9 de julho de 2014
8 de julho de 2014
1- Já vou falar de futebol, que é aquilo que mais nos ocupa. Mas, antes de ir ao grande futebol do Mundial e ao futebolzinho nacional, de intrigas e lamurias, deixem-me falar do desporto que, por diversas vezes já, considerei o mais espectacular, o mais sério, o mais próximo do ideal de desporto: o ténis. O ténis é um duelo arrebatador, exclusivamente determinado pela classe, pelos recursos técnicos, pela combatividade e pela capacidade de superar-se emocionalmente. No ténis, não há jogadores com tatuagens nem penteados ridículos, a dizerem baboseiras de circunstância, tais como «há que levantar a cabeça»; não há treinadores histéricos aos gritos, nem reclamações com o árbitro nem teorias da conspiração; não há desrespeito pelo público ou pelo adversário, há sim uma tradição de verdadeiro fair play que obriga a agradecer ao primeiro e a cumprimentar o segundo, no final.
Se alguém um dia me quiser dar um presente inesquecível, dê-me, por favor, um bilhete para a final de Wimbledon — em minha opinião, o melhor espectáculo desportivo do mundo. No ano passado, tentei o que pude, mas não consegui um ingresso para a final de Wimbledon, no mítico All England Lawn Tennis Club. E assim, anteontem, mais uma vez, lá me sentei em frente à televisão, para presenciar uma final inesquecível, que durou quatro horas de jogo a altíssimo nível (à atenção da equipe técnica da nossa Seleção de futebol: sem cãibras, nem entorses, nem roturas!). Julgo que desde a épica final em que John McEnroe quebrou os cinco anos consecutivos de vitórias de Bjorn Borg, que não assistia a uma final de Wimbledon tão empolgante. Quem viu, nunca mais esquece, quem não viu, nem sabe o que perdeu, é como ter visto dançar a Margot Fonteyn e o Rudolf Nureyev no Lago dos Cisnes. Djokovic (que vi, ao vivo, dar os primeiros passos como profissional, no Open do Estoril), conseguiu a sua segunda vitória, impedindo que Federer aumentasse o seu recorde de oito vitórias em Wimbledon e que se tivesse tornado, aos 32 anos, o mais velho vencedor de sempre. Conseguiu-o essencialmente graças ao seu demolidor jogo de fundo de court e aos seus fabulosos passing shots (16 winners, no total!). Mas eu, claro, estava por Federer, que julgo ser o melhor, mais completo e mais elegante jogador que alguma vez vi. Em minha opinião, só perde para o meu ídolo McEnroe no fascínio que a rebeldia deste, o seu carácter e o seu ténis de eterno risco, sempre ao ataque, despertava em mim. Mas Roger Federer é, de facto, o jogador e o desportista perfeito. Muito melhor que Djokovic na rede e nas bolas mais técnicas, e muito melhor no serviço (22 ases durante a final!). Além disso, anteontem terá sido, muito possivelmente, a última hipótese de Federer, já na fase descendente da sua incomparável carreira, chegar à final de Wimbledon. Embora tenha prometido voltar para o ano ao torneio, ele próprio o deve ter sentido - como ficou patente na forma como desafiou todas as previsões quando, a perder por 2-1 em sets e 5-2 na quarta partida, acabou a vencê-la por 7-5, forcando a negra. Quem viu, não esquecerá nunca.
2- Torci em vão pela Colômbia contra o Brasil. Não, porque prefira a Colômbia ao Brasil, como país (longe, muito longe disso!), mas porque a selecção da Colômbia tem muito do que foi e ainda é o meu FC Porto. E porque não suporto Scolari e a sua eterna sorte, que ele faz passar por talento. Qualquer um estaria na iminência de ser campeão do mundo com esta selecção brasileira, sem ter de passar pelos sufocos que ela tem passado e sem ter de apresentar um futebol tão triste e tão calculista. Ver os jogadores de luxo do Brasil passarem os últimos 20 minutos do jogo contra a Colômbia a chutarem a bola para onde estavam virados e para o mais longe possível da sua área, foi um atestado de incompetência passado a Scolari. A Alemanha, hoje à noite, vai ser o verdadeiro teste de fogo do Brasil. E, sem Neymar, vai ver-se o que vale realmente esta Selecção. Já não é sem tempo.
3- Tenho-me perguntado várias vezes o que pensará Vítor Pereira ao ver James Rodríguez, um jogador que ele desprezou, ser unanimemente considerado o melhor do Mundial. É que nem vale a pena vir com a desculpa de que já passaram dois ou três anos e que o James de então não era igual ao de hoje: era sim, já o tinha mais do que provado para quem quer que soubesse ver futebol e no ano anterior, na fabulosa equipa de Vilas Boas (lembram-se: ataque com Hulk, Falcão e James, com Guarin e Moutinho atrás?). É por estas e outras que eu não enfio a carapuça que Jorge Jesus propôs aos médicos e advogados que falam de futebol sem nada perceber: eu passei um ano inteiro, desesperado, a escrever aqui que não entendia que Vítor Pereira preferisse Varela ou Cristian Rodríguez (e até, às vezes, Mariano González!) a James e o ignorante era eu? E o Atsu, que ele também deitou fora e que Mourinho foi buscar? E o Candeias, que o próprio Jorge Jesus acaba de aproveitar para o Benfica? Não, desculpem lá, eu nunca entendi, nem quero entender, os treinadores que, ou não sabem distinguir um jogador excepcional de um jogador banal, ou, sabendo-o, acham muito perigosos e inconvenientes tacticamente os grandes jogadores. É essa mentalidade pequenina que leva um Paulo Bento a deixar de fora do Mundial jogadores como o Bebé ou o Ricardo Quaresma. Quem tem medo dos grandes jogadores, que compre um cão!
4- Tenho muito respeito por Augusto Inácio e não esqueço o que o FC Porto lhe deve, como jogador e como treinador. E também percebo que, no novo Sporting, da transparência e de Bruno de Carvalho, convém adoptar obedientemente o discurso oficial. Mas, porque tenho respeito por ele, lastimo que Augusto Inácio não revele, já nem digo respeito pela verdade, mas, ao menos, pela inteligência alheia. Quando na Gala do Sporting, talvez empolgado pela presença dos seus dois presidentes (o do clube e o da Liga de Clubes), ele veio afirmar «esperamos que haja verdade desportiva, porque, no ano passado, nos momentos chave, houve sempre um dedinho a impedir nos de somar pontos e com os outros foi ao contrário», Inácio prestou-se a gozar connosco. Ora, por favor, deixe-me reavivar a sua memória desportiva. Dois desses momentos chave, foram, como é evidente, os dois jogos contra o FC Porto, onde se decidia o segundo lugar e o consequente acesso à Champions que, só por si, vale oito milhões de euros. E o que sucedeu nesses dois jogos? No primeiro, no Dragão, nada: o FC Porto ganhou 2-0 sem espinhas e nem a mais exaltada voz sportinguista se ouviu a reclamar o que quer que fosse. Em Alvalade, sucedeu isto: com 0-0, Jackson foi abalroado pelas costas por Cédric, quando, isoladíssimo, ia cabecear para a baliza deserta, a um metro de distância. Era penalty, expulsão e, muito provavelmente, o 0-1, mas Pedro Proença, por razões que talvez um dia explique, preferiu fingir que não tinha visto nada. E depois foi o golo da vitória do Sporting, por todos reconhecido como tendo nascido em off-side. Este momento-chave também entra nas contas de Inácio? E, quando fala do benefício dos outros, estará a pensar nos 8 a 10 (dez!) pontos que o FC Porto perdeu, devido a decisões erradas de arbitragem, nas deslocações a todos os estádios dos seus adversários mais próximos — Luz, Alvalade, Estoril e Choupana? Devo concluir que, para este ano, o Sporting e Augusto Inácio ainda querem mais? Claro que eu sei que sim, mas, caramba, que haja ao menos algum decoro: só passaram uns meses e ninguém esqueceu ainda!
