| # | Período | Presidente | Feitos e marcos |
|---|---|---|---|
| 1 | 1893–1894 | António Nicolau d'Almeida | 1893 – fundação do FC Porto |
| 2 | 1906–1911 | José Monteiro da Costa1 2 3 4 | 1906 – reativação do FC Porto 1906 – construção do Campo da Rua da Rainha |
| 3 | 1911 (setembro a junho) | Júlio Lencastre | 1911 – primeiro título (na primeira edição da Taça José Monteiro da Costa) |
| 4 | 1911–1912 | Guilherme Pacheco | |
| 5 | 1912–1914 | Joaquim Silva | 1912 – construção do Campo da Constituição |
| 6 | 1914–1916 | António Borges d'Avelar | |
| 7 | 1916-1917 | António Martins Ribeiro | |
| 8 | 1917–1919 | Henrique Mesquita | 1918 – criação do jornal "Porto Sportivo", primeiro órgão oficial do clube |
| 9 | 1919–1922 | António Pinto Faria | 1921 – primeiro título nacional de atletismo: Alfredo Carvalho, nos 110m barreiras |
| 10 | 1922–1923 | Eurico Brites | 1922 – primeiro título nacional (na primeira edição do Campeonato de Portugal, precursor da Taça de Portugal de futebol) |
| 11 | 1923–1926 | Domingos Almeida Soares | |
| 12 | 1926–1927 | Afonso Themudo | |
| 13 | 1927–1928 | Sebastião Ferreira Mendes | |
| 14 | 1928–1929 | Urgel Horta | |
| 15 | 1929–1930 | Augusto Sequeira | |
| 16 | 1930–1931 | Eduardo Dumont Vilares | |
| 17 | 1931–1932 | António Augusto Figueiredo | |
| 1932–1934 | Sebastião Ferreira Mendes | ||
| 1934–1936 | Eduardo Dumont Vilares | 1935 – vitória na primeira edição do Campeonato da Liga (futebol) | |
| 18 | 1936 (setembro) | Camilo Moniz | |
| 19 | 1936 (setembro a dezembro) | Heitor Campos | |
| 20 | 1937–1938 | Carlos Costa Jr. | |
| 21 | 1938–1940 | Ângelo César | 1939 – obras no Campo da Constituição, capacidade aumentada para 20 000 espetadores 1939 – vitória na primeira edição Campeonato Nacional de futebol 1939 – vitória na primeira edição do Campeonato Nacional de andebol de onze |
| 22 | 1940–1941 | Augusto Pires de Lima | |
| 23 | 1941–1943 | José Sousa Bacellos | |
| 24 | 1943–1945 | Luís Ferreira Alves | |
| 25 | 1945–1948 | Cesário Bonito | 1947 – escritura de promessa dos terrenos das Antas 1948 – escritura definitiva dos terrenos das Antas |
| 26 | 1948–1949 | Júlio Ribeiro Campos | 1949 – criação do jornal "O Porto" |
| 27 | 1949–1950 | Miguel Pereira | 1949 – primeira pedra do Estádio das Antas |
| 1950–1951 | Júlio Ribeiro Campos | ||
| 1951–1954 | Urgel Horta | 1952 – inauguração do Estádio das Antas 1952 – primeira vitória no Campeonato Nacional de basquetebol | |
| 28 | 1954–1955 | José Moreira de Sousa | |
| 1955–1957 | Cesário Bonito | 1955 – criação do Lar do Jogador 1956 – título nacional de futebol 16 anos depois | |
| 29 | 1957–1959 | Paulo Pombo | |
| 1959–1961 | Luís Ferreira Alves | 1960 – pista de ciclismo no Estádio das Antas | |
| 30 | 1961–1965 | Nascimento Cordeiro | |
| 1965–1967 | Cesário Bonito | ||
| 31 | 1967–1972 | Afonso Pinto de Magalhães | 1968 – construção da piscina das Antas 1968 – construção do mausoléu do FC Porto no Cemitério de Agramonte 1969 – primeiro Campeonato Nacional de voleibol |
| 32 | 1972–1982 | Américo de Sá | 1973 – construção do pavilhão gimnodesportivo no complexo das Antas 1976 – construção da bancada Maratona e arquibancada 1978 – título nacional de futebol 19 anos depois |
