Porto Total, capital do dragão... summary_noimg = 550; summary_img = 450; img_thumb_height = 200; img_thumb_width = 200;

2 de julho de 2014

Nada de importante aconteceu no Brasil

A avaliar pelas reacções dos dirigentes federativos, do seleccionador Paulo Bento e de vários dos seus colegas de profissão, nada de importante aconteceu no Brasil. Apenas uma competição que não nos correu bem, mas que já lá vai — agora é preciso é concentrarmo-nos no Euro-2016. Permito-me discordar. Acho que a nossa participação foi má de mais e levantou questões que devem ser discutidas e devem ter consequências. Eis algumas dessas questões:

A BASE DE RECRUTAMENTO

Por mais que se critiquem as opções e exclusões de Paulo Bento, a verdade é que não havia muito mais por onde escolher. Esta selecção, da qual já disse várias vezes que é das mais fracas de que me lembro, não tinha muito mais alternativas. Sendo certo que Portugal é um pais de futebol, onde sempre nasceram e cresceram grandes jogadores, isto levanta um óbvio problema de base de recrutamento sobre o qual é necessário meditar. Será possível continuar com uma política de formação que, nas camadas jovens, já tem um excesso evidente de estrangeiros? Não será necessário e possível limitar o número destes nos escalões até aos sub-21, pelo menos?

AS ESCOLHAS

Porém, e sem me desdizer, julgo que a selecção eleita por Paulo Bento reflecte a obstinada teimosia e conservadorismo dele. Nomes como os de Quaresma, Danny ou Bebé, para só falar da frente de ataque, tinham lugar no avião para o Brasil. Mas é sabido que Bento escolhe segundo critérios de fidelidade pessoal e não de qualidade ou momento que os jogadores atravessam. Só isso justifica a aposta inamovível em jogadores claramente fora de prazo ou de forma (e até mesmo de condição física) e cujos nomes, por delicadeza, me abstenho de enumerar. A imensa responsabilidade que recai sobre os ombros do seleccionador foi usada por Paulo Bento para recompensar e garantir lealdades, em interesse próprio. É a escola de Scolari, mas com a enorme diferença de a base de recrutamento estar longe de ser comparável. Aliás, por aquilo que sigo nos jornais, raramente me dou conta de que o seleccionador acompanhe ao vivo outros jogos que não os dos grandes (onde 90% dos jogadores são estrangeiros), que frequente jogos dos outros clubes, das camadas jovens ou que, menos ainda, acompanhe o desempenho dos jogadores portugueses a actuar no estrangeiro — em Itália, Inglaterra, Rússia, Chipre, Turquia, Espanha, etc. A sua selecção parece feita desde sempre e para sempre.

A PREPARAÇÃO

Foi verdadeiramente chocante constatar até que ponto a selecção levada ao Brasil estava impreparada para o Mundial, sob qualquer ponto de vista: físico, anímico, emocional, táctico, estratégico. Uma armada completamente à deriva, que não parecia saber ao que ia. Como, que se saiba, tudo foi disponibilizado ao seleccionador, em termos de meios, de conforto e de luxos, para que tal não sucedesse, chegando mesmo a renovar-se o seu contrato antes do final do prazo e do Mundial para que nada o perturbasse, não há, à vista, desculpa alguma para o rotundo falhanço. E claro que nem tudo será da responsabilidade dele, mas uma vez que nada foi até agora convenientemente esclarecido, sobram para cima do comandante todas as responsabilidades.

0 PLANEAMENTO

Creio ter sido o primeiro, ou dos primeiros, a levantar a questão da localização do quartel-general da Selecção em Campinas, obrigando a mais horas de voo do que as necessárias em função dos locais dos jogos e fazendo com que os jogadores treinassem em condições bem diferentes daquelas que já se sabia que iriam encontrar em Manaus e Salvador. Isso, mais a passagem prévia pela costa leste dos Estados Unidos, cuja lógica de todo me escapou, nunca foram esclarecidas e ninguém pode saber até que ponto contribuíram ou não para a diferença abissal de preparação com que nos apresentámos no primeiro jogo, relativamente aos alemães.