Se alguém um dia me quiser dar um presente inesquecível, dê-me, por favor, um bilhete para a final de Wimbledon — em minha opinião, o melhor espectáculo desportivo do mundo. No ano passado, tentei o que pude, mas não consegui um ingresso para a final de Wimbledon, no mítico All England Lawn Tennis Club. E assim, anteontem, mais uma vez, lá me sentei em frente à televisão, para presenciar uma final inesquecível, que durou quatro horas de jogo a altíssimo nível (à atenção da equipe técnica da nossa Seleção de futebol: sem cãibras, nem entorses, nem roturas!). Julgo que desde a épica final em que John McEnroe quebrou os cinco anos consecutivos de vitórias de Bjorn Borg, que não assistia a uma final de Wimbledon tão empolgante. Quem viu, nunca mais esquece, quem não viu, nem sabe o que perdeu, é como ter visto dançar a Margot Fonteyn e o Rudolf Nureyev no Lago dos Cisnes. Djokovic (que vi, ao vivo, dar os primeiros passos como profissional, no Open do Estoril), conseguiu a sua segunda vitória, impedindo que Federer aumentasse o seu recorde de oito vitórias em Wimbledon e que se tivesse tornado, aos 32 anos, o mais velho vencedor de sempre. Conseguiu-o essencialmente graças ao seu demolidor jogo de fundo de court e aos seus fabulosos passing shots (16 winners, no total!). Mas eu, claro, estava por Federer, que julgo ser o melhor, mais completo e mais elegante jogador que alguma vez vi. Em minha opinião, só perde para o meu ídolo McEnroe no fascínio que a rebeldia deste, o seu carácter e o seu ténis de eterno risco, sempre ao ataque, despertava em mim. Mas Roger Federer é, de facto, o jogador e o desportista perfeito. Muito melhor que Djokovic na rede e nas bolas mais técnicas, e muito melhor no serviço (22 ases durante a final!). Além disso, anteontem terá sido, muito possivelmente, a última hipótese de Federer, já na fase descendente da sua incomparável carreira, chegar à final de Wimbledon. Embora tenha prometido voltar para o ano ao torneio, ele próprio o deve ter sentido - como ficou patente na forma como desafiou todas as previsões quando, a perder por 2-1 em sets e 5-2 na quarta partida, acabou a vencê-la por 7-5, forcando a negra. Quem viu, não esquecerá nunca.
2- Torci em vão pela Colômbia contra o Brasil. Não, porque prefira a Colômbia ao Brasil, como país (longe, muito longe disso!), mas porque a selecção da Colômbia tem muito do que foi e ainda é o meu FC Porto. E porque não suporto Scolari e a sua eterna sorte, que ele faz passar por talento. Qualquer um estaria na iminência de ser campeão do mundo com esta selecção brasileira, sem ter de passar pelos sufocos que ela tem passado e sem ter de apresentar um futebol tão triste e tão calculista. Ver os jogadores de luxo do Brasil passarem os últimos 20 minutos do jogo contra a Colômbia a chutarem a bola para onde estavam virados e para o mais longe possível da sua área, foi um atestado de incompetência passado a Scolari. A Alemanha, hoje à noite, vai ser o verdadeiro teste de fogo do Brasil. E, sem Neymar, vai ver-se o que vale realmente esta Selecção. Já não é sem tempo.
3- Tenho-me perguntado várias vezes o que pensará Vítor Pereira ao ver James Rodríguez, um jogador que ele desprezou, ser unanimemente considerado o melhor do Mundial. É que nem vale a pena vir com a desculpa de que já passaram dois ou três anos e que o James de então não era igual ao de hoje: era sim, já o tinha mais do que provado para quem quer que soubesse ver futebol e no ano anterior, na fabulosa equipa de Vilas Boas (lembram-se: ataque com Hulk, Falcão e James, com Guarin e Moutinho atrás?). É por estas e outras que eu não enfio a carapuça que Jorge Jesus propôs aos médicos e advogados que falam de futebol sem nada perceber: eu passei um ano inteiro, desesperado, a escrever aqui que não entendia que Vítor Pereira preferisse Varela ou Cristian Rodríguez (e até, às vezes, Mariano González!) a James e o ignorante era eu? E o Atsu, que ele também deitou fora e que Mourinho foi buscar? E o Candeias, que o próprio Jorge Jesus acaba de aproveitar para o Benfica? Não, desculpem lá, eu nunca entendi, nem quero entender, os treinadores que, ou não sabem distinguir um jogador excepcional de um jogador banal, ou, sabendo-o, acham muito perigosos e inconvenientes tacticamente os grandes jogadores. É essa mentalidade pequenina que leva um Paulo Bento a deixar de fora do Mundial jogadores como o Bebé ou o Ricardo Quaresma. Quem tem medo dos grandes jogadores, que compre um cão!
4- Tenho muito respeito por Augusto Inácio e não esqueço o que o FC Porto lhe deve, como jogador e como treinador. E também percebo que, no novo Sporting, da transparência e de Bruno de Carvalho, convém adoptar obedientemente o discurso oficial. Mas, porque tenho respeito por ele, lastimo que Augusto Inácio não revele, já nem digo respeito pela verdade, mas, ao menos, pela inteligência alheia. Quando na Gala do Sporting, talvez empolgado pela presença dos seus dois presidentes (o do clube e o da Liga de Clubes), ele veio afirmar «esperamos que haja verdade desportiva, porque, no ano passado, nos momentos chave, houve sempre um dedinho a impedir nos de somar pontos e com os outros foi ao contrário», Inácio prestou-se a gozar connosco. Ora, por favor, deixe-me reavivar a sua memória desportiva. Dois desses momentos chave, foram, como é evidente, os dois jogos contra o FC Porto, onde se decidia o segundo lugar e o consequente acesso à Champions que, só por si, vale oito milhões de euros. E o que sucedeu nesses dois jogos? No primeiro, no Dragão, nada: o FC Porto ganhou 2-0 sem espinhas e nem a mais exaltada voz sportinguista se ouviu a reclamar o que quer que fosse. Em Alvalade, sucedeu isto: com 0-0, Jackson foi abalroado pelas costas por Cédric, quando, isoladíssimo, ia cabecear para a baliza deserta, a um metro de distância. Era penalty, expulsão e, muito provavelmente, o 0-1, mas Pedro Proença, por razões que talvez um dia explique, preferiu fingir que não tinha visto nada. E depois foi o golo da vitória do Sporting, por todos reconhecido como tendo nascido em off-side. Este momento-chave também entra nas contas de Inácio? E, quando fala do benefício dos outros, estará a pensar nos 8 a 10 (dez!) pontos que o FC Porto perdeu, devido a decisões erradas de arbitragem, nas deslocações a todos os estádios dos seus adversários mais próximos — Luz, Alvalade, Estoril e Choupana? Devo concluir que, para este ano, o Sporting e Augusto Inácio ainda querem mais? Claro que eu sei que sim, mas, caramba, que haja ao menos algum decoro: só passaram uns meses e ninguém esqueceu ainda!
5 de julho de 2014
4 de julho de 2014
Serão estes os desejos de Lopetegui?
Posted by Unknown | sexta-feira, julho 04, 2014 | 2014/2015, f.c.porto, jogadores, plantel, transferências
O Campeonato do Mundo e as especificidades muito próprias do mercado de transferências conferem ao atual plantel do FC Porto um perfil ainda mutilado de elementos-chave.
Há decisões importantes a chegar, no que respeita a entradas e saídas, praticamente em todos os setores da equipa.
Julen Lopetegui deixou uma lista de recomendações à SAD, com indicações claras sobre o que pretende ter no grupo de jogadores.
O Maisfutebol dá-lhe conta desses desejos do treinador espanhol. Setor a setor, a leitura atualizada sobre o corpo de trabalho azul e branco.
Guarda-redes:
. Fabiano Freitas
. Ricardo
. Helton (lesionado)
. Kadú (jogará pela B)
. A lesão grave de Helton e a descrença nas capacidades de Sinan Bolat deixam Lopetegui limitado a Fabiano e Ricardo. Kadú voltará a jogar na II Liga. A SAD considerava suficiente este leque de ativos para a baliza, mas o treinador pretende mais. Só isso explica a luta pelos préstimos de Keylor Navas, o homem que brilha pela Costa Rica no Mundial. Os dragões querem, a concorrência aperta, o negócio dificilmente avançará.
Laterais:
. Danilo
. Victor Garcia
. Alex Sandro
. Daniel Opare *
. Alex Sandro volta a ser o único lateral esquerdo de raiz. Daniel Opare, contratado a custo zero ao Standard Liège, joga preferencialmente na direita, mas pode também ser puxado para o outro flanco. A chegada de Bruno Martins Indi permitirá ter mais uma alternativa ao internacional brasileiro.
Centrais:
. Diego Reyes *
. Rolando
. Maicon
. Bruno Martins Indi (por oficializar)
. Abdoulaye
. A venda de Eliaquim Mangala é a chave para a definição do eixo da defesa. Maicon, Rolando e Diego Reyes estão seguros. Se o francês sair, como tudo indica, Bruno Martins Indi é o sucessor lógico. O negócio com o internacional holandês está fechado, tal como o nosso jornal adiantou. Abdoulaye Ba é para ceder.
Médios:
. Mikel (lesionado)
. Steven Defour *
. Carlos Eduardo
. Héctor Herrera *
. Josué
. Juan Quintero *
. Evandro Goebel
. Óliver Torres
