15 de junho de 2014
Um Querido estrangeiro expulsou o Maxi Caceteiro!

O Lampião só deu um pontapé no adversário, jogar a bola não é para ele!Nada visto aqui em Portugal! pois não?
Parabéns ao Clube do do Orelhas!
Fizeram história no mundial 2014....
Outro record para a corja vermelha, tiveram o 1º jogador do mundial a ser expulso da competição!
o vídeo, aqui.
Nota: o querido portuga não avisou os colegas que é proibido expulsar o caramelo!

O Lampião só deu um pontapé no adversário, jogar a bola não é para ele!Nada visto aqui em Portugal! pois não?
Parabéns ao Clube do do Orelhas!
Fizeram história no mundial 2014....
Outro record para a corja vermelha, tiveram o 1º jogador do mundial a ser expulso da competição!
o vídeo, aqui.
Nota: o querido portuga não avisou os colegas que é proibido expulsar o caramelo!
14 de junho de 2014
13 de junho de 2014
As cunhas são tudo.... LIMPINHO, LIMPINHO!
Posted by Unknown | sexta-feira, junho 13, 2014 | empresário, jorge mendes, nuno espírito santo, valência
Nuno entrenará al Valencia
El portugués sustituirá a Juan Antonio Pizzi. Peter Lim y Jorge Mendes quieren que el portugués lidere el nuevo proyecto del club che, que deja fuera al argentino

Nuno espera al Valencia
O Jorge Mendes faz milagres... o Futebol e as cunhas andam juntas!
O Vendido conseguiu ser treinador do Porto!
Lopetegui (sem curriculum ao nível profissional) chega ao Porto!
O Madeirense ex -Visconde no Mónaco ....
O Espírito Santo no valência... só mesmo com o milagreiro Jorge Mendes!
Para não falar nas promoções sem o mínimo de nexo de alguns jogadores na seleção! está tudo limpinho!
11 de junho de 2014
Ânus votou na merda! Com métodos destes o PORTO, TEM DIREITO DE USAR TUDO QUE É PRECISO, PARA DERROTAR AS MÁFIAS
Posted by Unknown | quarta-feira, junho 11, 2014 | eleições, escândalos, liga portuguesa de futebol, máfia
Ânus = Merda Tem tudo haver! Duas coisas inseparáveis!
Aqui está lufada de ar fresco vindo dos Viscondes vigaristas, vendedores de banha de cobra! Bandalhos!
O descaramento, os sem vergonha! (incluindo a CS)
As duas máfias do Futebol
Verde...

Mário Figueiredo recebeu 10 votos a favor e dois em branco, pelo que foi reeleito presidente da Liga de Clubes, numa eleição onde votaram quatro clubes da Liga (Sporting, Belenenses, Paços de Ferreira e Boavista) e quatro da Liga 2 (Farense, Atlético, Santa Clara e Leixões).
O clube que votou em branco foi o Boavista, cuja SAD sempre manifestou uma posição neutra relativamente a este ato eleitoral.
Vermelha
"Ajudem a merda!"

Comunicado da SLBosta...
«Das eleições de hoje para a Liga de Clubes não há vencedores nem vencidos, mas apenas um processo que não dignificou o Futebol português.
E desenganem-se - ao contrário do que muitos querem fazer passar – que o culpado não é Mário Figueiredo, que porventura em alguns momentos, reconheço, também poderia ter assumido uma posição mais conciliadora.
Quem procurou nesta eleição um ajuste de contas com o passado, ou viu neste ato eleitoral uma oportunidade de afirmação pessoal sem qualquer outro tipo de projeto, esses sim contribuíram para o espetáculo pouco edificante que tivemos oportunidade de assistir.
Não expressei publicamente qualquer opção para o presente ato eleitoral, mas chegados aqui e uma vez eleito o Dr. Mário Figueiredo acho que temos a obrigação de o ajudar, dando-lhe a oportunidade de com os clubes procurar uma solução conciliatória.
Fazer outra coisa, prolongando nos tribunais uma disputa legal, em nada beneficiará o Futebol português», afirmou Luís Filipe Vieira, em declarações no «site» oficial do Benfica.
Vamos a voltar a serem roubados!
Como previa, o PC perdeu capacidades, voltou a ser comido de cebolada!
A próxima época, ou temos uma equipa fabulosa, ou então vai ser outra desgraça como a que terminou!
Aqui está lufada de ar fresco vindo dos Viscondes vigaristas, vendedores de banha de cobra! Bandalhos!
O descaramento, os sem vergonha! (incluindo a CS)
As duas máfias do Futebol
Verde...

Mário Figueiredo recebeu 10 votos a favor e dois em branco, pelo que foi reeleito presidente da Liga de Clubes, numa eleição onde votaram quatro clubes da Liga (Sporting, Belenenses, Paços de Ferreira e Boavista) e quatro da Liga 2 (Farense, Atlético, Santa Clara e Leixões).
O clube que votou em branco foi o Boavista, cuja SAD sempre manifestou uma posição neutra relativamente a este ato eleitoral.
Vermelha
"Ajudem a merda!"

Comunicado da SLBosta...
«Das eleições de hoje para a Liga de Clubes não há vencedores nem vencidos, mas apenas um processo que não dignificou o Futebol português.
E desenganem-se - ao contrário do que muitos querem fazer passar – que o culpado não é Mário Figueiredo, que porventura em alguns momentos, reconheço, também poderia ter assumido uma posição mais conciliadora.
Quem procurou nesta eleição um ajuste de contas com o passado, ou viu neste ato eleitoral uma oportunidade de afirmação pessoal sem qualquer outro tipo de projeto, esses sim contribuíram para o espetáculo pouco edificante que tivemos oportunidade de assistir.
Não expressei publicamente qualquer opção para o presente ato eleitoral, mas chegados aqui e uma vez eleito o Dr. Mário Figueiredo acho que temos a obrigação de o ajudar, dando-lhe a oportunidade de com os clubes procurar uma solução conciliatória.
Fazer outra coisa, prolongando nos tribunais uma disputa legal, em nada beneficiará o Futebol português», afirmou Luís Filipe Vieira, em declarações no «site» oficial do Benfica.
Vamos a voltar a serem roubados!
Como previa, o PC perdeu capacidades, voltou a ser comido de cebolada!
A próxima época, ou temos uma equipa fabulosa, ou então vai ser outra desgraça como a que terminou!
Ditadura ! Golpe no futebol !
Posted by Unknown | quarta-feira, junho 11, 2014 | eleições, escândalos, mário figueiredo, presidente
A merda do futebol Português
Tal qual como na china!e ao estilo da madeira!
Único candidato!Uma farsa de democracia!
Mas, já se vota na merda da Liga da madeira e de Lisboa!
Reforço policial à porta da Liga.
Afastou todos os concorrentes!