A CONDIÇÃO FÍSICA

É absolutamente consensual entre toda a gente que a equipa portuguesa chegou ao Mundial num lastimável estado físico, que o número mais do que anormal de lesões e a moleza mostrada em campo exuberantemente atestaram. Se bem percebi, o médico da Selecção veio dizer que já em Janeiro terá apresentado um relatório onde se preveria a possibilidade de tal cenário. Parece-me cedo de mais, a cinco meses de distância, mas o que não há dúvida é que um conjunto de jogadores a rebentar pelas costuras ou a arrastar-se em campo só pode resultar de todos os factores envolvidos na preparação física: a parte médica, a parte de recuperação, a parte dos treinos. E não é simplesmente aceitável que isto fique por esclarecer e que daqui não se extraiam as consequências que se impõem.

OS ONZES

De jogo para jogo, Paulo Bento só mexeu quando algum jogador rasgava ou era castigado. Fosse qual fosse o adversário, o resultado procurado, as condições de clima ou o estado físico dos jogadores, o seu onze já estava determinado na sua cabeça desde que em Novembro passado garantimos o bilhete para o Brasil. Acabou por utilizar quase todos os jogadores que levou, mas apenas porque circunstâncias alheias à sua vontade o impuseram. Paulo Bento não é conservador: conservadora era a minha avó. O que ele é é um homem de ideias fixas, confiante que a realidade acabará sempre por se render a elas. Viu-se...

0 FUTEBOL JOGADO

Julgo que teremos dividido com a Grécia o pior futebol visto neste Mundial, em que se tem visto tão bom futebol - jogado até por selecções que estavam 20 ou 30 lugares abaixo de nós no ranking da FIFA. Mas, mesmo assim, a Grécia quase que chegava aos quartos, enquanto que nós nunca demos a sensação de poder ir além do que fomos, excepto para aqueles espíritos patriótico-optimistas que acham que basta querer e acreditar para, quem sabe até, chegar ao próprio título. Não se viu nada em campo que pudesse alimentar sombra de tais expectativas - nem sequer contra a equipa de amotinados e desinteressados do Gana. E nem ao menos pudemos queixar-nos da sorte: basta constatar que, dos quatro golos marcados por Portugal, três foram literalmente oferecidos pelos adversários. Segundo depreendi, o futebol planeado pela nossa selecção resumia-se à esperança de que o Cristiano Ronaldo que resolvera o play-off contra a Suécia resolvesse também tudo o resto. Mas não só não havia plano-B, como nem sequer havia equipa para o plano-A.

A EMBAIXADA AO BRASIL

Podíamos ter feito fraca figura em campo, mas boa figura fora dele. Era nossa estrita obrigação, disputando um Mundial num país descoberto por nós, onde se fala a nossa língua e onde, para mais, dispusemos do apoio permanente dos brasileiros. Mas a selecção portuguesa passou pelo Brasil numa postura de vedetas inacessíveis, fechados numa fortaleza onde os únicos que entraram de fora foram dois cabeleireiros. Outras selecções treinaram na praia com o povo a vê-los, visitaram favelas, confraternizaram com os índios e populações locais. A nossa, não: nem uma visita a um centro português, a uma escola, a uma instituição qualquer. Nem um minuto de paragem para falar com as pessoas, nenhuma declaração, fosse de dirigentes, treinador ou jogadores, que, de alguma maneira agradecesse ao Brasil o Mundial e o apoio dado, ou até revelando ao menos que sabiam em que pais estavam - coisa que não tenho como certa.

0 FUTURO

Paulo Bento já revelou não estar disponível para a renovação radical que se impõe fazer na Selecção — não apenas nos nomes, mas no seu próprio funcionamento. Para ele, tudo terá que ser muito lentamente e com o critério da «gratidão» a sobrepor-se a tudo o resto. Ou seja. é mais importante não melindrar os seus, do que renovar a Selecção. Aliás, afastou desde logo a ideia de começar por renovar o seu próprio cargo. Assim sendo, pelo menos, a Federação sabe com o que conta. E nós também. Afinal, foi tudo a feijões.

30 de junho de 2014

Tem Lógica! não tem? Batatas!

                                              Vieirinha vs Quaresma


     Havia relatórios médicos, que especificavam os Jogadores em risco de lesão durante o mundial, que eram:


- Éder 
- Cristiano Ronaldo
- Vieirinha
- Helder Postiga




 Ontem na TVI .....Porque não convocou Quaresma?