. Prioridade máxima para as próximas semanas: descobrir o homem que sucederá a Fernando (vendido ao ManCity). Asier Illarramendi é o nome escolhido por Lopetegui. Um sonho quase impossível de concretizar. O Real Madrid pagou 30 milhões pelo médio defensivo em 2013. A vir, será sempre por empréstimo. Mesmo assim, improvável, como improvável parece ser a aquisição de Ignacio Camacho, número 6 do Málaga. A SAD terá outras alternativas em carteira se estas falharem, obviamente.
Extremos:
. Varela *
. Licá
. Kelvin
. Joris Kayembe
. Ricardo Pereira
. Quaresma
. Sami
. Cristian Tello é a escolha número um, dois e três de Julen Lopetegui. De inacessível, o extremo do Barcelona passou a ser um alvo concreto e possível. Na Catalunha fala-se de uma transferência a rondar os 12 milhões de euros. Resta saber se os dragões terão capacidade para chegar a esse valor e pagar o salário desejado pelo atleta. Não é difícil perceber também que dois ou três dos restantes terão de sair. Nem o reforço Sami está a salvo.
Pontas-de-lança:
. Jackson Martinez *
. Nabil Ghilas *
. Gonçalo Paciência
. Aqui não há muito a decidir. O FC Porto prefere perder Mangala a Jackson. O colombiano é para segurar. Gonçalo Paciência vai fazendo pela vida, enquanto os concorrentes ao lugar não chegam de férias. O ponta-de-lança que vem da equipa B tem capacidade para ser uma alternativa muito séria.
* jogadores ainda em férias ou a disputar o Mundial
ESTE É O ARTIGO QUE SAIU NO site MAIS FUTEBOL:
Serão estes os reforços do Porto! As minhas dúvidas principais serão os jogadores que saíram! Porque para voltar a ficar no plantel atletas que estão contrariados, não obrigado! E as entradas são empréstimos, o porto financeiramente estará assim tão mal! Se a política for esta, vai consequentemente ficar pior futuramente! VAMOS PROMOVER OS JOGADORES DOS OUTROS?
E depois, para o próximo ano vendemos quem?
Há decisões importantes a chegar, no que respeita a entradas e saídas, praticamente em todos os setores da equipa.
Julen Lopetegui deixou uma lista de recomendações à SAD, com indicações claras sobre o que pretende ter no grupo de jogadores.
O Maisfutebol dá-lhe conta desses desejos do treinador espanhol. Setor a setor, a leitura atualizada sobre o corpo de trabalho azul e branco.
Guarda-redes:
. Fabiano Freitas
. Ricardo
. Helton (lesionado)
. Kadú (jogará pela B)
. A lesão grave de Helton e a descrença nas capacidades de Sinan Bolat deixam Lopetegui limitado a Fabiano e Ricardo. Kadú voltará a jogar na II Liga. A SAD considerava suficiente este leque de ativos para a baliza, mas o treinador pretende mais. Só isso explica a luta pelos préstimos de Keylor Navas, o homem que brilha pela Costa Rica no Mundial. Os dragões querem, a concorrência aperta, o negócio dificilmente avançará.
Laterais:
. Danilo
. Victor Garcia
. Alex Sandro
. Daniel Opare *
. Alex Sandro volta a ser o único lateral esquerdo de raiz. Daniel Opare, contratado a custo zero ao Standard Liège, joga preferencialmente na direita, mas pode também ser puxado para o outro flanco. A chegada de Bruno Martins Indi permitirá ter mais uma alternativa ao internacional brasileiro.
Centrais:
. Diego Reyes *
. Rolando
. Maicon
. Bruno Martins Indi (por oficializar)
. Abdoulaye
. A venda de Eliaquim Mangala é a chave para a definição do eixo da defesa. Maicon, Rolando e Diego Reyes estão seguros. Se o francês sair, como tudo indica, Bruno Martins Indi é o sucessor lógico. O negócio com o internacional holandês está fechado, tal como o nosso jornal adiantou. Abdoulaye Ba é para ceder.
Médios:
. Mikel (lesionado)
. Steven Defour *
. Carlos Eduardo
. Héctor Herrera *
. Josué
. Juan Quintero *
. Evandro Goebel
. Óliver Torres
. Prioridade máxima para as próximas semanas: descobrir o homem que sucederá a Fernando (vendido ao ManCity). Asier Illarramendi é o nome escolhido por Lopetegui. Um sonho quase impossível de concretizar. O Real Madrid pagou 30 milhões pelo médio defensivo em 2013. A vir, será sempre por empréstimo. Mesmo assim, improvável, como improvável parece ser a aquisição de Ignacio Camacho, número 6 do Málaga. A SAD terá outras alternativas em carteira se estas falharem, obviamente.
Extremos:
. Varela *
. Licá
. Kelvin
. Joris Kayembe
. Ricardo Pereira
. Quaresma
. Sami
. Cristian Tello é a escolha número um, dois e três de Julen Lopetegui. De inacessível, o extremo do Barcelona passou a ser um alvo concreto e possível. Na Catalunha fala-se de uma transferência a rondar os 12 milhões de euros. Resta saber se os dragões terão capacidade para chegar a esse valor e pagar o salário desejado pelo atleta. Não é difícil perceber também que dois ou três dos restantes terão de sair. Nem o reforço Sami está a salvo.
Pontas-de-lança:
. Jackson Martinez *
. Nabil Ghilas *
. Gonçalo Paciência
. Aqui não há muito a decidir. O FC Porto prefere perder Mangala a Jackson. O colombiano é para segurar. Gonçalo Paciência vai fazendo pela vida, enquanto os concorrentes ao lugar não chegam de férias. O ponta-de-lança que vem da equipa B tem capacidade para ser uma alternativa muito séria.
* jogadores ainda em férias ou a disputar o Mundial
ESTE É O ARTIGO QUE SAIU NO site MAIS FUTEBOL:
Serão estes os reforços do Porto! As minhas dúvidas principais serão os jogadores que saíram! Porque para voltar a ficar no plantel atletas que estão contrariados, não obrigado! E as entradas são empréstimos, o porto financeiramente estará assim tão mal! Se a política for esta, vai consequentemente ficar pior futuramente! VAMOS PROMOVER OS JOGADORES DOS OUTROS?
E depois, para o próximo ano vendemos quem?
3 de julho de 2014
NESTE MOMENTO A ESPERANÇA ESTÁ NO LOPETEGUI !
Sem grandes reforços e com muita indefinição no plantel. Todos nós portistas estamos a espera do regresso do sucesso, consequentemente da alegria!
Uma noticia triste, do 1º dia
Mikel faturou a tíbia, o que vai fazer com que o jovem médio defensivo portista tenha de parar até janeiro
Força, MiKel ! És muito jovem e vais voltar mais forte e rapidamente!
Óliver Torres apresenta-se nas redes sociais .... seja bem vindo
Espanhol usou a rede social para pontuar a entrada no FC Porto.
Com uma sequência de mensagens publicadas após o treino matinal, o médio espanhol Óliver Torres, que já trabalha com o plantel do FC Porto, pontuou a sua entrada no clube. "Com muita vontade, ilusão, trabalho, humildade chego ao FC Porto", publicou, ilustrando a mensagem com uma fotografia em que cumprimenta Pinto da Costa, provavelmente tirada aquando da assinatura de contrato. "Obrigado ao FC Porto pelo acolhimento, o trato e a oportunidade. Obrigado", completou, não deixando, igualmente, de desejar as maiores felicidades para as épocas de Atlético de Madrid e Villarreal, os clubes que serviu durante a última temporada.
Sensivelmente na mesma altura, o emblema com o qual ainda tem contrato, o campeão espanhol, informou via site oficial e redes sociais sobre a cedência de Óliver ao FC Porto, por uma temporada. Este foi um ponto bem vincado no comunicado, que lembra que Óliver voltará a Madrid findo o período de cedência aos azuis e brancos.
ojogo
Sensivelmente na mesma altura, o emblema com o qual ainda tem contrato, o campeão espanhol, informou via site oficial e redes sociais sobre a cedência de Óliver ao FC Porto, por uma temporada. Este foi um ponto bem vincado no comunicado, que lembra que Óliver voltará a Madrid findo o período de cedência aos azuis e brancos.
ojogo
2 de julho de 2014
Portugal é uma MERDA!
Posted by Unknown | quarta-feira, julho 02, 2014 | Benfica, enzo perez, escândalo, merda, mundial brasil, portugal
Ė para ....Os bajuladores de jogadores de merda ! DA SEGUNDA CIRCULAR DA MERDA!
O bajulação é tão grande! Aporcaria da CS portuguesa é UMA GRANDE MERDA. Que fazem deste país a República das bananas! E qualquer badameco pode insultar!
Mas, o que realmente o lampião queria dizer:
- o clube do regime é uma grande merda
- a bajulação aos jogadores da gaivota é uma grande merda
-o Enzo é uma grande merda
- o futebol português é merda, cheia de gentalha querida a definir a classificação!
- a merda da comunicação social faz do país atrasado mental
- somos um povo submisso, aceita toda a merda que existe
- como joga em Lisboa e com o vizinho ânus a cheirar tão mal... transforma a capital do império numa grande merda... numa lixeira aberta!
Pelo menos a CS, merecem os insultos de um qualquer medíocre palhaço!

