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30 de novembro de 2013

OS DEZ PECADOS DO FC PORTO 2013/14 da equipa quase perfeita!

Dez pecados de Fonseca: há espaço para a redenção?
1. Desconcentrações/erros no setor defensivo
O lapso de Danilo, frente ao Áustria, é o último exemplar de uma galeria de horrores. Helton (Atlético Madrid), Alex Sandro (Zenit), Mangala (Belenenses) e Otamendi (Nacional) ilustram um distinto rol de disparates e absurdos. «O grande problema não é o modelo de jogo, mas sim os erros objetivos no processo defensivo», advoga Carlos Azenha. «E o pior é que os jogadores são os mesmos. Nenhuma equipa resiste a erros básicos que originam golos». 

2. Incapacidade de segurar vantagens
Este ponto surge decorrente do anterior. O FC Porto já perdeu por cinco vezes esta época a vantagem no marcador e foi incapaz de ganhar: Estoril, Atlético Madrid, Belenenses, Zenit (fora) e Nacional. A equipa é incapaz de controlar o jogo, matá-lo, como tão bem fazia sob a orientação de Vítor Pereira. «Creio que só agora se fala mais nisso porque o Benfica começou mal», defende Carlos Azenha. Victor Fernandez dá uma opinião mais institucional. «A genética do FC Porto é ganhadora. Se a equipa não segura vitórias, então algo se passa. Pela minha experiência, no entanto, acrescento isto: o clube sabe superar-se e tem uma força única para dar a volta a contextos negativos». 

3. Pobreza nas alas do ataque
Cenário na pré-época: Varela, Ricardo, Iturbe, Kelvin, Izmaylov e Licá. Seis extremos, entusiasmo pelas aparições de Iturbe e Kelvin, principalmente estes. O argentino rumou ao Verona, o brasileiro herói do minuto 90+2 é peça de museu e nem inscrito na Champions está. Izmaylov desapareceu há mais de dois meses, devido a problemas pessoais. «Não sei por que não joga o Kelvin, deve haver alguma razão. O que sei é que tem um potencial soberbo, como tinha o Atsu», considera Carlos Azenha. «É fortíssimo no drible, no um para um. Quem é que o FC Porto tem assim? O Licá? Não. O Varela? É forte, possante, mas não é imprevisível. Foi pena ter falhado o negócio Bernard». 

4. 4x2x3x1: Lucho sem influência na posse de bola
O FC Porto estava formatado há vários anos para jogar no 4x3x3, com um trinco e dois médios à frente. João Moutinho saiu e Fonseca mudou o posicionamento e as dinâmicas: Lucho é o vértice ofensivo do triângulo e joga nas imediações de Jackson, quase sempre sem bola. «O Lucho surge demasiado à frente. Para mim, é perfeitamente possível jogar com Fernando atrás, Lucho e Quintero à frente dele, um pouco como no tempo de Costinha, Maniche e Deco. O Quintero é o único capaz de desequilibrar».

5. Laterais esgotados e sem alternativas
Fucile saiu do plantel, Danilo e Alex Sandro jogam sempre e não têm concorrente direto. Ainda por cima, no esquema de Paulo Fonseca a exigência física colocada aos laterais é enorme. São eles que transportam a bola e cruzam (quase sempre demasiado atrás). «O Maicon e o Mangala podem jogar nesses lugares, mas o que se exige é que os laterais comecem por defender bem e só depois ataquem», considera Azenha. Sobre o erro de Danilo, na terça-feira, o técnico é claro: «não se pode bater uma bola daquela forma para a zona central». 

6. Insistência no duplo pivô do meio-campo
Às vezes Defour, às vezes Herrera, outras vezes Josué, sempre Fernando. Paulo Fonseca não abdica dos dois homens, quase lado a lado, no meio-campo. «Em ataque continuado, o meio de comunicação do FC Porto é o passe curto e isto é comum às grandes equipas. O problema é que nenhuma equipa grande do futebol europeu joga em duplo pivô», lembra Carlos Azenha. O espaço entre estes dois homens e Lucho, muito adiantado, é uma terra de ninguém. «O Fernando é um seis que joga muita vezes de forma lateral e sente-se bem sozinho nessa zona». 