Em 07 março de 2014
Em apoio ao presidente Mário Vigarista
Vieira e Bruno de Carvalho deixam
reunião revoltados
Clubes não se entendem no Conselho de Presidentes e a ruptura no futebol português torna-se cada vez mais irreversível. Já há quem admita que a Liga 2014/15 está em risco.
Caldo entornado na reunião do Conselho de Presidentes da Liga, que decorreu nesta sexta-feira em Fátima e na qual não houve entendimento nas propostas para a reestruturação do futebol profissional português, bem como na insistência do "G18" para que Mário Figueiredo abandone a presidência da Liga de Clubes antecipadamente.

No jornal rascord...
Mário Figueiredo é o único candidato às eleições de hoje da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), no Porto, num ato atribulado marcado pela rejeição das candidaturas de Fernando Seara e Rui Alves
Golpe na Liga
Como é possível que durante muitos meses a maioria dos clubes tenham tentando deitar fora o Chinês Mário Figueiredo....
E num passo de magia (trafulhice, anti- democrático) o único candidato á liga é o Chinês madeirense!
Já Hoje....
Sete requerem anulação das eleições
Os democráticos tentam que a nomeação (não há eleições, é candidato único) não se realize!
10 de junho de 2014
1- Com aquele seu tom de voz que parece saído do intestino grosso, o presidente do Sporting brindou-nos com algumas pérolas de português - esse, sem dúvida, todo à roda de coisas ligadas ao intestino grosso. Parece que o tema seria a eleição do futuro presidente da Liga, que não estaria a antever-se de acordo com as pretensões do líder sportinguista. Mas não tenho bem a certeza de que fosse isso, pois que, embrenhado em tanta escatologia, o homem nunca falou claro nem frontalmente, desmentindo o rótulo que gosta de se atribuir de «presidente sem medo», preferindo antes, entre «ventos» e «fezes», ficar-se pelos recados cifrados, as insinuações e as ameaças veladas uma linguagem tão ao gosto dos valentes do futebol português. A imprensa desportiva, que passou um ano a levá-lo ao colo (não deve ter havido um dia, esta época, em que não tivéssemos sido contemplados com os pensamentos profundos de Bruno de Carvalho!), preferiu, desta vez, remeter-se a um pudico silêncio condescendente. E, pela enésima vez, não consigo escapar à pergunta inevitável: e se tem sido o presidente do FC Porto o autor daquele discurso tão edificante? O que restaria de Pinto da Costa depois de uma semana a ser fatalmente apedrejado publicamente por tudo o que é comentador e editorialista? E o jeito que não lhes teria dado um discurso assim tão brega na boca do presidente portista para atestarem que, lá em cima, é assim que se fala, é assim que se pensa, é assim que se degrada o futebol português? Mas, vindo do presidente do Clube dos Viscondes, onde está merda, leiam por favor fezes - que é uma forma erudita de defender a credibilização do futebol português.
Mas, leiamos para além da escatologia. O problema do presidente do Sporting é que, com tanto palco que lhe deram, e que ele aproveitou para uma demagogia desenfreada que a imprensa nunca se atreveu a questionar, ele sabe que, para a época que se segue, já não tem margem de recuo. Se este ano a meta era a Liga dos Campeões, para o ano as expectativas criadas não se contentarão com menos do que o título. Mas, como o titulo, ao contrário do que apregoa Bruno de Carvalho, não se conquista pelo sistema, nem, como ele desejaria, por decreto-lei, resta a hipótese do mérito - uma hipótese jamais levada a sério por qualquer sportinguista que se preze. E percebe-se: o mérito exige um grande treinador, uma grande equipa, muito trabalho, mais organização e profissionalismo e menos palavreado. E isso requer tempo e dinheiro, duas coisas que Bruno de Carvalho não tem: tempo porque o queimou numa fogueira de vaidade claramente superior à sua capacidade; e dinheiro, porque deve 500 milhões. Pode, para tentar enganar papalvos, comprar jogadores por meio milhão ou um milhão de euros a clubes da segunda divisão da Turquia ou de Kansas City, e enfiar-lhes cláusulas de rescisão de 45 milhões para fingir que comprou por tuta e meia extraordinários jogadores que mais ninguém detectou, mas não é assim que terá uma grande equipa, na época que ai vem. A verdade, nua e crua, é que o Sporting actual não vale um segundo lugar na Liga portuguesa e um lugar na Liga dos Campeões. Só lá chegou porque o FC Porto resolveu auto-suicidar-se e porque Leonardo Jardim conseguiu um milagre. Mas, por mais que Marco Silva prove toda a sua valia reconhecida, não é provável, nem que os milagres se repitam, nem que os suicídios possam acontecer duas vezes seguidas.
Por isso, porque já o percebeu, Bruno de Carvalho abriu, com uma antecedência de três meses, a habitual guerra contra o sistema, as forças ocultas e os fantasmas da ópera habituais. E, se isto ainda não começou a sério, imaginem o que não virá aí a partir de Agosto! Vai ser uma época insuportável.
2- Dito isto, também eu (sem verdadeiramente conhecer ou querer conhecer os meandros da coisa) ando estarrecido com o espectáculo, igualmente escatológico, das eleições para a Liga, supostamente amanhã. Os personagens em presença, as suas alianças e traições, o aliciamento escandaloso aos clubes com promessas de Feira da Ladra, tudo aquilo é verdadeiramente eloquente. Mas que grande tacho que deve ser a Liga!
3- Como toda a gente que gosta de futebol, também eu gosto do treinador Jorge Jesus: nos últimos dois anos, não vi aqui melhor futebol do que aquele que o Benfica de Jesus jogou, não este ano (embora tenha chegado largamente para as encomendas locais), mas sim no ano passado, o ano em que tudo perdeu. Mas, se isto é um elogio, eu retiro-o já, para não melindrar o seu destinatário. Pois que, como decretou o próprio do alto da sua cátedra, um licenciado em direito, assim como um médico, não pode, por natureza, perceber nada de futebol. E, assim sendo, nada pior do que um ignorante no assunto, atrever-se a fazer criticas (ou elogios, suponho) a quem, a duras penas, concluiu três patamares daqueles cursilhos de Verão de onde se sai doutorado em treinador de futebol.
Eu compreendo o ponto de vista: Jorge Jesus limita-se a defender o seu couto privado. Eu não contesto que, quem ganha o que ganha Jorge Jesus, quem tem por profissão treinar uma equipa de futebol, tem necessariamente de perceber muito mais do assunto do que o espectador de bancada. Quando tive a sorte de ter uma fugaz percepção do que era José Mourinho a trabalhar, por exemplo, tive uma pequena ideia daquilo que era a minha imensa ignorância na matéria. Mas Mourinho é, de facto, uma excepção — muito poucos o conseguem imitar. No essencial, eu continuo a acreditar nisto: o futebol é um jogo simples que muitos treinadores complicam, ou por auto-defesa ou para poderem argumentar com resultados contra desempenhos. Mas, no essencial e em quase todos os casos, não há nenhum espectador de anos de bancada e que goste de futebol que não seja capaz de perceber quando é que um jogador é bom e quando não presta, quando uma equipa sabe o que faz em campo e quando apenas para ali anda, quando é que o futebol vale a pena ser visto e quando não passa de um embuste.