O bajulação é tão grande! Aporcaria da CS portuguesa é UMA GRANDE MERDA. Que fazem deste país a República das bananas! E qualquer badameco pode insultar!
Mas, o que realmente o lampião queria dizer:
- o clube do regime é uma grande merda
- a bajulação aos jogadores da gaivota é uma grande merda
-o Enzo é uma grande merda
- o futebol português é merda, cheia de gentalha querida a definir a classificação!
- a merda da comunicação social faz do país atrasado mental
- somos um povo submisso, aceita toda a merda que existe
- como joga em Lisboa e com o vizinho ânus a cheirar tão mal... transforma a capital do império numa grande merda... numa lixeira aberta!
Pelo menos a CS, merecem os insultos de um qualquer medíocre palhaço!
A avaliar pelas reacções dos dirigentes federativos, do seleccionador Paulo Bento e de vários dos seus colegas de profissão, nada de importante aconteceu no Brasil. Apenas uma competição que não nos correu bem, mas que já lá vai — agora é preciso é concentrarmo-nos no Euro-2016. Permito-me discordar. Acho que a nossa participação foi má de mais e levantou questões que devem ser discutidas e devem ter consequências. Eis algumas dessas questões:
A BASE DE RECRUTAMENTO
Por mais que se critiquem as opções e exclusões de Paulo Bento, a verdade é que não havia muito mais por onde escolher. Esta selecção, da qual já disse várias vezes que é das mais fracas de que me lembro, não tinha muito mais alternativas. Sendo certo que Portugal é um pais de futebol, onde sempre nasceram e cresceram grandes jogadores, isto levanta um óbvio problema de base de recrutamento sobre o qual é necessário meditar. Será possível continuar com uma política de formação que, nas camadas jovens, já tem um excesso evidente de estrangeiros? Não será necessário e possível limitar o número destes nos escalões até aos sub-21, pelo menos?
AS ESCOLHAS
Porém, e sem me desdizer, julgo que a selecção eleita por Paulo Bento reflecte a obstinada teimosia e conservadorismo dele. Nomes como os de Quaresma, Danny ou Bebé, para só falar da frente de ataque, tinham lugar no avião para o Brasil. Mas é sabido que Bento escolhe segundo critérios de fidelidade pessoal e não de qualidade ou momento que os jogadores atravessam. Só isso justifica a aposta inamovível em jogadores claramente fora de prazo ou de forma (e até mesmo de condição física) e cujos nomes, por delicadeza, me abstenho de enumerar. A imensa responsabilidade que recai sobre os ombros do seleccionador foi usada por Paulo Bento para recompensar e garantir lealdades, em interesse próprio. É a escola de Scolari, mas com a enorme diferença de a base de recrutamento estar longe de ser comparável. Aliás, por aquilo que sigo nos jornais, raramente me dou conta de que o seleccionador acompanhe ao vivo outros jogos que não os dos grandes (onde 90% dos jogadores são estrangeiros), que frequente jogos dos outros clubes, das camadas jovens ou que, menos ainda, acompanhe o desempenho dos jogadores portugueses a actuar no estrangeiro — em Itália, Inglaterra, Rússia, Chipre, Turquia, Espanha, etc. A sua selecção parece feita desde sempre e para sempre.
A PREPARAÇÃO
Foi verdadeiramente chocante constatar até que ponto a selecção levada ao Brasil estava impreparada para o Mundial, sob qualquer ponto de vista: físico, anímico, emocional, táctico, estratégico. Uma armada completamente à deriva, que não parecia saber ao que ia. Como, que se saiba, tudo foi disponibilizado ao seleccionador, em termos de meios, de conforto e de luxos, para que tal não sucedesse, chegando mesmo a renovar-se o seu contrato antes do final do prazo e do Mundial para que nada o perturbasse, não há, à vista, desculpa alguma para o rotundo falhanço. E claro que nem tudo será da responsabilidade dele, mas uma vez que nada foi até agora convenientemente esclarecido, sobram para cima do comandante todas as responsabilidades.
0 PLANEAMENTO
Creio ter sido o primeiro, ou dos primeiros, a levantar a questão da localização do quartel-general da Selecção em Campinas, obrigando a mais horas de voo do que as necessárias em função dos locais dos jogos e fazendo com que os jogadores treinassem em condições bem diferentes daquelas que já se sabia que iriam encontrar em Manaus e Salvador. Isso, mais a passagem prévia pela costa leste dos Estados Unidos, cuja lógica de todo me escapou, nunca foram esclarecidas e ninguém pode saber até que ponto contribuíram ou não para a diferença abissal de preparação com que nos apresentámos no primeiro jogo, relativamente aos alemães.
A CONDIÇÃO FÍSICA
É absolutamente consensual entre toda a gente que a equipa portuguesa chegou ao Mundial num lastimável estado físico, que o número mais do que anormal de lesões e a moleza mostrada em campo exuberantemente atestaram. Se bem percebi, o médico da Selecção veio dizer que já em Janeiro terá apresentado um relatório onde se preveria a possibilidade de tal cenário. Parece-me cedo de mais, a cinco meses de distância, mas o que não há dúvida é que um conjunto de jogadores a rebentar pelas costuras ou a arrastar-se em campo só pode resultar de todos os factores envolvidos na preparação física: a parte médica, a parte de recuperação, a parte dos treinos. E não é simplesmente aceitável que isto fique por esclarecer e que daqui não se extraiam as consequências que se impõem.
OS ONZES
De jogo para jogo, Paulo Bento só mexeu quando algum jogador rasgava ou era castigado. Fosse qual fosse o adversário, o resultado procurado, as condições de clima ou o estado físico dos jogadores, o seu onze já estava determinado na sua cabeça desde que em Novembro passado garantimos o bilhete para o Brasil. Acabou por utilizar quase todos os jogadores que levou, mas apenas porque circunstâncias alheias à sua vontade o impuseram. Paulo Bento não é conservador: conservadora era a minha avó. O que ele é é um homem de ideias fixas, confiante que a realidade acabará sempre por se render a elas. Viu-se...
0 FUTEBOL JOGADO
Julgo que teremos dividido com a Grécia o pior futebol visto neste Mundial, em que se tem visto tão bom futebol - jogado até por selecções que estavam 20 ou 30 lugares abaixo de nós no ranking da FIFA. Mas, mesmo assim, a Grécia quase que chegava aos quartos, enquanto que nós nunca demos a sensação de poder ir além do que fomos, excepto para aqueles espíritos patriótico-optimistas que acham que basta querer e acreditar para, quem sabe até, chegar ao próprio título. Não se viu nada em campo que pudesse alimentar sombra de tais expectativas - nem sequer contra a equipa de amotinados e desinteressados do Gana. E nem ao menos pudemos queixar-nos da sorte: basta constatar que, dos quatro golos marcados por Portugal, três foram literalmente oferecidos pelos adversários. Segundo depreendi, o futebol planeado pela nossa selecção resumia-se à esperança de que o Cristiano Ronaldo que resolvera o play-off contra a Suécia resolvesse também tudo o resto. Mas não só não havia plano-B, como nem sequer havia equipa para o plano-A.
A EMBAIXADA AO BRASIL
Podíamos ter feito fraca figura em campo, mas boa figura fora dele. Era nossa estrita obrigação, disputando um Mundial num país descoberto por nós, onde se fala a nossa língua e onde, para mais, dispusemos do apoio permanente dos brasileiros. Mas a selecção portuguesa passou pelo Brasil numa postura de vedetas inacessíveis, fechados numa fortaleza onde os únicos que entraram de fora foram dois cabeleireiros. Outras selecções treinaram na praia com o povo a vê-los, visitaram favelas, confraternizaram com os índios e populações locais. A nossa, não: nem uma visita a um centro português, a uma escola, a uma instituição qualquer. Nem um minuto de paragem para falar com as pessoas, nenhuma declaração, fosse de dirigentes, treinador ou jogadores, que, de alguma maneira agradecesse ao Brasil o Mundial e o apoio dado, ou até revelando ao menos que sabiam em que pais estavam - coisa que não tenho como certa.
0 FUTURO