7. Fernando e Jackson sem renovação
O contrato do Polvo expira em junho de 2014. O de Jackson vai até 2016 mas, face ao continuado assédio de outros clubes, a melhoria e ampliação do acordo têm estado a ser discutidas. Para já, sem sucesso. Azenha aborda a situação do médio brasileiro. «O Fernando chegou na altura em que eu e o Jesualdo estávamos no FC Porto. Vimos nele um enorme potencial», sublinha. «O Paulo Assunção era o titular e ainda testámos o Fernando a lateral. Era importante que jogasse e por isso foi para o Estrela», continua. «Falta-lhe o passe longo para ser um dos melhores do mundo. Contrato? Não é comum um caso desses no Porto. Ou há um acordo de cavalheiros já estabelecido para a renovação, ou então há compreensão do clube para ele sair no final da época». 

8. Fucile e Izmaylov, casos por explicar 
Dois maus exemplos do FC Porto de Fonseca, aqui sem responsabilidade aparente do técnico. O uruguaio foi colocado a treinar à parte depois de um problema disciplinar, Izmaylov está devidamente autorizado pelo clube a solucionar uma crise pessoal. Há mais de dois meses. 

9. Época de Mundial: consequências?
Nico Otamendi voltou à seleção da Argentina, dois anos depois, mas cedeu o lugar a Maicon no último jogo. E agora? Clube e treinador mostram sensibilidade sobre o tema e valorizam o atleta ou pensam, antes de mais, em colocar os melhores, mesmo que não tenham hipóteses de ir ao Mundial? Como é o caso de Maicon, aliás. «Creio que isso só afeta negativamente os jogadores inativos. O Quaresma, por exemplo. No plantel do FC Porto, apenas na fase final da época, mais próximo do Mundial, os jogadores poderão ficar inibidos, com medo de uma lesão. Nesta altura querem é jogar sempre e ganhar um lugar na equipa e na seleção», refere Carlos Azenha. 

10. Fonseca desconfortável na sala de imprensa 
«A pressão sobre um treinador, no FC Porto ou noutro clube, é sempre sufocante. É ele que tem de tomar decisões e é sempre ele o culpado». A ideia é de Carlos Azenha e ajuda a perceber melhor a postura desconfortável e seráfica de Paulo Fonseca no contato com os jornalistas. Nada, mesmo nada, a ver com a abertura e alegria demonstradas numa entrevista ao Maisfutebol em janeiro de 2013, ainda no Paços. 

9 de setembro de 2013

TVI 24- dos melancias ridículos...idiotas



 Depois das sextas- feiras em que temos que aturar uma jornalista histérica (a mosca), acompanhada de 6 melancias( verdes e vermelhos) como não houvesse mais nenhum outro clube grande, que por acaso, é só o rei dos títulos...  um programa criado pelo actual director do portocanal?!............

 Mais futebol - já foi muito mais alegre. alegria foi abalada pelo desempenho clube que  faz as coisas por outro lado....oh... que pena...

Contragolpe


Agora aos domingos no mesmo canal, surgiu outro programa, em que todos (outra vez) são todos uns melancias...  não há ninguém azul... no painel temos  ...

 o filho do independente autor da decisão sobre a actuação do conselho da Justiça nos tempos gloriosos do caso apito dourado, posteriormente arrasado pela justiça civil, comprovou-se que tal parecer era  limpinho, limpinho, como tudo o vem de lisboa  é  bem sujinho ..

outro é o porta- voz não oficial do ex treinador do  real Madrid

surgiu uma Janela, em que afirmou que o Quintero não é um talento, porque  talentoso a jogar em Portugal só o novo Eusébio
acompanhado pelo santo jornalista da rádio das missas nesta opinião,  o santodiz que o porto não têm nada, só os resultados disfarçam as deficiências do nosso porto...as suas opiniões em relação  ao Porto são  sempre carregadas de veneno,  certamente o cerebro foi afectado  pelas as hóstias a mais... coitado!

 bom bom, e com muitos talentos é clube dos ordenados em atraso, e  também o clube  do talentoso Mori...
bom, bom, era que a janela fosse fechada...

 programa é constituído por lixo....excepto...o Dani, e o humorísta!