| 33 | 1982– | Jorge Nuno Pinto da Costa | 1982 – Taça das Taças de hóquei em patins 1983 – Taça das Taças de hóquei em patins 1983 – criação da Loja Azul 1984 – primeira final europeia de futebol (Taça das Taças) 1985 – criação da Revista Dragões 1986 – rebaixamento do relvado do Estádio das Antas 1986 – Taça dos Clubes Campeões Europeus e Taça Continental de hóquei em patins 1987 – Taça dos Clubes Campeões Europeus, Taça Intercontinental e Supertaça Europeiade futebol 1990 – Taça dos Clubes Campeões Europeus de hóquei em patins 1994 – Taça CERS (hóquei em patins) 1996 – Taça CERS (hóquei em patins) 1997 – criação de SADs para o futebol e o basquetebol 1999 – título nacional de andebol 31 anos depois 1999 – Pentacampeonato de futebol 1999 – Pleno Nacional 2002 – inauguração do CTFD PortoGaia 2003 – campeão nacional Taça UEFA (futebol) 2003 – inauguração do Estádio do Dragão 2004 – campeão nacional Liga dos Campeões da UEFA, Taça Intercontinental 2004 – Reabilitaçao do estádio do Dragão, capacidade para 52 000 espectadores 2004 – Pleno Nacional 2009 – Campeonato Nacional Tetracampeão nacional de futebol. 2011 – Vencedor da Liga Europa da UEFA (futebol) 2011 – Pleno Nacional |
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17 de julho de 2013
Pinto da Costa
Posted by Unknown | quarta-feira, julho 17, 2013 | lista presidente, Pinto da Costa, portototal, presidente
Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa (Porto, Cedofeita, 28 de Dezembro de 1937) é o 33.º Presidente do Futebol Clube do Portodesde 1982. É o dirigente desportivo com mais títulos do futebol mundial.

Biografia
Biografia
Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa nasceu no Porto, quarto filho de José Alexandrino Teixeira da Costa (Porto, Foz do Douro, 9 de Junho de 1910 - Porto, Aldoar, 6 de Dezembro de 1977), Comerciante, e de sua mulher (Porto, Cedofeita, 15 de Novembro de 1932) Maria Elisa Bessa de Lima Amorim Pinto (Matosinhos, São Mamede de Infesta, 15 de Maio de 1913 - 14 de Novembro de 1997), que acabariam por divorciar-se poucos anos depois, dos quais nasceram outros cinco filhos: José Eduardo, Maria Alice e António Manuel, mais velhos, Maria Eduarda e Eduardo Honório, mais novos.
Jorge Nuno faz a escola primária no Colégio Almeida Garrett, tendo simultaneamente aulas particulares de Inglês e Francês. Aos 10 anos vai estudar para o Instituto Nun'Álvares, mais conhecido por Colégio das Caldinhas, em Santo Tirso, um colégio jesuíta. De regresso ao Porto, consegue o seu primeiro emprego aos 19 anos no Banco Português do Atlântico, onde foi colega de Artur Santos Silva. É mais ou menos por essa altura que inicia a sua ligação ao FC Porto como dirigente, mantendo contudo o seu emprego no banco e trabalhando mais tarde como vendedor de tintas e resinas, até passar a dedicar-se a tempo inteiro ao dirigismo. Publicou em 2005 a sua autobiografia, Largos Dias Têm Cem Anos, com prefácio de Lennart Johansson, presidente da UEFA entre 1990 e 2007. Dedicou-se a dirigir o Futebol Clube do Porto.