Paulo Bento já revelou não estar disponível para a renovação radical que se impõe fazer na Selecção — não apenas nos nomes, mas no seu próprio funcionamento. Para ele, tudo terá que ser muito lentamente e com o critério da «gratidão» a sobrepor-se a tudo o resto. Ou seja. é mais importante não melindrar os seus, do que renovar a Selecção. Aliás, afastou desde logo a ideia de começar por renovar o seu próprio cargo. Assim sendo, pelo menos, a Federação sabe com o que conta. E nós também. Afinal, foi tudo a feijões.
A BASE DE RECRUTAMENTO
Por mais que se critiquem as opções e exclusões de Paulo Bento, a verdade é que não havia muito mais por onde escolher. Esta selecção, da qual já disse várias vezes que é das mais fracas de que me lembro, não tinha muito mais alternativas. Sendo certo que Portugal é um pais de futebol, onde sempre nasceram e cresceram grandes jogadores, isto levanta um óbvio problema de base de recrutamento sobre o qual é necessário meditar. Será possível continuar com uma política de formação que, nas camadas jovens, já tem um excesso evidente de estrangeiros? Não será necessário e possível limitar o número destes nos escalões até aos sub-21, pelo menos?
AS ESCOLHAS
Porém, e sem me desdizer, julgo que a selecção eleita por Paulo Bento reflecte a obstinada teimosia e conservadorismo dele. Nomes como os de Quaresma, Danny ou Bebé, para só falar da frente de ataque, tinham lugar no avião para o Brasil. Mas é sabido que Bento escolhe segundo critérios de fidelidade pessoal e não de qualidade ou momento que os jogadores atravessam. Só isso justifica a aposta inamovível em jogadores claramente fora de prazo ou de forma (e até mesmo de condição física) e cujos nomes, por delicadeza, me abstenho de enumerar. A imensa responsabilidade que recai sobre os ombros do seleccionador foi usada por Paulo Bento para recompensar e garantir lealdades, em interesse próprio. É a escola de Scolari, mas com a enorme diferença de a base de recrutamento estar longe de ser comparável. Aliás, por aquilo que sigo nos jornais, raramente me dou conta de que o seleccionador acompanhe ao vivo outros jogos que não os dos grandes (onde 90% dos jogadores são estrangeiros), que frequente jogos dos outros clubes, das camadas jovens ou que, menos ainda, acompanhe o desempenho dos jogadores portugueses a actuar no estrangeiro — em Itália, Inglaterra, Rússia, Chipre, Turquia, Espanha, etc. A sua selecção parece feita desde sempre e para sempre.
A PREPARAÇÃO
Foi verdadeiramente chocante constatar até que ponto a selecção levada ao Brasil estava impreparada para o Mundial, sob qualquer ponto de vista: físico, anímico, emocional, táctico, estratégico. Uma armada completamente à deriva, que não parecia saber ao que ia. Como, que se saiba, tudo foi disponibilizado ao seleccionador, em termos de meios, de conforto e de luxos, para que tal não sucedesse, chegando mesmo a renovar-se o seu contrato antes do final do prazo e do Mundial para que nada o perturbasse, não há, à vista, desculpa alguma para o rotundo falhanço. E claro que nem tudo será da responsabilidade dele, mas uma vez que nada foi até agora convenientemente esclarecido, sobram para cima do comandante todas as responsabilidades.
0 PLANEAMENTO
Creio ter sido o primeiro, ou dos primeiros, a levantar a questão da localização do quartel-general da Selecção em Campinas, obrigando a mais horas de voo do que as necessárias em função dos locais dos jogos e fazendo com que os jogadores treinassem em condições bem diferentes daquelas que já se sabia que iriam encontrar em Manaus e Salvador. Isso, mais a passagem prévia pela costa leste dos Estados Unidos, cuja lógica de todo me escapou, nunca foram esclarecidas e ninguém pode saber até que ponto contribuíram ou não para a diferença abissal de preparação com que nos apresentámos no primeiro jogo, relativamente aos alemães.
A CONDIÇÃO FÍSICA
É absolutamente consensual entre toda a gente que a equipa portuguesa chegou ao Mundial num lastimável estado físico, que o número mais do que anormal de lesões e a moleza mostrada em campo exuberantemente atestaram. Se bem percebi, o médico da Selecção veio dizer que já em Janeiro terá apresentado um relatório onde se preveria a possibilidade de tal cenário. Parece-me cedo de mais, a cinco meses de distância, mas o que não há dúvida é que um conjunto de jogadores a rebentar pelas costuras ou a arrastar-se em campo só pode resultar de todos os factores envolvidos na preparação física: a parte médica, a parte de recuperação, a parte dos treinos. E não é simplesmente aceitável que isto fique por esclarecer e que daqui não se extraiam as consequências que se impõem.
OS ONZES
De jogo para jogo, Paulo Bento só mexeu quando algum jogador rasgava ou era castigado. Fosse qual fosse o adversário, o resultado procurado, as condições de clima ou o estado físico dos jogadores, o seu onze já estava determinado na sua cabeça desde que em Novembro passado garantimos o bilhete para o Brasil. Acabou por utilizar quase todos os jogadores que levou, mas apenas porque circunstâncias alheias à sua vontade o impuseram. Paulo Bento não é conservador: conservadora era a minha avó. O que ele é é um homem de ideias fixas, confiante que a realidade acabará sempre por se render a elas. Viu-se...
0 FUTEBOL JOGADO
Julgo que teremos dividido com a Grécia o pior futebol visto neste Mundial, em que se tem visto tão bom futebol - jogado até por selecções que estavam 20 ou 30 lugares abaixo de nós no ranking da FIFA. Mas, mesmo assim, a Grécia quase que chegava aos quartos, enquanto que nós nunca demos a sensação de poder ir além do que fomos, excepto para aqueles espíritos patriótico-optimistas que acham que basta querer e acreditar para, quem sabe até, chegar ao próprio título. Não se viu nada em campo que pudesse alimentar sombra de tais expectativas - nem sequer contra a equipa de amotinados e desinteressados do Gana. E nem ao menos pudemos queixar-nos da sorte: basta constatar que, dos quatro golos marcados por Portugal, três foram literalmente oferecidos pelos adversários. Segundo depreendi, o futebol planeado pela nossa selecção resumia-se à esperança de que o Cristiano Ronaldo que resolvera o play-off contra a Suécia resolvesse também tudo o resto. Mas não só não havia plano-B, como nem sequer havia equipa para o plano-A.
A EMBAIXADA AO BRASIL
Podíamos ter feito fraca figura em campo, mas boa figura fora dele. Era nossa estrita obrigação, disputando um Mundial num país descoberto por nós, onde se fala a nossa língua e onde, para mais, dispusemos do apoio permanente dos brasileiros. Mas a selecção portuguesa passou pelo Brasil numa postura de vedetas inacessíveis, fechados numa fortaleza onde os únicos que entraram de fora foram dois cabeleireiros. Outras selecções treinaram na praia com o povo a vê-los, visitaram favelas, confraternizaram com os índios e populações locais. A nossa, não: nem uma visita a um centro português, a uma escola, a uma instituição qualquer. Nem um minuto de paragem para falar com as pessoas, nenhuma declaração, fosse de dirigentes, treinador ou jogadores, que, de alguma maneira agradecesse ao Brasil o Mundial e o apoio dado, ou até revelando ao menos que sabiam em que pais estavam - coisa que não tenho como certa.
0 FUTURO
Paulo Bento já revelou não estar disponível para a renovação radical que se impõe fazer na Selecção — não apenas nos nomes, mas no seu próprio funcionamento. Para ele, tudo terá que ser muito lentamente e com o critério da «gratidão» a sobrepor-se a tudo o resto. Ou seja. é mais importante não melindrar os seus, do que renovar a Selecção. Aliás, afastou desde logo a ideia de começar por renovar o seu próprio cargo. Assim sendo, pelo menos, a Federação sabe com o que conta. E nós também. Afinal, foi tudo a feijões.
30 de junho de 2014
Tem Lógica! não tem? Batatas!
Posted by Unknown | segunda-feira, junho 30, 2014 | lesões, mundial brasil, paulo bento, quaresma, vieirinha
Vieirinha vs Quaresma
Havia relatórios médicos, que especificavam os Jogadores em risco de lesão durante o mundial, que eram:
- Éder
- Cristiano Ronaldo
- Vieirinha
- Helder Postiga