" Quaresma começou a jogar em Janeiro e o Vieirinha em Abril ....O Vieirinha, só não jogou mais no mundial, por minha opção ...... Queria alternativas para outro tipo de modelo de jogo"

Outro modelo jogo? Qual? Vai dar milho aos passáros! fdp



Os Palhaços : ânus e CS

                           É o Jogador do Mundial.....

No ano passado foi feita uma campanha mentirosa, pelos vendidos da merda do costume!



      
              
O tal que valia o mesmo que Moutinho....


“Tivemos [Sporting] o azar do presidente Pinto da Costa não estar a conseguir fazer os negócios que tem feito. Ele sempre disse que os jogadores eram vendidos pela cláusula e sabemos que a [transferência] do João Moutinho era de 40 milhões, infelizmente não foi assim, foi por 25 milhões (…) às vezes as pessoas não vão tendo as mesmas capacidades e as mesmas competências”













28 de junho de 2014

Usa Linic ! Só assim és um vencedor!

Até 2018! Portugal é eliminado ainda na fase de grupo da Copa, e vira memes na web (Foto: Reprodução)

27 de junho de 2014



Aqui fica a imagem da chegada do novo reforço do grande porto!




       FIFA = Porcos, Escumalha....





 Aquele castigo ao Suárez mostra a vergonha que é a FIFA! A máfia dos tachos!

Ao Zidane deram 3 jogos (no mundial da cabeçada), no caso do Luis Suárez  faço minhas as palavras do astro Maradona ( o melhor do Mundo, sempre!), mais valia manda- lo para a prisão dos americanos em Cuba!

O Uruguai não é a França!

Os 9 jogos de castigo, exagerados!

Os 4 meses de inatividade é o escândalo atroz.

Claro, que o jogador tem que resolver o seu problema, mas não são estes castigos a solução! Um bom psicólogo resolve o problema!

Eu meti aqui um meme, para gozo, não pretendia está vergonha! era só para rir!

TEM ACIMA DE TUDO TEM UMA GRANDE LÍNGUA!

Defou expulso frente à Coreia do Sul (Foto EPA/DIEGO AZUBEL)  (foto )


Defour é expulso e falha oitavos de final

O portista Defour foi expulso próximo do intervalo no jogo com a Coreia do Sul. Uma entrada realmente muito dura do médio do FC Porto…

Mostrou outra vez, não tem cabeça, nem grande talento!

Foi muito mau:

 para o clube! E para o Defour, que deseja muito sair
 do porto... sonha demasiado,  pensa que é maior que na realidade é!



A piada do dia...





Garay no Zenit dá 2 milhões de prejuízo


A SAD recebe agora 2,4 milhões de euros dos 6 milhões totais porque três seguem para os cofres do Real Madrid e 600 mil euros para o Benfica Stars Fund, que já havia pago 1,1 pelo central que os merengues venderam aos encarnados por... 5,5


Estranho? Qualquer coisa errada! Normal para lado do Orelhas!


26 de junho de 2014

Seleção dos Tachos!


«Paulo Bento será o técnico até ao Euro'16»





A saga continua....

SONSO PERDEU, PEDE A DEMISSÃO !

            OS JOGADORES DE MULETAS

Levou quem quis....

Deixou de fora os melhores.... levou os seus amigos rentáveis para seu bolso!

Tem que pagar.....  COM A DEMISSÃO! O arrogante da Merda!




OS DERROTADOS...

O SONSO

OS AMIGOS ALEIJADOS DO SONSO

OS AMIGOS JORNALISTAS LISBOETAS

SE AINDA O ÚNICO ALEIJADO FOSSE CR7.......NÃO LEVOU OS JOGADORES, QUASE TODOS, ALEIJADOS ! TINHA RELATÓRIO MÉDICO, QUE PROVAVA, AS LESÕES!

VERGONHA! É SÓ CUNHAS !

És grande! Para sempre um Dragāo!

                        Fernando no M.City por 15 milhões.

             





Já todo o Reino do dragāo estava a espera desta notícia!  Mas, é sempre triste, ver sair um dos melhores jogadores do Porto.

Com certeza um dos melhores trincos do mundo,  um grande profissional, com exemplar comportamento!

Como grande fã do Fernando,  só tenho a dizer. ..

MUITO OBRIGADO! Boa sorte! Felicidades!