O que o futebol tem de mais democrático e o que justifica toda a paixão com que é vivido pelos adeptos é justamente o facto de ser um jogo facilmente entendível por quem está habituado a vê-lo. Não é uma ópera nem um filme do Manoel de Oliveira. No dia em que os médicos ou os advogados, os contabilistas ou os electricistas, tenham de pagar bilhete para ficar mudos e calados, no dia em que não lhes seja permitido manifestar opinião sobre o desempenho de uma equipa, de um treinador ou de um jogador, todo o show-business em que Jorge Jesus habita luxuosamente estará ameaçado. E já faltou mais. Como diz Tostão — o ponta-de-lança do inesquecível Brasil do Mundial de 72, e depois treinador, médico e actualmente comentador — «o que mais me fascina no futebol é aquilo que eu não consigo entender nem explicar». Ouviu, Jorge Jesus?
4- As lesões de Ribery e de Réus, ajuntar a todas as outras, tornaram actual uma discussão que para aqui puxei, quando do Mundial da África do Sul: se os Mundiais são, por excelência, a montra do futebol, não podem ser disputados no final da época, quando os melhores jogadores já estão massacrados ou saturados de futebol. Se os ilustres cappi do futebol mundial, os Blatter e Platinis, se preocupassem mais com o espectáculo e menos com os lugares luxuosos que garantiram, a discussão merecia ser levada até ao fim. Assim, resta-nos esperar que o Mundial do Brasil, que agora começa, possa ser, contra todas as contrariedades, uma homenagem ao futebol. Pessoalmente, desejo isso e desejo também que a bola comece a rolar rapidamente para que eu possa esquecer a fase da náusea publicitária-patriótica e possa começar a torcer e a sofrer por Portugal.
Mas, leiamos para além da escatologia. O problema do presidente do Sporting é que, com tanto palco que lhe deram, e que ele aproveitou para uma demagogia desenfreada que a imprensa nunca se atreveu a questionar, ele sabe que, para a época que se segue, já não tem margem de recuo. Se este ano a meta era a Liga dos Campeões, para o ano as expectativas criadas não se contentarão com menos do que o título. Mas, como o titulo, ao contrário do que apregoa Bruno de Carvalho, não se conquista pelo sistema, nem, como ele desejaria, por decreto-lei, resta a hipótese do mérito - uma hipótese jamais levada a sério por qualquer sportinguista que se preze. E percebe-se: o mérito exige um grande treinador, uma grande equipa, muito trabalho, mais organização e profissionalismo e menos palavreado. E isso requer tempo e dinheiro, duas coisas que Bruno de Carvalho não tem: tempo porque o queimou numa fogueira de vaidade claramente superior à sua capacidade; e dinheiro, porque deve 500 milhões. Pode, para tentar enganar papalvos, comprar jogadores por meio milhão ou um milhão de euros a clubes da segunda divisão da Turquia ou de Kansas City, e enfiar-lhes cláusulas de rescisão de 45 milhões para fingir que comprou por tuta e meia extraordinários jogadores que mais ninguém detectou, mas não é assim que terá uma grande equipa, na época que ai vem. A verdade, nua e crua, é que o Sporting actual não vale um segundo lugar na Liga portuguesa e um lugar na Liga dos Campeões. Só lá chegou porque o FC Porto resolveu auto-suicidar-se e porque Leonardo Jardim conseguiu um milagre. Mas, por mais que Marco Silva prove toda a sua valia reconhecida, não é provável, nem que os milagres se repitam, nem que os suicídios possam acontecer duas vezes seguidas.
Por isso, porque já o percebeu, Bruno de Carvalho abriu, com uma antecedência de três meses, a habitual guerra contra o sistema, as forças ocultas e os fantasmas da ópera habituais. E, se isto ainda não começou a sério, imaginem o que não virá aí a partir de Agosto! Vai ser uma época insuportável.
2- Dito isto, também eu (sem verdadeiramente conhecer ou querer conhecer os meandros da coisa) ando estarrecido com o espectáculo, igualmente escatológico, das eleições para a Liga, supostamente amanhã. Os personagens em presença, as suas alianças e traições, o aliciamento escandaloso aos clubes com promessas de Feira da Ladra, tudo aquilo é verdadeiramente eloquente. Mas que grande tacho que deve ser a Liga!
3- Como toda a gente que gosta de futebol, também eu gosto do treinador Jorge Jesus: nos últimos dois anos, não vi aqui melhor futebol do que aquele que o Benfica de Jesus jogou, não este ano (embora tenha chegado largamente para as encomendas locais), mas sim no ano passado, o ano em que tudo perdeu. Mas, se isto é um elogio, eu retiro-o já, para não melindrar o seu destinatário. Pois que, como decretou o próprio do alto da sua cátedra, um licenciado em direito, assim como um médico, não pode, por natureza, perceber nada de futebol. E, assim sendo, nada pior do que um ignorante no assunto, atrever-se a fazer criticas (ou elogios, suponho) a quem, a duras penas, concluiu três patamares daqueles cursilhos de Verão de onde se sai doutorado em treinador de futebol.
Eu compreendo o ponto de vista: Jorge Jesus limita-se a defender o seu couto privado. Eu não contesto que, quem ganha o que ganha Jorge Jesus, quem tem por profissão treinar uma equipa de futebol, tem necessariamente de perceber muito mais do assunto do que o espectador de bancada. Quando tive a sorte de ter uma fugaz percepção do que era José Mourinho a trabalhar, por exemplo, tive uma pequena ideia daquilo que era a minha imensa ignorância na matéria. Mas Mourinho é, de facto, uma excepção — muito poucos o conseguem imitar. No essencial, eu continuo a acreditar nisto: o futebol é um jogo simples que muitos treinadores complicam, ou por auto-defesa ou para poderem argumentar com resultados contra desempenhos. Mas, no essencial e em quase todos os casos, não há nenhum espectador de anos de bancada e que goste de futebol que não seja capaz de perceber quando é que um jogador é bom e quando não presta, quando uma equipa sabe o que faz em campo e quando apenas para ali anda, quando é que o futebol vale a pena ser visto e quando não passa de um embuste.
O que o futebol tem de mais democrático e o que justifica toda a paixão com que é vivido pelos adeptos é justamente o facto de ser um jogo facilmente entendível por quem está habituado a vê-lo. Não é uma ópera nem um filme do Manoel de Oliveira. No dia em que os médicos ou os advogados, os contabilistas ou os electricistas, tenham de pagar bilhete para ficar mudos e calados, no dia em que não lhes seja permitido manifestar opinião sobre o desempenho de uma equipa, de um treinador ou de um jogador, todo o show-business em que Jorge Jesus habita luxuosamente estará ameaçado. E já faltou mais. Como diz Tostão — o ponta-de-lança do inesquecível Brasil do Mundial de 72, e depois treinador, médico e actualmente comentador — «o que mais me fascina no futebol é aquilo que eu não consigo entender nem explicar». Ouviu, Jorge Jesus?
4- As lesões de Ribery e de Réus, ajuntar a todas as outras, tornaram actual uma discussão que para aqui puxei, quando do Mundial da África do Sul: se os Mundiais são, por excelência, a montra do futebol, não podem ser disputados no final da época, quando os melhores jogadores já estão massacrados ou saturados de futebol. Se os ilustres cappi do futebol mundial, os Blatter e Platinis, se preocupassem mais com o espectáculo e menos com os lugares luxuosos que garantiram, a discussão merecia ser levada até ao fim. Assim, resta-nos esperar que o Mundial do Brasil, que agora começa, possa ser, contra todas as contrariedades, uma homenagem ao futebol. Pessoalmente, desejo isso e desejo também que a bola comece a rolar rapidamente para que eu possa esquecer a fase da náusea publicitária-patriótica e possa começar a torcer e a sofrer por Portugal.
8 de junho de 2014
Pelo menos, não tentaram matar ninguém, como:
Filipe Santos em coma