Ontem na TVI .....Porque não convocou Quaresma?
" Quaresma começou a jogar em Janeiro e o Vieirinha em Abril ....O Vieirinha, só não jogou mais no mundial, por minha opção ...... Queria alternativas para outro tipo de modelo de jogo"
Outro modelo jogo? Qual? Vai dar milho aos passáros! fdp
Havia relatórios médicos, que especificavam os Jogadores em risco de lesão durante o mundial, que eram:- Éder
- Cristiano Ronaldo
- Vieirinha
- Helder Postiga

Ontem na TVI .....Porque não convocou Quaresma?
" Quaresma começou a jogar em Janeiro e o Vieirinha em Abril ....O Vieirinha, só não jogou mais no mundial, por minha opção ...... Queria alternativas para outro tipo de modelo de jogo"
Outro modelo jogo? Qual? Vai dar milho aos passáros! fdp
Os Palhaços : ânus e CS
Posted by Unknown | segunda-feira, junho 30, 2014 | james rodriguez, mónaco, moutinho, Sporting, transferências
É o Jogador do Mundial.....
No ano passado foi feita uma campanha mentirosa, pelos vendidos da merda do costume!

O tal que valia o mesmo que Moutinho....

“Tivemos [Sporting] o azar do presidente Pinto da Costa não estar a conseguir fazer os negócios que tem feito. Ele sempre disse que os jogadores eram vendidos pela cláusula e sabemos que a [transferência] do João Moutinho era de 40 milhões, infelizmente não foi assim, foi por 25 milhões (…) às vezes as pessoas não vão tendo as mesmas capacidades e as mesmas competências”

No ano passado foi feita uma campanha mentirosa, pelos vendidos da merda do costume!

O tal que valia o mesmo que Moutinho....

“Tivemos [Sporting] o azar do presidente Pinto da Costa não estar a conseguir fazer os negócios que tem feito. Ele sempre disse que os jogadores eram vendidos pela cláusula e sabemos que a [transferência] do João Moutinho era de 40 milhões, infelizmente não foi assim, foi por 25 milhões (…) às vezes as pessoas não vão tendo as mesmas capacidades e as mesmas competências”

28 de junho de 2014
27 de junho de 2014
Óliver já chegou! E Suárez ... a escumalha sempre em ação!
Posted by Unknown | sexta-feira, junho 27, 2014 | escândalos, f.c.porto, fifa, luiz suarez, mundial brasil, óliver torres, uruguai

Aqui fica a imagem da chegada do novo reforço do grande porto!
FIFA = Porcos, Escumalha....

Aquele castigo ao Suárez mostra a vergonha que é a FIFA! A máfia dos tachos!
Ao Zidane deram 3 jogos (no mundial da cabeçada), no caso do Luis Suárez faço minhas as palavras do astro Maradona ( o melhor do Mundo, sempre!), mais valia manda- lo para a prisão dos americanos em Cuba!
O Uruguai não é a França!
Os 9 jogos de castigo, exagerados!
Os 4 meses de inatividade é o escândalo atroz.
Claro, que o jogador tem que resolver o seu problema, mas não são estes castigos a solução! Um bom psicólogo resolve o problema!
Eu meti aqui um meme, para gozo, não pretendia está vergonha! era só para rir!
Queremos despacha-lo! Mas, ele faz tudo para ficar para sempre!
Posted by Unknown | sexta-feira, junho 27, 2014 | Benfica, Defour, expulso, f.c.porto, garay, mundial brasil, transferências, zenit
TEM ACIMA DE TUDO TEM UMA GRANDE LÍNGUA!

Defour é expulso e falha oitavos de final
O portista Defour foi expulso próximo do intervalo no jogo com a Coreia do Sul. Uma entrada realmente muito dura do médio do FC Porto…
Mostrou outra vez, não tem cabeça, nem grande talento!
Foi muito mau:
para o clube! E para o Defour, que deseja muito sair
do porto... sonha demasiado, pensa que é maior que na realidade é!
A piada do dia...