25 de junho de 2014

Bye- Bye, Brasil

 É segunda-feira do segundo dia de Verão e chove a céu aberto em Lisboa. Junte-se a chuva no Verão à crise e esta à ressaca da madrugada anterior passada a ver a Selecção jogar em Manaus, e temos um diagnóstico infalível de uma nação em profundo estado de depressão. Por mim, que nunca fui dado à histeria patriótica causada pela Selecção nem à veneração daquele grupo de «novos conquistadores» e novos «heróis do mar», que vejo mais facilmente como um grupo de vedetas mimadas, preocupados com penteados, tatuagens, carros e nada mais que se saiba, a queda em desgraça da Selecção nem sequer é motivo de depressão. Seria, se eu apostasse nela as minhas últimas fichas de uma hipótese alternativa de ver o céu azul. Mas, não é o caso: como aqui escrevi, ainda durante a fase de qualificação, esta é uma das Selecções mais fracas de que me lembro. Tem três bons jogadores — Fábio Coentrão, Cristiano e João Moutinho — e os outros são apenas razoáveis, ocasionalmente bons. Estamos no Mundial apenas porque Cristiano marcou 4 golos em dois jogos do play-off e nos comprou o bilhete. Mas agora, com ele e Moutinho em baixa de forma, com Fábio Coentrão arrumado no primeiro jogo, a equipa de Paulo Bento, como o mostrou, não é sequer capaz de levar de vencida uma equipa que não vale nada, como a americana, apesar de ter tido a sorte de marcar um golo caído do céu a abrir o jogo e outro no último de 5 minutos de descontos. Ao contrário do que as vozes habituais puseram a circular, os Estados Unidos não são nenhuma Selecção de atletas, como já se tinha visto contra o Gana e voltou a ver-se anteontem. A obsessão em apresentar todos os adversários como difíceis, até um Uzbequistão, leva à criação de uma cultura de pré-desculpabilização que é o fermento ideal para um equipa de vencidos. Isso e os equívocos de um seleccionador que, em lugar de meter os melhores do momento em cada momento, prefere irritar-se porque um jornal adivinhou a equipa que iria jogar a contra a Alemanha como se houvesse alguma dificuldade em adivinhá-la, visto ser sempre a mesma.

Mas não é esta ainda a altura de fazer o balanço da nossa prestação no Brasil — não vá eu agoirar ou ser acusado de falta de patriotismo. É certo que não acredito em milagres, tanto mais que, pelo que vi até aqui, o Gana é bem melhor equipa do que Portugal. Vamos, pois, fingir acreditar em milagres. Até lá, as razões do nosso mais que provável falhanço requerem uma análise mais pensada e menos a quente como tantas que já vi serem feitas menos de 24 horas após Manaus, e, algumas até, transformando em ferozes críticos quem antes era cordato apoiante de tudo. Alguns dos que agora apressadamente vão de bota a baixo sem freio, eram dos que antes sugeriam como traidores à Pátria quem ousava duvidar do que quer que fosse.

Fica assim o balanço para a semana que vem e apenas não resisto, desde já, a dois desabafos: um, para dizer que não há explicação alguma que nos possa fazer crer na competência de um treinador que prefere jogar com Miguel Veloso do que com William Carvalho — e esse é apenas um dos inúmeros erros de casting cometidos; e o outro desabafo é para dizer que nada nos levaria a poder adivinhar uma Selecção tão mal preparada, em todos e cada um dos aspectos, para disputar um Mundial. Quando isto acabar, devem-nos uma longa explicação. Mas por ora, como disseram o William e o Varela, aliás com grande originalidade, o momento é o de «há que levantar a cabeça» — que parece ser o único pensamento profundo que lhes é contratualmente permitido exprimir, após um desaire.

 E eu devo uma retratação, quando aqui previ que iríamos assistir a um mau Mundial, com jogadores cansados e em baixo de forma, jogando a passo e com estratégias super-cautelosas. A minha única desculpa é que essa previsão foi feita depois de adormecer a assistir ao Portugal-Grécia, jogo de preparação, no Jamor. Fui estúpido: tomei aquelas duas equipas por representativas do todo, sem saber que estava perante aquelas que talvez sejam, até agora, as duas piores entre as 32 selecções que disputam este Mundial.