«Há uma década atrás, ainda no antigo Estádio da Luz, o autocarro da equipa de hóquei em patins do FC Porto sofreu uma emboscada e foi bloqueado no fim do jogo. O ataque foi planenado e preparado ao pormenor. As cenas que se seguiram foram de pânico para os elementos da comitiva portista. Dezenas de indivíduos de claques afectas ao benfica invadiram o autocarro e foram agredindo quem lhes apareceu pela frente. Os nossos atletas defenderam-se como puderam dos ataques com gás pimenta, tacos de baseball e sticks de hóquei. O hoquista Filipe Santos, ainda no activo, sofreu graves lesões no cérebro tendo ficado em coma e sendo operado à cabeça com urgência. As consequências não foram mais graves porque apareceu Pedro Miguel, na altura basquetebolista do benfica, que ajudou a acalmar os ânimos da claque enraivecida.»
8 de Junho de 2014
Ou Deitar fogo ao autocarro
(21 de Junho de 2008)
Autocarro de adeptos do FC Porto incendiado nas proximidades do Estádio da Luz....
Estão mais suaves os criminosos!
7 de junho de 2014
Varela quer sair do FC Porto

"Aprendi muito nestes anos de FC Porto. Fez-me crescer como jogador. Foi um clube que me deu tudo, que me trouxe para a ribalta. Estou muito agradecido, do fundo do meu coração. Penso que as coisas poderão ter outros fins... Acho que chegou o momento de talvez experimentar outros campeonatos, mudar de ares", assumiu o internacional português.
Basta ver, o que não fez durante toda está época e as últimas épocas (há muito que quer sair!)... Toda a gente sabia! só para aqueles que andam com os olhos fechados, será uma novidade!
O melhor a fazer é dar o desprezo ao calimero de baixo nível! Desceu ao limite... não foi só uma frase, fez um discurso! Vergonhoso!
O jogo das mentiras
Vamos falar do Orelhas....
Vai meter o mãozinhas na liga com o apoio de Pinto da Costa... não dá para acreditar! Será que Enlouqueceu de vez! Mas, como não acredito nesta teoria absurda... vamos continuar assistir ao duelo das falsidades... de um lado( lampião) e do Outro ( Dragão).
Com o poder alcançado no último ano pelo Orelhudo, dá para prever outra derrota estrondosa do Papa. Veremos... se Pinto da costa vence desta vez! Já ofereceu de mão beijada a Federação Portuguesa e principalmente a direção dos Queridos aos mouros vermelhos!
O jogo das mentiras
Vamos falar do Orelhas....
Vai meter o mãozinhas na liga com o apoio de Pinto da Costa... não dá para acreditar! Será que Enlouqueceu de vez! Mas, como não acredito nesta teoria absurda... vamos continuar assistir ao duelo das falsidades... de um lado( lampião) e do Outro ( Dragão).
Com o poder alcançado no último ano pelo Orelhudo, dá para prever outra derrota estrondosa do Papa. Veremos... se Pinto da costa vence desta vez! Já ofereceu de mão beijada a Federação Portuguesa e principalmente a direção dos Queridos aos mouros vermelhos!
UM DIA AINDA VAMOS VER O ÂNUS E O ORELHAS COMO CONVIDADOS NO PORTO CANAL!