Garay no Zenit dá 2 milhões de prejuízo
A SAD recebe agora 2,4 milhões de euros dos 6 milhões totais porque três seguem para os cofres do Real Madrid e 600 mil euros para o Benfica Stars Fund, que já havia pago 1,1 pelo central que os merengues venderam aos encarnados por... 5,5
Estranho? Qualquer coisa errada! Normal para lado do Orelhas!
26 de junho de 2014
Seleção dos Tachos!
Posted by Unknown | quinta-feira, junho 26, 2014 | escândalos, fernando gomes, paulo bento, presidente, seleção
SONSO PERDEU, PEDE A DEMISSÃO !
Posted by Unknown | quinta-feira, junho 26, 2014 | jogadores, lesões, mundial brasil, paulo bento, seleção
OS JOGADORES DE MULETAS
Levou quem quis....
Deixou de fora os melhores.... levou os seus amigos rentáveis para seu bolso!
Tem que pagar..... COM A DEMISSÃO! O arrogante da Merda!

OS DERROTADOS...
O SONSO
OS AMIGOS ALEIJADOS DO SONSO
OS AMIGOS JORNALISTAS LISBOETAS
SE AINDA O ÚNICO ALEIJADO FOSSE CR7.......NÃO LEVOU OS JOGADORES, QUASE TODOS, ALEIJADOS ! TINHA RELATÓRIO MÉDICO, QUE PROVAVA, AS LESÕES!
VERGONHA! É SÓ CUNHAS !
Levou quem quis....
Deixou de fora os melhores.... levou os seus amigos rentáveis para seu bolso!
Tem que pagar..... COM A DEMISSÃO! O arrogante da Merda!

OS DERROTADOS...
O SONSO
OS AMIGOS ALEIJADOS DO SONSO
OS AMIGOS JORNALISTAS LISBOETAS
SE AINDA O ÚNICO ALEIJADO FOSSE CR7.......NÃO LEVOU OS JOGADORES, QUASE TODOS, ALEIJADOS ! TINHA RELATÓRIO MÉDICO, QUE PROVAVA, AS LESÕES!
VERGONHA! É SÓ CUNHAS !
És grande! Para sempre um Dragāo!
Posted by Unknown | quinta-feira, junho 26, 2014 | f.c.porto, Fernando, manchester city, tranferências
Fernando no M.City por 15 milhões.


Já todo o Reino do dragāo estava a espera desta notícia! Mas, é sempre triste, ver sair um dos melhores jogadores do Porto.
Com certeza um dos melhores trincos do mundo, um grande profissional, com exemplar comportamento!
Como grande fã do Fernando, só tenho a dizer. ..
MUITO OBRIGADO! Boa sorte! Felicidades!