Porque a verdade é que temos assistido a um grande campeonato, com grandes jogos e algumas selecções que, ao contrário da nossa, mostraram ter feito progressos imensos desde a África do Sul. Mais do que isso, temos visto equipas que correm, jogam e lutam até ao fim, marcam golos, protagonizam reviravoltas, estão ali com um sentido de responsabilidade do espectáculo que os brasileiros merecem. O Mundial tem sido salvo pelos jogadores, por aqueles que, como escreveu Santiago Segurola no DN, a propósito do Alemanha-Gana, protagonizam jogos «que dá gosto aos adeptos e desagradam aos treinadores». Ver equipas como o México, a Costa Rica, o Japão, a Coreia do Sul, até o Irão de Carlos Queiroz, a jogarem um futebol aberto e inteligente, que não se julgaria ao alcance delas, é de facto, uma extraordinária novidade. Em oposição, equipas como Portugal, a Grécia (esta um autêntico caso de lesa-futebol), ou o triste Brasil de Scolari (escrevo antes do jogo com os Camarões), arrastam em campo um vedetismo sem sentido nem brilho, que é um misto de preguiça e incompetência.

 0 FC Porto é das equipas, a segunda ou terceira, que tem mais jogadores presentes no Mundial. Mas deve ser certamente a primeira em número de jogadores que já foram seus: só na nossa Selecção são sete. Mas, de todos os ex-portistas, o que mais me dói ver em acção é Atsu, esse jogador que Vítor Pereira desprezou e empurrou porta fora e que eu tanto defendi aqui. Também me custa ver o costa-riquenho Bryan Ruiz, um fabuloso número 10, sobre o qual chamei a atenção há uns três anos, quando o seu passe era completamente acessível. E o mesmo direi do argelino Brahimi, de que falei há meses atrás e que hoje já deve custar o dobro. O Mundial está, fatalmente, a revelar vários jogadores que um bom scouting teria detectado antes e que agora é tarde para lhes chegar. Já que se insiste em comprar sempre lá fora, há países que são autênticos viveiros de grandes futebolistas em potência, mas não sei se é por serem baratos e não garantirem grande dinheiro das comissões, ou se é porque o trabalho de prospecção não é feito como devia, escapam aos nossos grandes clubes compradores.

O Vampiro do Mundial



Damon Salvatore tem um grande rival....:

23 de junho de 2014



Cristiano Ronaldo: «Para mim era fácil, bastava não vir ao Mundial»




E quem recebia os honorários dos teus patrocinadores.... quem é cumpria os teus contratos com as marcas!

O pessoal não tão burro, como tu pensas! Idiota!

O mundo dos memes  da vedeta da chucha!

wayne rooney haircut meme 6
@UCLA_Nation
wayne rooney haircut meme 5
@SBNation
wayne rooney haircut meme 4
@SBNation
wayne rooney haircut meme 3
@bubbaprog
wayne rooney haircut meme
@papasbasement


wayne rooney haircut meme 2
@HumzaProduction



Esta não é a minha seleção !

                 Estado clínico Piorou!

 Estamos ligados à máquina,  desde a convocatória que esta seleção estava na enfermaria!           
                 EUA 2-2 PORTUGAL


PORTUGAL SALVOU- SE NO ÚLTIMO SEGUNDO, COM UM GOLO DE VARELA!

Hoje já houve um pequeno milagre.

ESTA A SELEÇÃO É A SELEÇÃO DE ALGUÉM! É de Portugal?

POSSA SER QUE ESSE ALGUÉM CONSIGA O MILAGRE! Peça milagre a senhora de Fatima!

Não foi muito mau.... estivemos mortos!de mortos para ligados á máquina! até melhoramos!? no estado clínico! Claro!

 nota: O CR7 é um palhaço vaidoso! pelo que disse antes do começo do mundial! e pelo disse ontem! e pelo que joga! não está bem! então, não ia ao mundial! Dava lugar a outro, ele não é o único!




20 de junho de 2014

Rei da Bazófia



Jesus: «Transformo jogadores em melhores do Mundo»

DIZ SER MELHOR DO QUE MOURINHO

O técnico do Benfica lembrou os jogadores que tem transformado “em melhores do Mundo” e até se considerou melhor do que José Mourinho.