Júlio Magalhães chegou ao pote da TVI porque tem características muito importantes para o cargo:
1. pertence ao laranjal
2. Tem um carácter muito flexível , etc
Existe por aí uma grande polémica com a direção do Porto canal! os portistas estão surpreendidos negativamente com a atuação do Juca à frente do Porto canal. Ao que parece anda a convidar o ex Procurador da República (o principal mentor da reabertura do processo apito dourado) e do Mexia (o CEO da EDP, o tal do aumento PIB com as vitórias dos lampiões) para aparecer no canal do Porto. Juntando a falta de defesa do clube! É de facto de espantar? Somente para os que andam a dormir!
O tal grande Juca era o responsável pela TVI, quando todos os programas de desporto do canal, não continham nenhum comentador azul e branco!
A sua flexibilidade de princípios dá para deitar ao lixo o seu suposto portismo! Com amigos famosos que tem, é normal que olhe pela sua vida, sempre dentro dos seus valores torcidos!
Júlio Magalhães chegou ao pote da TVI porque tem características muito importantes para o cargo:
1. pertence ao laranjal
2. Tem um carácter muito flexível , etc
Existe por aí uma grande polémica com a direção do Porto canal! os portistas estão surpreendidos negativamente com a atuação do Juca à frente do Porto canal. Ao que parece anda a convidar o ex Procurador da República (o principal mentor da reabertura do processo apito dourado) e do Mexia (o CEO da EDP, o tal do aumento PIB com as vitórias dos lampiões) para aparecer no canal do Porto. Juntando a falta de defesa do clube! É de facto de espantar? Somente para os que andam a dormir!
O tal grande Juca era o responsável pela TVI, quando todos os programas de desporto do canal, não continham nenhum comentador azul e branco!
A sua flexibilidade de princípios dá para deitar ao lixo o seu suposto portismo! Com amigos famosos que tem, é normal que olhe pela sua vida, sempre dentro dos seus valores torcidos!
5 de junho de 2014
1- A quinze dias da abertura do Mundial, como seria de esperar, nada do que interessava ao Brasil, em termos de infraestruturas, está pronto. Estarão prontos, e alguns apenas à 25ª hora, os estádios considerados necessários para a competição - que não para o pais. Estádios como os de Manaus e Brasília, onde Portugal jogará, que já têm traçado o seu destino de elefantes brancos - além do mais, com custos inevitavelmente ultrapassados em multo. Em contrapartida, aquilo que interessava aos brasileiros comuns - aeroportos, estradas, hospitais, melhorias nas cidades - foi, ou esquecido, ou remendo para calendas brasileiras. A grande empreitada exigida ao Brasil para montar a faustosa festa a que a FIFA chama Mundial de Futebol, está pronta naquilo que imediatamente interessa à FIFA (com a grande incógnita de se saber se a componente fundamental das comunicações funcionará, num país que, até aqui, estava na idade da pedra das comunicações). Mas se, à 25ª hora. a FIFA se poderá dar, se não por satisfeita, ao menos por aliviada, o mesmo não poderão dizer os brasileiros, ao constatarem que quase tudo o que a empreitada tinha a ver com a melhoria das suas condições não estará feito e provavelmente jamais será feito. Ou seja: as sempre invocadas contrapartidas úteis para os países organizadores das grandes competições do futebol actual revelaram-se um embuste - mais um. Se eu fosse brasileiro e vivesse hoje no Brasil, seria, declarada e ferozmente, contra o Mundial.
Acho insustentável que um pais com tantas carências básicas e tanta desigualdade social tenha feito do Mundial, não uma oportunidade de melhorar qualquer coisa, mas sim de se arruinar, gastando dinheiros públicos sem sentido e apenas em benefício de alguns grandes construtores e fornecedores.
2- Porém, se a responsabilidade política dos decisores brasileiros não pode ser escamoteada, também é tempo de se olhar para o resultado devastador da passagem pelos países dessa tenebrosa organização chamada FIFA - aliás, montada, na sua actual natureza de organização meia secreta de negócios obscuros, por um sinistro e condecoradíssimo brasileiro, de seu nome João Havelange. Quanto mais a FIFA foi alargando os Mundiais, até chegar ao inconcebível número actual de 32 participantes, mais a festa se tornou dispendiosa, a sua organização ruinosa e o futebol exibido um pior espectáculo. Mas, em contrapartida, mais a FIFA e as Federações dos países participantes acumulam lucros com os quais sustentam uma vida de verdadeiros nababos dos seus dirigentes. A FIFA e a UEFA. Por isso, não se cansam, de inventar novas provas, como o Mundialito de Clubes ou a Taça das Confederações, ou um novo Europeu em estudo na UEFA. Mas, por onde passam, eles arruínam os países, excepto se já forem ricos e tiverem as infraestruturas de origem ou se forem novos-ricos, como a Rússia ou o Catar, que têm dinheiro de sobra para pagar estas vaidades.
E, desde que paguem, a FIFA aceita ir a jogo. E, pois, sem surpresa alguma para quem está atento a estas coisas, que agora se começa a descobrir como é que um pais tão inverosímil para sediar um Mundial, como o Catar, viu a FIFA atribuir-lhe a responsabilidade de o organizar em 2022: através do suborno de dirigentes das Federações nacionais e da própria FIFA. Para esta camarilha internacional não tem qualquer relevância o facto de o Catar não existir no mundo do futebol, de uma competição aí jogada em Junho e Julho ter de ser feita sob temperaturas de deserto arábico ou de, até à data, já terem morrido duzentos trabalhadores nepaleses, trabalhando em regime de semi-escravatura para que, a tempo e horas, claro, assegurarem os monumentos que a FIFA exige.
3- Nada disto tem que ver com futebol. Tudo tem apenas a ver com os biliões que giram à roda do negócio do futebol e que chegam, a todos os níveis em causa, para alimentar fortunas colossais de uns quantos; dirigentes nacionais e transnacionais, jogadores-vedetas e seus agentes, dirigentes de clubes e intermediários que compram e vendem jogadores e clubes, partilham bocados dos passes dos jogadores através de sociedades off-shore, fugindo ao fisco e vivendo na sombra de todos os negócios. Uma verdadeira máfia sem fronteiras, que vive e se alimenta da aficción do públíco do futebol.
É por isso que, como saberão os meus leitores antigos, eu execro a diarreia nacionalista que se monta nestas ocasiões à volta da Selecção, como se eles fossem os novos (e únicos) heróis da Pátria. Não suporto as campanhas de publicidade sempre com apelos ao patriotismo, como se o patriotismo fosse receber uma fortuna para representar Portugal a dar chutos numa bola. Não suporto as coberturas de imprensa em directo de cada passo dado pelos heróis da Selecção - a saída do estágio, a partida e chegada do autocarro, a zona VIP do aeroporto, o hotel da Selecção, os menus especiais feitos para os heróis, as conferências de imprensa, modelos de banalidade e vacuidade, repetidas e retransmitidas ad nauseum. E o Presidente da República que recebe os heróis e os pré-condecora à partida do solo pátrio, quais Vascos da Gama prestes a arriscarem a vida na travessia do Cabo das Tormentas em demanda da índia. Para mim, patriotismo é outra coisa, muito mais simples e que também não exclui, sendo o caso, os jogadores da Selecção: pagar os impostos devidos, votar nas eleições e dar mais ao seu pais do que aquilo que se recebe dele.
Toda esta diarreia noticiosa, toda esta confusão deliberadamente estabelecida entre futebol e pátria, visa uma única coisa, que a imprensa, consciente ou inconscientemente, alimenta: manter o público mobilizado, manter as multidões cativas. Pois que, sem público e sem multidões, não há dinheiro que sustente o negócio. Não há publicidade, não há transmissões televisivas, não há forma de vender jornais, não há possibilidade de pagar fortunas e cobrar comissões de 10% na venda de um jogador. É preciso que o público continue a acreditar que este é o maior espectáculo do mundo, que afasta e sufoca tudo o resto, pois que ninguém pode adormecer uma noite sem saber que o Raul Meireles fez uma nova tatuagem e sem saber que o Crístiano Ronaldo já faz trabalho de ginásio.
