquece, do Real Madrid ao Beira-Mar, os clubes têm quase todos em comum uma coisa: estarem tecnicamente falidos. Dá que pensar...

4- Muito cautelosas e avisadas as declarações iniciais dos treinadores dos três principais e crónicos candidatos ao título. Julian Lopetegui mostrando-se satisfeito com a evolução dos trabalhos e com a equipa que terá ao dispor — grande parte dela escolhida a dedo por si. Jorge Jesus assistindo, sem angústias aparentes, ao desmoronar da equipa que na época passada tinha ao dispor, dizendo que o Benfica está a pagar o preço do sucesso. E Marco Silva recusando, com a elegância que sempre mostrou, o favoritismo que os dirigentes do clube querem atribuir ao Sporting — como de costume, sem se preocuparem em levar em conta o que os rivais possam fazer. Oxalá todos mantenham a mesma contenção ao longo da época, a benefício de uma disputa sem golpes baixos, imune à histeria e desejo de protagonismo dos dirigentes.

Abola

21 de julho de 2014

Ricardo Costa no Porto?

Saiu do Valência. .. pode confirmar aqui.




O patrão da defesa do Porto?

O Ricardo é um grande Portista!  Com muita experiência ( neste momento é essencial para o sucesso da defesa), um grande líder de balneário (outra qualidade necessária, neste momento).

Seria muito bem vindo.  Depois de uma passagem fugaz pelo seu clube do coração ( o Ricardo conseguiu ser, por várias vezes campeão nacional,  campeão europeu e Taça UEFA) seria um retorno pela porta grande.


A estranha mensagem de Helton!

Pode ver aqui!

Se significa o fim. ...
Só posso dizer:

MUITO OBRIGADO ! Felicidades!