Jorge Jesus: «Pagavam-me 5 ou 6 vezes aquilo que recebo em Portugal»
TÉCNICO FALA NAS VÁRIAS PROPOSTAS RECEBIDAS


Quer aumento?!
Birras e exibicionismo dos jogadores, palermices... é nosso dia a dia ( temos que compreender que são homens/ jovens na casa dos vinte anos) mas, é uma burrice!

Mas, egos e os super egos dos treinadores metem-me 

nojo!


nota: não defendo o idiota do Mourinho ( basta lembrar as declarações sobre Pepe, nacional ou não), os vingativos e baixinhos Mourinho e Queirós estão em ação! Mesquinhos! Estes treinadores são uns palhaços! há outros! O que dinheiro faz as pessoas!

Óliver Torres ... Jovem talentoso

Lopetegui está prestes a receber o primeiro dos jogadores que pediu à SAD. Trata-se de Óliver Torres, médio criativo do Atlético Madrid, que chegará por empréstimo. Aos 19 anos, conhece o treinador de quatro escalões





Óliver Torres, cujo acordo de empréstimo com o Atlético de Madrid estará prestes a ser concluído, chega ao FC Porto para concorrer com Quintero por um lugar no onze.

RIP - FERNANDO SARDOEIRA PINTO

in ojogo


Uma pequena homenagem a grande Portista. Descanse em Paz

19 de junho de 2014

Para os trabalhar, não jogaram nada...eles mostram a sua 
classe no mundial...
           Herrera e Quintero estão a brilhar

Médio do FC Porto marcou o golo que deu a vitória à Colômbia, esta quinta-feira, frente à Costa do Marfim.  E o Herrera tem feito exibições fantásticas... ontem o vendido, disse que com ele o mexicano também jogava na posição 8.... uma anedota!

Os jovens são uma chatice
Atsu... também tem mostrado classe! ( o Vitinho fala, fala, mas não gosta de jovens, são irreverentes, imaginativos e acabam por fazerem disparates como o Kelvin fez aos mouros, e têm que ser trabalhados), o problema é que se calhar ele não sabe, trabalhar jovens.pois não!

A imagem que Cristiano Ronaldo está a 
deixar em terra de Vera cruz....

Para perceber a razão da revolta, veja algumas das frases mais polémicas do jornalista…
Nunca houve jogador de futebol tão nojento quanto Cristiano Ronaldo.
Egoísta, egocêntrico, tudo ego, o CR7 tem direito de fazer a sobrancelha melhor que os comentaristas de TV e de depilar as pernocas.
Cristiano Ronaldo penteou a bola como penteia o cabelo, e nada conseguiu.
Não tem espírito de equipe. Ele sofreu nesta segunda-feira pelo insucesso pessoal, e não da sua seleção.
O CR7 é mais metido que dedo em nariz de piá.

Jornalista fala em “xenofobia” para com brasileiros

Assim vai o mundial dos Cangurus... um pontapé na Espanha!

MUNDIAL3


Um pontapé para a História!

Uma autêntica anedota!

 MUNDO TELEVISIVO... EM TEMPOS DE MUNDIAL

banner Brasil 2014

Horas e horas de comentários,  em todos os canais de informação.

Mas, o mais divertido é sem dúvida o da RTP i....

UMA COMÉDIA......................

COMENTADORES   Como :

Manuel José - parece, não! é um general ditador... não me merece o mínimo de respeito!

Muito bom, são as prestações de :

Vítor Pereira - puro exibicionismo, passa os programas mostrando conhecimentos de futebol mas, com uma falta total coerência , como por exemplo " gostei muito da tal selecção,  porque tem uma ideia de jogo,  faz transições rápidas,  como ninguém"...gosta? a sério? Repita! Não acredito! Repita outra vez!

 Digam uma vez, uma só vez,  que o Porto tenha jogado em transições rápidas?  Mesmo durante os sonolentos jogos do seu tempo, quantas vezes o nosso porto utilizava os contra-ataques, para abrir as latas! Passávamos jogos em que não havia um único conta-ataque! De facto ele tinha uma ideia de futebol, mas as transições nunca entravam  nessa ideia... era só para dormir! trocar a bola do meio campo e voltar a trocar a bola, não saíamos daquilo!
Lábia, não lhe falta! está visto como convenceu os responsáveis do porto, a contrata-lo! Só tem teoria, pratica nada! Blá, blá!

Pra não falar do palhaço de Paredes..... que grande especialista, engoliu o livro das táticas!