Vida Pessoal
Ao regressar ao Porto após vários anos no colégio em Santo Tirso, Pinto da Costa reencontra a filha de um amigo da família com quem convivera na infância, Manuela Carmona Graça, nascida no Porto, Foz do Douro, a 15 de Abril de 1941, filha de Alberto da Silva Graça (Porto, Foz do Douro, 18 de Maio de 1915 - Porto, Paranhos, 2 de Outubro de 1975) e de sua mulher (Porto, Cedofeita, 18 de Maio de 1940) Noémia Armanda Branco Carmona (Chaves, 11 de Março de 1914 - ?, filha dum filho natural dum tio paterno do Presidente António Óscar de Fragoso Carmona), e apaixona-se. Após vários anos de namoro, em que Manuela se licenciou em Coimbra, em Educação de Infância e em Ciências Históricas, e prosseguiu estudos na Universidade de Karlsruhe, Manuela é convidada para trabalhar na Alemanha, onde consegue também um emprego para o namorado. Pinto da Costa, não querendo afastar-se do FC Porto, recusa a proposta e pede a namorada em casamento. Casam no Porto, Paranhos, a 6 de Abril de 1964 e o primeiro e único filho do casal, Alexandre Jorge Graça Pinto da Costa, nasce no Porto, Santo Ildefonso, a 26 de Abril de 1967.
Em 1985 Pinto da Costa conhece e apaixona-se por Filomena Morais, e em 1987 nasce da união a sua filha, Joana Morais Pinto da Costa. A 23 de Dezembro de 1997, com trinta e três anos de casamento e netos nascidos divorciou-se da mulher legitima, Manuela.
Já no século XXI separa-se de Filomena, assumindo o namoro com Carolina Salgado, que viria a terminar em 2005. Após uma separação conturbada de Carolina Salgado, em Outubro de 2007, Pinto da Costa casa com Filomena pela segunda vez, divorciando-se do novo em 2012.
Em 28 de Julho de 2012 casou-se no Brasil com Fernanda Miranda, 48 anos mais nova, oficializando a união de facto em que viviam há cerca de três anos. O casamento foi na cidade natal da noiva Touros .
Dirigente
É por influência do tio Armando Pinto, entusiasta de futebol que fora presidente do Famalicão, que Jorge Nuno Pinto da Costa começa a interessar-se por futebol. É o tio quem paga os ingressos do FC Porto x Sporting de Braga, o primeiro jogo a que Jorge Nuno, com 8 anos, assiste no Campo da Constituição, na companhia do seu irmão José Eduardo. Desde então não mais se desligou do clube, nem mesmo quando se encontrava longe do Porto, procurando sempre que possível ouvir o relato das partidas. Quando completa 16 anos, em Dezembro de 1953, a avó materna inscreve-o como sócio do FC Porto.
Após o regresso ao Porto, Jorge Nuno acompanha religiosamente os jogos do clube, sobretudo de futebol e hóquei em patins. Com cerca de 20 anos, é convidado pelo responsável pela secção de hóquei em patins para ocupar o lugar de vogal, e aceita. Em 1962 passaria a chefe de secção, cargo que viria a acumular com o de chefe da secção de hóquei em campo. Em 1967 passa a ser também chefe da secção de boxe, onde conhece Reinaldo Teles, na altura atleta da modalidade.
Em 1969, é convidado por Afonso Pinto de Magalhães a integrar a sua lista para as eleições desse ano como director das modalidades amadoras. Assim, Pinto da Costa assume pela primeira vez um cargo eleito no FC Porto, de 1969 a 1971. No final desse período, apesar de ter sido convidado por Américo de Sá a candidatar-se com ele, recusou o convite por considerar que o novo candidato deveria apresentar-se às urnas com uma lista totalmente renovada.
Em 1976, em conversa com um grupo de amigos e apesar de não se encontrar a desempenhar funções no FC Porto, alguns deles - boavisteiros - provocavam Pinto da Costa por o seu clube ter deixado que o futebolista Albertino, praticamente contratado, "fugisse" para o Boavista. Em resposta, Pinto da Costa disse apenas que "largos dias têm cem anos", decidindo nesse preciso momento - soube-se mais tarde, aquando da publicação da sua autobiografia - regressar ao dirigismo desportivo. Conversou com o presidente Américo de Sá e comprometeu-se a fazer parte da sua lista nas eleições seguintes como director do departamento de futebol.