E, todavia, eu adoro futebol. Gosto tanto, que sou capaz deparar e ficar a ver um futebol de praia ou um futebol de rua entre miúdos. Acho o futebol o mais democrático e o mais igualitários de todos os desportos, pois que, no limite, basta apenas uma bola, nem que seja de trapos, e uma baliza delimitada por duas pedras para poder ser jogado. E fascina-me a universalidade do futebol, a sua linguagem simples e intuitiva em cada canto do mundo. Mas a indústria do futebol moderno é o oposto disso: é a sua apropriação por uma seita de abutres, de gente que é capaz de comprar um clube como o Manchester United sem nunca antes ou depois ter ido ao estádio ver um jogo, apenas porque concluiu que a alienação de massas que o futebol consegue gerar como poucas outras actividades é uma oportunidade de negócio imperdível.
E o problema é que quanto mais o futebol custa milhões e gera milhões, mais jogos e mais competições exige, ao ponto em que a repetição, a rotina e o cansaço de atletas e espectadores, irem aos poucos minando o fascínio do jogo. São assim os absurdos Mundiais dos tempos modernos. Se quiserem encontrar um jogo-tipo desse futebol cansado e exaurido de que falo, desse futebol que fatalmente iremos ver no Mundial do Brasil, peguem no Portugal-Grécia de sábado passado. Podem dar-me todas as justificações e desculpas para aquele futebol de eunucos, mas, tanto quanto sei, o espectáculo era pago e houve 35.000 espectadores que pagaram bilhete para assistir àquela tristeza. Pela parte que me toca, agradeço a Paulo Bento, a Fernando Santos e aos seus seleccionados, uma reparadora sesta, que começou aos 20 minutos de jogo e só acabou depois do apito final, com a certeza de que, ao abrir os olhos para ver o resultado final, ele só podia ser o do início: 0-0.
Acho insustentável que um pais com tantas carências básicas e tanta desigualdade social tenha feito do Mundial, não uma oportunidade de melhorar qualquer coisa, mas sim de se arruinar, gastando dinheiros públicos sem sentido e apenas em benefício de alguns grandes construtores e fornecedores.
2- Porém, se a responsabilidade política dos decisores brasileiros não pode ser escamoteada, também é tempo de se olhar para o resultado devastador da passagem pelos países dessa tenebrosa organização chamada FIFA - aliás, montada, na sua actual natureza de organização meia secreta de negócios obscuros, por um sinistro e condecoradíssimo brasileiro, de seu nome João Havelange. Quanto mais a FIFA foi alargando os Mundiais, até chegar ao inconcebível número actual de 32 participantes, mais a festa se tornou dispendiosa, a sua organização ruinosa e o futebol exibido um pior espectáculo. Mas, em contrapartida, mais a FIFA e as Federações dos países participantes acumulam lucros com os quais sustentam uma vida de verdadeiros nababos dos seus dirigentes. A FIFA e a UEFA. Por isso, não se cansam, de inventar novas provas, como o Mundialito de Clubes ou a Taça das Confederações, ou um novo Europeu em estudo na UEFA. Mas, por onde passam, eles arruínam os países, excepto se já forem ricos e tiverem as infraestruturas de origem ou se forem novos-ricos, como a Rússia ou o Catar, que têm dinheiro de sobra para pagar estas vaidades.
E, desde que paguem, a FIFA aceita ir a jogo. E, pois, sem surpresa alguma para quem está atento a estas coisas, que agora se começa a descobrir como é que um pais tão inverosímil para sediar um Mundial, como o Catar, viu a FIFA atribuir-lhe a responsabilidade de o organizar em 2022: através do suborno de dirigentes das Federações nacionais e da própria FIFA. Para esta camarilha internacional não tem qualquer relevância o facto de o Catar não existir no mundo do futebol, de uma competição aí jogada em Junho e Julho ter de ser feita sob temperaturas de deserto arábico ou de, até à data, já terem morrido duzentos trabalhadores nepaleses, trabalhando em regime de semi-escravatura para que, a tempo e horas, claro, assegurarem os monumentos que a FIFA exige.
3- Nada disto tem que ver com futebol. Tudo tem apenas a ver com os biliões que giram à roda do negócio do futebol e que chegam, a todos os níveis em causa, para alimentar fortunas colossais de uns quantos; dirigentes nacionais e transnacionais, jogadores-vedetas e seus agentes, dirigentes de clubes e intermediários que compram e vendem jogadores e clubes, partilham bocados dos passes dos jogadores através de sociedades off-shore, fugindo ao fisco e vivendo na sombra de todos os negócios. Uma verdadeira máfia sem fronteiras, que vive e se alimenta da aficción do públíco do futebol.
É por isso que, como saberão os meus leitores antigos, eu execro a diarreia nacionalista que se monta nestas ocasiões à volta da Selecção, como se eles fossem os novos (e únicos) heróis da Pátria. Não suporto as campanhas de publicidade sempre com apelos ao patriotismo, como se o patriotismo fosse receber uma fortuna para representar Portugal a dar chutos numa bola. Não suporto as coberturas de imprensa em directo de cada passo dado pelos heróis da Selecção - a saída do estágio, a partida e chegada do autocarro, a zona VIP do aeroporto, o hotel da Selecção, os menus especiais feitos para os heróis, as conferências de imprensa, modelos de banalidade e vacuidade, repetidas e retransmitidas ad nauseum. E o Presidente da República que recebe os heróis e os pré-condecora à partida do solo pátrio, quais Vascos da Gama prestes a arriscarem a vida na travessia do Cabo das Tormentas em demanda da índia. Para mim, patriotismo é outra coisa, muito mais simples e que também não exclui, sendo o caso, os jogadores da Selecção: pagar os impostos devidos, votar nas eleições e dar mais ao seu pais do que aquilo que se recebe dele.
Toda esta diarreia noticiosa, toda esta confusão deliberadamente estabelecida entre futebol e pátria, visa uma única coisa, que a imprensa, consciente ou inconscientemente, alimenta: manter o público mobilizado, manter as multidões cativas. Pois que, sem público e sem multidões, não há dinheiro que sustente o negócio. Não há publicidade, não há transmissões televisivas, não há forma de vender jornais, não há possibilidade de pagar fortunas e cobrar comissões de 10% na venda de um jogador. É preciso que o público continue a acreditar que este é o maior espectáculo do mundo, que afasta e sufoca tudo o resto, pois que ninguém pode adormecer uma noite sem saber que o Raul Meireles fez uma nova tatuagem e sem saber que o Crístiano Ronaldo já faz trabalho de ginásio.
E, todavia, eu adoro futebol. Gosto tanto, que sou capaz deparar e ficar a ver um futebol de praia ou um futebol de rua entre miúdos. Acho o futebol o mais democrático e o mais igualitários de todos os desportos, pois que, no limite, basta apenas uma bola, nem que seja de trapos, e uma baliza delimitada por duas pedras para poder ser jogado. E fascina-me a universalidade do futebol, a sua linguagem simples e intuitiva em cada canto do mundo. Mas a indústria do futebol moderno é o oposto disso: é a sua apropriação por uma seita de abutres, de gente que é capaz de comprar um clube como o Manchester United sem nunca antes ou depois ter ido ao estádio ver um jogo, apenas porque concluiu que a alienação de massas que o futebol consegue gerar como poucas outras actividades é uma oportunidade de negócio imperdível.
E o problema é que quanto mais o futebol custa milhões e gera milhões, mais jogos e mais competições exige, ao ponto em que a repetição, a rotina e o cansaço de atletas e espectadores, irem aos poucos minando o fascínio do jogo. São assim os absurdos Mundiais dos tempos modernos. Se quiserem encontrar um jogo-tipo desse futebol cansado e exaurido de que falo, desse futebol que fatalmente iremos ver no Mundial do Brasil, peguem no Portugal-Grécia de sábado passado. Podem dar-me todas as justificações e desculpas para aquele futebol de eunucos, mas, tanto quanto sei, o espectáculo era pago e houve 35.000 espectadores que pagaram bilhete para assistir àquela tristeza. Pela parte que me toca, agradeço a Paulo Bento, a Fernando Santos e aos seus seleccionados, uma reparadora sesta, que começou aos 20 minutos de jogo e só acabou depois do apito final, com a certeza de que, ao abrir os olhos para ver o resultado final, ele só podia ser o do início: 0-0.
4 de junho de 2014
A super estrela portista, fora Campo ! É Bom demais para ficar no Porto!
Posted by Unknown | quarta-feira, junho 04, 2014 | Defour, instagram, laura tropea, rosa azul e branca
3 de junho de 2014