O Vendido - é um autêntico nabo, não percebe nada de futebol!  Como foi possível este banana ter estado à frente do Porto?Este tipo consegue irritar-me profundamente ainda hoje!

A luta de Egos e super egos!
Outra palhaçada,  é o confronto de egos entre Domingos e o Vítor Pereira. .. invejas mútuas,  obviamente!

18 de junho de 2014

Um fado Tropical

1- Pior começo era impossível: penalty aos 10 minutos, lesões aos 28 e aos 63, expulsão aos 30, 0-3 ao intervalo, sem que Patrício tenha feito uma só defesa. Queixas antes do jogo, com o horário (marcado há seis meses e igual para todos) , com os dez minutos de atraso na chegada do autocarro com a Selecção ao estádio e queixas com a arbitragem desde o inicio, vindas do banco para dentro do campo, conforme é táctica de há muito estabelecida entre nós. A arbitragem não nos correu bem, de facto, mas apenas o penalty não assinalado sobre Éder foi erro claro: nas outras decisões, João Pereira e Pepe puseram-se a jeito. Mas nada disso consegue esconder os dois golos já sofridos antes da expulsão de Pepe, a evidente superioridade do futebol dos alemães e a clara falta de mentalização dos jogadores, que os levasse a preocuparem-se menos com as decisões do árbitro e mais com precipitações inaceitáveis num Mundial

— como o penalty de João Pereira, as três ofertas de golo de Patrício, de que, felizmente, só uma foi aproveitada, a incapacidade (mais uma!) de Pepe se controlar, a displicência do corte de Bruno Alves que deu o 0 3, etc.

Ninguém me tira da cabeça que aquilo a que chamo a diarreia prévia de patriotismo e o excesso de vedetismo, com os jogadores transformados nos novos heróis do mar, o Paulo Bento posando para a publicidade em atitude de Infante D. Henrique contemplando o mar a ser desbravado, tudo isso conduz a um excesso de auto-convencimento que acaba fatalmente em desastre quando se encontra pela frente gente que está habituada a trabalhar no duro para chegar aos resultados.

Não, não nos basta ter «o melhor jogador do mundo», se ele é a única alternativa que conhecemos. Que se aproveite, ao menos, a lição deste jogo inaugural contra a Alemanha para um banho de humildade que possa evitar o pior dos cenários.

2- Já se sabia que este iria ser um Mundial disputado em condições bem difíceis, atendendo ao clima do Brasil e à distância a percorrer pelas equipas entre jogos. Mesmo não sendo actualmente Verão no Brasil, do Rio de Janeiro para cima o Inverno brasileiro tem temperaturas de Verão europeu e humidade de sauna a que não estamos habituados. Jogar à uma da tarde em Salvador ou às sete da tarde em Manaus (necessidades televisivas a tal obrigam) transformam-se no primeiro e mais sério problema que qualquer selecção tem de enfrentar. Ora, a nós calhou-nos essa fava logo de entrada: jogar à uma da tarde em Salvador e às sete da tarde em Manaus. E, com esta programação, a decisão de fazer um pré-estágio na costa leste dos Estados Unidos e montar depois quartel-general em Campinas acarreta riscos que talvez nunca se saiba ao certo se foram bem assumidos ou mal pensados.

Quanto ao estágio norte-americano, ele teve desde logo como consequência envolver mais uma viagem transatlântica e umas sete horas de voo a mais do que se a Selecção tivesse ido directa para o local de estágio no Brasil.

Para uma equipa que vai ter de fazer três viagens de médio curso, de ida e volta, por cada um dos jogos da primeira fase - Salvador, Manaus e Brasília - pareceria que tudo o que pudesse poupar o desgaste das horas de voo seria conveniente. Li que o fácil acesso do hotel de Campinas ao aeroporto de Víracopos foi um dos factores determinantes da escolha. Mas não vejo como é que isso pode compensar a desvantagem do número de horas suplementares passadas no avião. Sabendo-se de antemão as três cidades onde Portugal iria jogar, a mim parece-me que optar por ter quartel-general em Salvador ou no Recife seria melhor opção. É certo que o clima é aí mais forte e os treinos seriam mais puxados, mas, não só poderiam estes ser feitos a horas de calor mais brando, como a adaptação ao clima que a equipa terá de enfrentar nos jogos seria mais eficaz.