Ainda antes das eleições, acertou com José Maria Pedroto, treinador do Boavista, o seu regresso ao FC Porto, onde já havia sido jogador e treinador. Em Maio desse mesmo ano, Pinto da Costa volta a ser dirigente do FC Porto. É com Américo de Sá como presidente, Pinto da Costa como director do futebol e Pedroto como treinador que o FC Porto consegue quebrar, em 1977-78, o jejum de 19 anos sem vencer um campeonato nacional. Apesar disso, o final da década de 70 é um período conturbado para o FC Porto, e Pinto da Costa e Pedroto acabam por deixar o clube em 1980.
Presidente 
Em Dezembro de 1981 as coisas continuam a correr mal ao FC Porto, e é então que um grupo de sócios se une com o objectivo de convencer Pinto da Costa a candidatar-se à presidência do clube. O "sim" demora a surgir, mas perante a insistência dos sócios Pinto da Costa acaba por aceitar, convidando Pedroto para voltar a treinar a equipa principal. Candidatando-se em lista única, Jorge Nuno Pinto da Costa vence as eleições de 17 de Abril de 1982, tornando-se o 33º presidente do FC Porto (ver a cronologia de presidentes do FC Porto no artigo relativo ao clube).1
No mesmo ano, o hóquei em patins do clube, que não havia vencido qualquer título desde a sua implementação em 1955, vence a Taça das Taças, arrancando para um período de ouro. Em 1984, o FC Porto chega à sua primeira final Europeia de futebol, na Taça das Taças, contra a Juventus, da qual sai derrotado por 2-1. Em 1987 vence a Taça dos Clubes Campeões Europeus e a Taça Intercontinental, e depois a Supertaça Europeia relativa à mesma época, já no início de 1988. A década de 90 seria gloriosa para o futebol portista graças à conquista de oito campeonatos, cinco deles consecutivamente - o Penta, feito inédito no futebol português. Já no século XXI o clube azul e branco aumentaria o seu palmarés internacional, vencendo a Taça UEFA em 2003 e a Liga dos Campeões em 2004 sob o comando de José Mourinho e a Taça Intercontinental do mesmo ano já comVictor Fernandez. No ano de 2009 conquista o segundo tetracampeonato da sua presidência e da história do clube, com a equipa sob o comando de Jesualdo Ferreira.
Em 2011, de regresso depois da sua condenação ilegal nas instancias da justiça desportiva , viu o FC Porto conquistar a Liga Europa da UEFA de 2010-11, ao comando deAndré Villas-Boas, que viria a ser o mais jovem treinador de sempre a conquistar um troféu europeu e, também, o treinador com a transferência mais cara de sempre.
Apito Dourado
Em 2004 é aberta a operação Apito Dourado, no âmbito da qual são investigados possíveis crimes de falsificação de documentos, corrupção e tráfico de influências no futebol português. Entre as dezenas de arguidos figurou o nome de Pinto da Costa, que entretanto foi ilibado de todas as acusações de que foi alvo.
Em 2006 a sua ex-companheira Carolina Salgado lança um livro intitulado "Eu, Carolina", no qual acusa Pinto da Costa de vários crimes, sobretudo de corrupção de árbitros. O livro foi a base da reabertura de processos já arquivados no âmbito da operação Apito Dourado.
Em 2 de Junho de 2010 Pinto da Costa é absolvido de todas as três acusações de que foi alvo no processo Apito Dourado.
Os casos que estiveram na origem do processo Apito Dourado foram também analisados pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional, no âmbito do processo Apito Final. A decisão da Liga foi de retirar 6 pontos ao FC Porto no campeonato da época 2007/08 e suspender Jorge Nuno Pinto da Costa do seu cargo de presidente da direcção da FC Porto, Futebol, SAD por dois anos. A decisão disciplinar e desportiva não teve idêntico desfecho no foro criminal, onde Pinto da Costa não chegou a ser pronunciado. A existência de recurso da sanção desportiva apresentado pelo FC Porto, Futebol, SAD, impediu ainda que o TAS (Tribunal Arbitral Europeu do Desporto) viesse a sancionar o FC Porto, Futebol, SAD, no âmbito internacional. Em Maio de 2011 a decisão que puniu o FC Porto e Pinto da Costa no âmbito do Apito Final pela Comissão Disciplinar da Liga foi considerada ilegal e, como tal, inexistente, tendo sido anulada pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa.
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