Já todo o Reino do dragāo estava a espera desta notícia! Mas, é sempre triste, ver sair um dos melhores jogadores do Porto.
Com certeza um dos melhores trincos do mundo, um grande profissional, com exemplar comportamento!
Como grande fã do Fernando, só tenho a dizer. ..
MUITO OBRIGADO! Boa sorte! Felicidades!
25 de junho de 2014
É segunda-feira do segundo dia de Verão e chove a céu aberto em Lisboa. Junte-se a chuva no Verão à crise e esta à ressaca da madrugada anterior passada a ver a Selecção jogar em Manaus, e temos um diagnóstico infalível de uma nação em profundo estado de depressão. Por mim, que nunca fui dado à histeria patriótica causada pela Selecção nem à veneração daquele grupo de «novos conquistadores» e novos «heróis do mar», que vejo mais facilmente como um grupo de vedetas mimadas, preocupados com penteados, tatuagens, carros e nada mais que se saiba, a queda em desgraça da Selecção nem sequer é motivo de depressão. Seria, se eu apostasse nela as minhas últimas fichas de uma hipótese alternativa de ver o céu azul. Mas, não é o caso: como aqui escrevi, ainda durante a fase de qualificação, esta é uma das Selecções mais fracas de que me lembro. Tem três bons jogadores — Fábio Coentrão, Cristiano e João Moutinho — e os outros são apenas razoáveis, ocasionalmente bons. Estamos no Mundial apenas porque Cristiano marcou 4 golos em dois jogos do play-off e nos comprou o bilhete. Mas agora, com ele e Moutinho em baixa de forma, com Fábio Coentrão arrumado no primeiro jogo, a equipa de Paulo Bento, como o mostrou, não é sequer capaz de levar de vencida uma equipa que não vale nada, como a americana, apesar de ter tido a sorte de marcar um golo caído do céu a abrir o jogo e outro no último de 5 minutos de descontos. Ao contrário do que as vozes habituais puseram a circular, os Estados Unidos não são nenhuma Selecção de atletas, como já se tinha visto contra o Gana e voltou a ver-se anteontem. A obsessão em apresentar todos os adversários como difíceis, até um Uzbequistão, leva à criação de uma cultura de pré-desculpabilização que é o fermento ideal para um equipa de vencidos. Isso e os equívocos de um seleccionador que, em lugar de meter os melhores do momento em cada momento, prefere irritar-se porque um jornal adivinhou a equipa que iria jogar a contra a Alemanha como se houvesse alguma dificuldade em adivinhá-la, visto ser sempre a mesma.
Mas não é esta ainda a altura de fazer o balanço da nossa prestação no Brasil — não vá eu agoirar ou ser acusado de falta de patriotismo. É certo que não acredito em milagres, tanto mais que, pelo que vi até aqui, o Gana é bem melhor equipa do que Portugal. Vamos, pois, fingir acreditar em milagres. Até lá, as razões do nosso mais que provável falhanço requerem uma análise mais pensada e menos a quente como tantas que já vi serem feitas menos de 24 horas após Manaus, e, algumas até, transformando em ferozes críticos quem antes era cordato apoiante de tudo. Alguns dos que agora apressadamente vão de bota a baixo sem freio, eram dos que antes sugeriam como traidores à Pátria quem ousava duvidar do que quer que fosse.
Fica assim o balanço para a semana que vem e apenas não resisto, desde já, a dois desabafos: um, para dizer que não há explicação alguma que nos possa fazer crer na competência de um treinador que prefere jogar com Miguel Veloso do que com William Carvalho — e esse é apenas um dos inúmeros erros de casting cometidos; e o outro desabafo é para dizer que nada nos levaria a poder adivinhar uma Selecção tão mal preparada, em todos e cada um dos aspectos, para disputar um Mundial. Quando isto acabar, devem-nos uma longa explicação. Mas por ora, como disseram o William e o Varela, aliás com grande originalidade, o momento é o de «há que levantar a cabeça» — que parece ser o único pensamento profundo que lhes é contratualmente permitido exprimir, após um desaire.
E eu devo uma retratação, quando aqui previ que iríamos assistir a um mau Mundial, com jogadores cansados e em baixo de forma, jogando a passo e com estratégias super-cautelosas. A minha única desculpa é que essa previsão foi feita depois de adormecer a assistir ao Portugal-Grécia, jogo de preparação, no Jamor. Fui estúpido: tomei aquelas duas equipas por representativas do todo, sem saber que estava perante aquelas que talvez sejam, até agora, as duas piores entre as 32 selecções que disputam este Mundial.
Porque a verdade é que temos assistido a um grande campeonato, com grandes jogos e algumas selecções que, ao contrário da nossa, mostraram ter feito progressos imensos desde a África do Sul. Mais do que isso, temos visto equipas que correm, jogam e lutam até ao fim, marcam golos, protagonizam reviravoltas, estão ali com um sentido de responsabilidade do espectáculo que os brasileiros merecem. O Mundial tem sido salvo pelos jogadores, por aqueles que, como escreveu Santiago Segurola no DN, a propósito do Alemanha-Gana, protagonizam jogos «que dá gosto aos adeptos e desagradam aos treinadores». Ver equipas como o México, a Costa Rica, o Japão, a Coreia do Sul, até o Irão de Carlos Queiroz, a jogarem um futebol aberto e inteligente, que não se julgaria ao alcance delas, é de facto, uma extraordinária novidade. Em oposição, equipas como Portugal, a Grécia (esta um autêntico caso de lesa-futebol), ou o triste Brasil de Scolari (escrevo antes do jogo com os Camarões), arrastam em campo um vedetismo sem sentido nem brilho, que é um misto de preguiça e incompetência.
0 FC Porto é das equipas, a segunda ou terceira, que tem mais jogadores presentes no Mundial. Mas deve ser certamente a primeira em número de jogadores que já foram seus: só na nossa Selecção são sete. Mas, de todos os ex-portistas, o que mais me dói ver em acção é Atsu, esse jogador que Vítor Pereira desprezou e empurrou porta fora e que eu tanto defendi aqui. Também me custa ver o costa-riquenho Bryan Ruiz, um fabuloso número 10, sobre o qual chamei a atenção há uns três anos, quando o seu passe era completamente acessível. E o mesmo direi do argelino Brahimi, de que falei há meses atrás e que hoje já deve custar o dobro. O Mundial está, fatalmente, a revelar vários jogadores que um bom scouting teria detectado antes e que agora é tarde para lhes chegar. Já que se insiste em comprar sempre lá fora, há países que são autênticos viveiros de grandes futebolistas em potência, mas não sei se é por serem baratos e não garantirem grande dinheiro das comissões, ou se é porque o trabalho de prospecção não é feito como devia, escapam aos nossos grandes clubes compradores.
Mas não é esta ainda a altura de fazer o balanço da nossa prestação no Brasil — não vá eu agoirar ou ser acusado de falta de patriotismo. É certo que não acredito em milagres, tanto mais que, pelo que vi até aqui, o Gana é bem melhor equipa do que Portugal. Vamos, pois, fingir acreditar em milagres. Até lá, as razões do nosso mais que provável falhanço requerem uma análise mais pensada e menos a quente como tantas que já vi serem feitas menos de 24 horas após Manaus, e, algumas até, transformando em ferozes críticos quem antes era cordato apoiante de tudo. Alguns dos que agora apressadamente vão de bota a baixo sem freio, eram dos que antes sugeriam como traidores à Pátria quem ousava duvidar do que quer que fosse.
Fica assim o balanço para a semana que vem e apenas não resisto, desde já, a dois desabafos: um, para dizer que não há explicação alguma que nos possa fazer crer na competência de um treinador que prefere jogar com Miguel Veloso do que com William Carvalho — e esse é apenas um dos inúmeros erros de casting cometidos; e o outro desabafo é para dizer que nada nos levaria a poder adivinhar uma Selecção tão mal preparada, em todos e cada um dos aspectos, para disputar um Mundial. Quando isto acabar, devem-nos uma longa explicação. Mas por ora, como disseram o William e o Varela, aliás com grande originalidade, o momento é o de «há que levantar a cabeça» — que parece ser o único pensamento profundo que lhes é contratualmente permitido exprimir, após um desaire.
E eu devo uma retratação, quando aqui previ que iríamos assistir a um mau Mundial, com jogadores cansados e em baixo de forma, jogando a passo e com estratégias super-cautelosas. A minha única desculpa é que essa previsão foi feita depois de adormecer a assistir ao Portugal-Grécia, jogo de preparação, no Jamor. Fui estúpido: tomei aquelas duas equipas por representativas do todo, sem saber que estava perante aquelas que talvez sejam, até agora, as duas piores entre as 32 selecções que disputam este Mundial.
Porque a verdade é que temos assistido a um grande campeonato, com grandes jogos e algumas selecções que, ao contrário da nossa, mostraram ter feito progressos imensos desde a África do Sul. Mais do que isso, temos visto equipas que correm, jogam e lutam até ao fim, marcam golos, protagonizam reviravoltas, estão ali com um sentido de responsabilidade do espectáculo que os brasileiros merecem. O Mundial tem sido salvo pelos jogadores, por aqueles que, como escreveu Santiago Segurola no DN, a propósito do Alemanha-Gana, protagonizam jogos «que dá gosto aos adeptos e desagradam aos treinadores». Ver equipas como o México, a Costa Rica, o Japão, a Coreia do Sul, até o Irão de Carlos Queiroz, a jogarem um futebol aberto e inteligente, que não se julgaria ao alcance delas, é de facto, uma extraordinária novidade. Em oposição, equipas como Portugal, a Grécia (esta um autêntico caso de lesa-futebol), ou o triste Brasil de Scolari (escrevo antes do jogo com os Camarões), arrastam em campo um vedetismo sem sentido nem brilho, que é um misto de preguiça e incompetência.
0 FC Porto é das equipas, a segunda ou terceira, que tem mais jogadores presentes no Mundial. Mas deve ser certamente a primeira em número de jogadores que já foram seus: só na nossa Selecção são sete. Mas, de todos os ex-portistas, o que mais me dói ver em acção é Atsu, esse jogador que Vítor Pereira desprezou e empurrou porta fora e que eu tanto defendi aqui. Também me custa ver o costa-riquenho Bryan Ruiz, um fabuloso número 10, sobre o qual chamei a atenção há uns três anos, quando o seu passe era completamente acessível. E o mesmo direi do argelino Brahimi, de que falei há meses atrás e que hoje já deve custar o dobro. O Mundial está, fatalmente, a revelar vários jogadores que um bom scouting teria detectado antes e que agora é tarde para lhes chegar. Já que se insiste em comprar sempre lá fora, há países que são autênticos viveiros de grandes futebolistas em potência, mas não sei se é por serem baratos e não garantirem grande dinheiro das comissões, ou se é porque o trabalho de prospecção não é feito como devia, escapam aos nossos grandes clubes compradores.
23 de junho de 2014
Cristiano Ronaldo: «Para mim era fácil, bastava não vir ao Mundial»

E quem recebia os honorários dos teus patrocinadores.... quem é cumpria os teus contratos com as marcas!
O pessoal não tão burro, como tu pensas! Idiota!
O mundo dos memes da vedeta da chucha!
Estado clínico Piorou!
Estamos ligados à máquina, desde a convocatória que esta seleção estava na enfermaria!
EUA 2-2 PORTUGAL
PORTUGAL SALVOU- SE NO ÚLTIMO SEGUNDO, COM UM GOLO DE VARELA!
Hoje já houve um pequeno milagre.
ESTA A SELEÇÃO É A SELEÇÃO DE ALGUÉM! É de Portugal?
POSSA SER QUE ESSE ALGUÉM CONSIGA O MILAGRE! Peça milagre a senhora de Fatima!
Não foi muito mau.... estivemos mortos!de mortos para ligados á máquina! até melhoramos!? no estado clínico! Claro!
nota: O CR7 é um palhaço vaidoso! pelo que disse antes do começo do mundial! e pelo disse ontem! e pelo que joga! não está bem! então, não ia ao mundial! Dava lugar a outro, ele não é o único!

Estamos ligados à máquina, desde a convocatória que esta seleção estava na enfermaria!
EUA 2-2 PORTUGAL
PORTUGAL SALVOU- SE NO ÚLTIMO SEGUNDO, COM UM GOLO DE VARELA!
Hoje já houve um pequeno milagre.
ESTA A SELEÇÃO É A SELEÇÃO DE ALGUÉM! É de Portugal?
POSSA SER QUE ESSE ALGUÉM CONSIGA O MILAGRE! Peça milagre a senhora de Fatima!
Não foi muito mau.... estivemos mortos!de mortos para ligados á máquina! até melhoramos!? no estado clínico! Claro!
nota: O CR7 é um palhaço vaidoso! pelo que disse antes do começo do mundial! e pelo disse ontem! e pelo que joga! não está bem! então, não ia ao mundial! Dava lugar a outro, ele não é o único!

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