Enfim, é apenas um desabafo, porque certamente alguém que é pago para pensar nestas coisas melhor do que eu o terá feito. Logo se verá se acertadamente. Oxalá que sim.

3- 0 Mundial começou com uma exibição descolorida da Selecção de Scolari, terminando com a habitual prevalência do resultado sobre o espectáculo, que é uma das imagens de marca do seleccionador brasileiro. Para isso é que a CBF o foi buscar, depois de ele ter acabado de despromover o histórico Palmeiras à segunda divisão. Como habitualmente também, a Selecção anfitriã beneficiou da determinante ajuda FIFA, sob e forma de um penalty descaradamente inventado pelo árbitro, logo seguido de dois golos limpos anu lados ao México e que podem ser importantes em termos de atribuição do primeiro lugar do grupo.

Começou mal o Mundial, cheio de falhas de organização e de casos de arbitragem (e há quem insista que árbitros estrangeiros no nosso campeonato resolveriam todos os problemas!).

4- Eu gosto das selecções que se comportam como a holandesa, não transformando os estágios em reuniões secretas, em fortalezas inexpugnáveis e não
fazendo de cada detalhe à volta da equipa uma notícia de importância extrema. Lembro-me sempre da célebre selecção da Dinamarca que, chamada à última hora para substituir a Jugoslávia num Europeu, requisitou os jogadores que já estavam em férias, permitiu-lhes vir para o estágio com as mulheres e as namoradas, concentrou todos apenas dois dias antes do primeiro jogo e, no fim, acabou campeã, ridicularizando todas as elaboradas teorias sobre concentrações e estágios. Pois a Selecção holandesa neste Mundial, desprezando as imposições extremas de segurança e a propalada necessidade de isolamento para melhor trabalhar, resolveu montar estágio em Ipanema, conceder algumas liberdades nocturnas aos jogadores, e chegou ao cúmulo de atravessar o calçadão em frente ao hotel e ir treinar para a praia, no meio do povão. E, depois, sabe-se o que aconteceu, na hora da verdade: deu um salto a Salvador e desbaratou a Espanha, campeã do Mundo, deixando os espanhóis de gatas, com Robben, seis anos a mais que Sérgio Ramos, correndo a 37 kms por hora, ganhando-lhe dez metros em trinta de corrida, para marcar o quinto golo da Holanda.

5- O Espanha-Holanda pós frente a frente dois jogadores que, em minha opinião, há muito merecem o titulo de melhor jogador do mundo: Andrés Iniesta e Arien Robben. Ambos são jogadores de luxo: na recepção, no passe, na finta, no remate, na exploração dos espaços, na inteligência com que jogam. Mas não podem ganhar o título porque lhes faltam diversas outras qualidades essenciais para tal: não usam brincos nem pulseiras; não têm tatuagens; não têm cortes de cabelo inspirados nos mais estranhos animais da natureza (aliás, nem sequer têm cabelo); não têm milhões de seguidores no Facebook: e não acompanham com top-models. Enfim, são pouco profissionais...

No duelo entre ambos, Iniesta começou bem, mas, tal como toda a equipa espanhola, foi atropelado na segunda parte pela cavalgada das valquírias do Pais Baixo. E, sobretudo, por um fabuloso Arien Robben, que em tempos o Real Madrid desperdiçou. Foi daquelas exibições que ficam para a história do futebol.

6- 0 desfecho das eleições da Liga seria de morrer às gargalhadas, se não fosse o sinal que faltava da podridão em que aquele instituição caiu. Através de anunciados «ventos e fezes», Bruno da Carvalho lá conseguiu fazer eleger o seu candidato imaculadamente limpo, garantindo, com a reeleição do inqualificável Mário Figueiredo, a continuação do apoio da Liga em momentos decisivos. Mesmo que, num universo eleitoral de 35 clubes, só 7 tenham votado nele, com todos os outros a reclamaram da chapeia da ao pior nível de uma qualquer República das Bananas. Eu sei que há gente para tudo, mas nunca tinha assistido a alguém capaz de se agarrar ao poder, numa suposta democracia, com um cardápio de truques tão imaginativo quanto destituído de qualquer resquício de pudor. Tenham, pelo menos, a noção do ridículo de não voltarem a falar da credibilização do futebol português! Os autores de casos de policia não podem ser policias de casos. Que grande época que se perspectiva!