A Federbet, organização de casas de apostas europeias, apresentou esta terça-feira no Parlamento Europeu, em Bruxelas, o seu relatório sobre jogos combinados na época 2013/14, no qual constam três encontros da 2.ª Liga portuguesa, todos envolvendo a Oliveirense.
Apontando que "há outros casos" suspeitos verificados na reta final da 2.ª Liga , a organização, que monitoriza os fluxos de capitais e movimentos anormais das probabilidades, considera que foram "viciados", sem qualquer sombra de dúvida, os jogos Oliveirense-Benfica B (1-2), Trofense-Oliveirense (3-0) e Portimonense-Oliveirense (1-0), disputados respetivamente a 5 de abril, 27 de abril e 11 de maio.
O secretário-geral da Federbet, Francesco Baranca, que ressalvou que muitas vezes os próprios clubes são alheios ao fenómeno e acabam mesmo por ser vítimas, sublinhou que a organização não pode fazer mais senão sinalizar e alertar para jogos sob suspeita, em função da análise exaustiva que faz de movimentações "estranhas" no mundo das apostas, cabendo às autoridades nacionais, organismos com tutela sobre as competições e clubes agir em conformidade.
Insistindo que as partidas em questão "não deixam dúvidas" de que foram alvo de manipulação, pois os movimentos de capitais e a tendência das probabilidades foram anormais e sem qualquer lógica, o responsável precisou que nos jogos Oliveirense-Benfica B e Trofense-Oliveirense havia "muito, muito dinheiro" que mostrava claramente que as partidas estavam destinadas a terminar com um resultado "over", ou seja, que seriam marcados pelo menos três golos (independentemente de quem os marca), e assim aconteceu, com os resultados finais de 1-2 e 3-0.
Quanto à partida no Algarve, o grande fluxo de apostas apontava para uma vitória do Portimonense sobre a Oliveirense, tendo a partida terminado com o resultado de 1-0 para os anfitriões.
A suspeita é:
Nos primeiros dois casos a combinação incidiu sobre o total de golos marcados no decorrer do jogo (três ou mais), no terceiro caso a manipulação do resultado estava associada à vitória da primeira equipa.O jogo das lampiões B tinha que ter 3 golos? e Benfica juntamente com Oliveirense cumpriram!
Claro que vai haver uma explicações muito cor rosa! Os anjinhos não fizeram nada nem sabiam de nada. Só a Oliveirense? trabalhou para os 3 golos! No caso do Trofense- Oliveirense, os 3 golos foram só de uma equipa!O Oliveirense é um espetáculo, conseguiu trabalhar para os golos sozinha ! Quando se chegou ao Objetivo (dos 3 golos), o jogo parou?
Ou, então o processo disciplinar vai parar!
Vai uma aposta! como os elefantes brancos vão passar em branco por todo este esquema Orelhudo!
Uns vão ao Mundial outros vão para o Paços de Ferreira.... De ferrari para Burro!
Posted by Unknown | terça-feira, junho 03, 2014 | 2014-2015, equipamentos, mundial 2014, paços de ferreira, Paulo Fonseca
O porquê da péssima época... muitos egos e super egos!
Aqui estão os grandes Culpados...

Em Paços já pode andar junto aos adeptos... por agora!
O vendido incompetente... como prémio vai...
Um dos preterido pelo egos e super egos, outro amado, até amado demais!
Devido á polémica !Aqui está, a imagem final dos equipamentos...

Lindos!
Aqui estão os grandes Culpados...

Em Paços já pode andar junto aos adeptos... por agora!
O vendido incompetente... como prémio vai...
in ojogo
Um dos preterido pelo egos e super egos, outro amado, até amado demais!
Devido á polémica !Aqui está, a imagem final dos equipamentos...

Lindos!
2 de junho de 2014
E se o grande problema da seleção é o mau feitio do selecionador! e não só!

PAULO BENTO.... o mau feitio é desculpa para justificar os interesses inconfessáveis!
Não faz um bom ambiente de balneário!
Num país aonde as alternativas não abundam...
O tipo não quer bons jogadores, só lhe interessa os yes men!
É possível ter um selecionador que deita para o lixo, jogadores como:
Antunes
Ricardo Carvalho
Danny
Ricardo Quaresma (por mau feitio? )
Tiago
Manuel Fernandes
Eliseu
Anthony Lopes
Adrien
Rolando
Todos estes jogadores não interessam por alguma razão! Mas, a maior razão é o famoso feito do treinador! E esta hem! O treinador devia ser desconvocado!
Mas, o seu mau feitio não justifica tudo!Longe disso!
Junto com as questões obscuras!
O futuro do risco ao meio ( tendo passado pelos viscondes falidos, e com a porta totalmente fechada do reino dos dragões) resta a lampionagem .
Boatos ..... Neto, Ėder já são jogadores dos Lampiões! E o Rafa, não sei não!
O trabalho de dar graxa é composto por convocar o máximo possível dos mouros (nem que se tenha que ir aos suplentes) e deixar de fora o jogador mais representativo do dragão. E os futuros jogadores dos Elefantes Brancos!
E trabalhar muito bem para o seu representante (mais tarde será pago com juros) Convocar jogadores, para rentabilizar os atletas no mercado! (casos exemplares João Pereira e Postiga)
Comissões! jogadas financeiras rentáveis
DEPOIS DO ONZE INICIAL RESTA O QUÊ ?
Não sinto nenhuma empatia por esta equipa de amigos interesseiros!
Diz o jornal "Marca": João Pereira e Postiga no mercado

PAULO BENTO.... o mau feitio é desculpa para justificar os interesses inconfessáveis!
Não faz um bom ambiente de balneário!
Num país aonde as alternativas não abundam...
O tipo não quer bons jogadores, só lhe interessa os yes men!
É possível ter um selecionador que deita para o lixo, jogadores como:
Antunes
Ricardo Carvalho
Danny
Ricardo Quaresma (por mau feitio? )
Tiago
Manuel Fernandes
Eliseu
Anthony Lopes
Adrien
Rolando
Todos estes jogadores não interessam por alguma razão! Mas, a maior razão é o famoso feito do treinador! E esta hem! O treinador devia ser desconvocado!
Mas, o seu mau feitio não justifica tudo!Longe disso!
Junto com as questões obscuras!
O futuro do risco ao meio ( tendo passado pelos viscondes falidos, e com a porta totalmente fechada do reino dos dragões) resta a lampionagem .
Boatos ..... Neto, Ėder já são jogadores dos Lampiões! E o Rafa, não sei não!
O trabalho de dar graxa é composto por convocar o máximo possível dos mouros (nem que se tenha que ir aos suplentes) e deixar de fora o jogador mais representativo do dragão. E os futuros jogadores dos Elefantes Brancos!
E trabalhar muito bem para o seu representante (mais tarde será pago com juros) Convocar jogadores, para rentabilizar os atletas no mercado! (casos exemplares João Pereira e Postiga)
Comissões! jogadas financeiras rentáveis
DEPOIS DO ONZE INICIAL RESTA O QUÊ ?
Não sinto nenhuma empatia por esta equipa de amigos interesseiros!
No noticia do Sport
Cristian Tello poderia tornar-se um dos primeiros reforços do Porto

A Selfie do António Variações... O Raul está demais!
Posted by Unknown | segunda-feira, junho 02, 2014 | cavaco, portugal, raul meireles, seleção, selfies
31 de maio de 2014
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